sábado, 24 de março de 2012

A Igreja vai reagir - Dom Aldo Pagotto

Dom Aldo Pagotto
O Código Penal Brasileiro será reformado. Grupos de pressão feministas dão prioridade à descriminalização e à legalização do aborto. O artigo 128 do Código Penal prevê dois casos: risco de vida para a mãe e gravidez resultante de estupro. A reforma propõe a descriminalização da prática do aborto no inciso I do artigo 128: “se houver risco de vida ou à saúde da gestante”. É um conceito impreciso e indiscriminado. Inciso II: “violação da dignidade sexual ou emprego de técnica não consentida de reprodução assistida”. No Brasil a reprodução assistida não foi legalizada, nem regulamentada. Inciso III: “comprovada a anencefalia ou quando o feto padecer graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida, mediante atestado médico”. Além de responsabilizar o médico ao fornecer atestado, isso representa a seleção indiscriminada de quem deva nascer e quem deva ser sacrificado (eugenia). Inciso IV: “por vontade da gestante até a 12.ª semana de gestação caso o médico constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade”. O médico se torna árbitro sobre a vida ou morte. Por tais incisos se percebe que a única intenção é legalizar o aborto no Brasil.

As Igrejas cristãs vão reagir. Nossa responsabilidade é colaborar para o êxito da saúde preventiva e curativa, bem como esclarecer a população sobre os valores éticos e morais, indissociáveis as práticas médicas que defendem e promovem a vida. Os valores éticos se identificam com a missão de todo cidadão e cidadã de bem na construção da família e da sociedade solidária, justa, fraterna. A Igreja pleiteia políticas de saúde pública para a gestante e o nascituro; para mães e crianças. A arma usada por feministas é a manipulação de dados referentes a abortos clandestinos que, segundo elas, provocam “a morte de milhares de mulheres”. Militantes pró-aborto alegando que a questão religiosa sobre o aborto deva ser discutida no âmbito das sacristias, não extrapolando o âmbito das políticas de saúde pública, pertencente ao Estado laico.

A Igreja não vai se meter em questões políticas partidárias, embora na disputa eleitoral apareça inevitavelmente essa questão polêmica, como aconteceu em 2010. Não se confunda a temática em questão com disputas
político-partidárias. A missão da Igreja é a mesma da Pastoral da Criança, ao longo dos trinta anos de atuação. Nossa missão é salvar vidas e não o contrário. Nossa missão evangelizadora e pastoral comporta na formação da consciência sobre os valores éticos e morais nas práticas médicas. À Igreja cabe esclarecer doutrinalmente e abraçar praticamente a defesa e a promoção da vida, desde o momento da sua concepção, até a morte natural.
Dom Aldo Pagotto
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Despenalização do aborto? - Dom Aldo Pagotto

Dom Aldo Pagotto
O Tribunal de Justiça de São Paulo promoveu uma audiência pública a respeito da reforma do Código Penal Brasileiro. Temáticas prioritárias cederam espaço aos discursos monopolizados por militantes feministas, representantes de movimentos sociais, Fundações e Ong’s. Reportagens feitas no local da audiência destacaram o clima de euforia criado pelas feministas exibindo um anteprojeto de lei pela descriminalização e pela legalização do aborto “já”.  A tal audiência tornou-se comício dos grupos de pressão cujo objetivo único pela legalização do aborto dispensaria outras discussões. Entre os projetos de lei que postulam o aborto não lograram êxito. Alguns tramitam no Congresso Nacional há 20 anos, como o PL 1135/91 pedindo a revogação dos artigos 124 a 128 do Código Penal, legalizando o aborto em quaisquer situações. Outros projetos preveem casos de anencefalia e má-formação até o 3º mês de gravidez.

Todos os anteprojetos de lei pró-aborto foram rejeitados por várias comissões legislativas. Entretanto o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3, assinado pelo presidente Lula em 2009) apresenta o aborto como programa político do governo. Com a nomeação da secretaria para as Políticas para a Mulher o assunto volta à baila. Os deputados federais dificilmente aprovariam projetos desse gênero, pois na certa, sabem que perdem votos. A maioria da população é contrária ao aborto.

A pressão pela legalização do aborto faz parte de acordos para o desenvolvimento celebrados entre a ONU e países emergentes da América Latina (como o plano Rockfeller, Marshall, Kissinger, etc.) Tais acordos prometem investimentos nos países da América Latina, mediante cláusulas vinculantes pelo controle demográfico da população. O aborto obedeceria à política familiar global, baseada em cálculos econômicos.
Daí o patrocínio das fundações aos grupos de feministas que apregoam a ideologia do aborto, “em nome dos direitos da mulher ao próprio corpo”.

Grupos de pressão defensores do “direito” ao aborto são unilaterais, porquanto cabe somente à mulher decidir sobre a pena de morte ao embrião ou nascituro indefeso. O falso argumento é que embrião não é gente, negando-se o princípio da vida, desde a sua concepção. Essa é a “lógica” materialista. A Igreja sempre defenderá a vida através de políticas de saúde para a gestante e para o nascituro; para a mãe e para as crianças. A descriminalização do aborto provocado é um assassinato de inocentes indefesos, definitivamente privados do
direito de viver. A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º garante o direito à vida, desde a sua concepção até a morte natural. 

Que a urgência da reforma do Código Penal Brasileiro não seja atropelada por grupos de pressão ideológica, contrários ao sagrado direito à vida. O 5º. Mandamento da Lei de Deus confirma a lei natural: não matarás. A “causa” do aborto se baseia na visão antropológica materialista, ao negar ou prescindir dos valores éticos
e morais. A ONU pretende manter uma espécie de controle mundial partindo da visão puramente mercantilista da vida dos seres humanos e dos povos. O desenvolvimento dos países emergentes constitui uma ameaça aos governos dos países ricos. É isso que está em jogo: menos comensais para maiores benesses dos países ricos.
Dom Aldo Pagotto
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

sexta-feira, 23 de março de 2012

Bento XVI no México: os desafios no campo dos Direitos Humanos




Cidade do Vaticano (RV) – RealAudioMP3 Nos últimos seis anos, 60 mil pessoas morreram e três mil desapareceram. Números de uma guerra? Este é o contexto que o Papa conhecerá a partir desta sexta-feira, início da sua viagem apostólica que o leva ao México e a Cuba.

O México é o retrato clássico da América Latina: país muito rico em recursos materiais, mas inúmeras diferenças sociais. Como outros países da região, viveu um boom econômico, em que muitos enriqueceram, mas não houve a educação suficiente para aprender a respeitar o outro.

À nossa colega mexicana do Programa Hispano-Americano, Patrícia Jauregui, que está cobrindo a viagem de Bento XVI, perguntamos qual o desafio no campo dos Direitos Humanos no México:

O desafio para o México enquanto Direitos Humanos está em dois níveis: de um lado, reconhecer que os Direitos Humanos no México não estão sendo completamente respeitados. De outro, reconhecer que o governo está tentando fazer esforços para que sejam instaurados e respeitados no país. Existe um problema na origem dessa falta de respeito, a excessiva pobreza, em meio à impunidade que permeia a relação entre narcotraficantes e políticos. 

Nos últimos seis anos, 60 mil pessoas morreram no país, das quais muitos membros da população civil. O problema que existe no México é que não se consegue separar o que é a corrupção, violência provocada pela pobreza e o que é, principalmente, o apoio por parte das autoridades nesses pisoteio dos Direitos Humanos, a corrupção que está dentro do sistema político. E os pobres são os mais vulneráveis.

Como exemplo, Patrícia Jauregui cita os migrantes. De um lado, afirma que o governo sempre se esforçou em reconhecer os direitos dos mexicanos que migram para os EUA, mas as pessoas que vêm da América Central que se dirigem aos EUA e passam pelo México são vítimas de atrozes violências por parte do próprio exército, dos narcotraficantes. A solução, afirma Jauregui, está na educação. A Igreja está muito ativa neste campo, existem inúmeras ONGs católicas, mas não é por parte da Igreja que a solução será obtida, a necessidade está na educação. E esta visita ao México do Papa Bento XVI, como está sendo vivida? A jornalista faz questão de ressaltar que a sua mensagem tem uma valência continental:

Esta visita será ao continente americano, a importância de o Papa visitar o México é para dar alento às pessoas, pelo menos esta é a esperança dos mexicanos. Eles estão esperando palavras de alento e também força espiritual para poder seguir adiante, porque a situação no México atualmente é crítica.

Home > Igreja > 23/03/2012 9.34.09 
 
- (BF)

O EMBRIÃO HUMANO É PESSOA, SIM SENHORES.

Ogeni Luiz Dal Cin* 
Originalmente, no mundo antigo, pessoa significava a máscara do ator que representava uma personagem ou o papel do indivíduo nas representações sociais, sempre algo exterior. Aparência. Tanto num caso como noutro, pessoa era pura exterioridade, o que aparecia para os outros, ocultando a verdadeira subjetividade, o fundamento do ser.

Com o cristianismo, a pessoa passa asignificar o próprio conteúdo substancial escondido atrás das aparências exteriores e das representações teatrais ou sociais do ser humano. É a essência substancial constitutiva do ser humano, a fonte da dignidade.

A mudança do conteúdo do conceito de pessoa deu-se em razão do esforço teológico cristão de chegar a compreender um pouco mais a respeito do Deus revelado: um só Deus em três Pessoas da mesmanatureza. E como o homem foi criado “à imagem e semelhança” desse Deus, o conceito de pessoa passa a ser a chave definidora do ser humano também, através da filosofia antropológica. Ora, essa ‘imagem e semelhança’ está sob a máscara, não é a máscara; a máscara expressa, mas não esgota a absoluta dignidade constitutiva da ontologia subjetiva da pessoa humana. Ou seja, a pessoa humana transcende a todos os demais seres e
não pode ser violada por nenhum poder humano, porque ela traz em sua substância uma constituição ontológica que não decorreu exclusivamente do humano ou da natureza, mas do Criador. Sem Deus não há como salvar o homem. Nossa Constituição foi promulgada ‘sob as bênçãos de Deus’, mantendo-se dentro da tradição personalista que plasmou nossa história.

Nesse sentido, pouco importam a exterioridade, as diferenças, as fases da vida, a idade, pois o que importa, antes de tudo, é que há uma pessoa, ser original que transcende o mero dado, fundamento ôntico da
igualdade, cuja substância é de natureza racional, não querendo significar, com isso, que a racionalidade deva estar em ato o tempo todo e em todas as suas etapas de desenvolvimento. Desde que haja uma vida de natureza humana, não importa o grau de desenvolvimento em que se encontra, nem o grau de consciência própria, aí há uma pessoa humana portadora de uma dignidade absoluta, cujo dever do Estado é de
zelar, defender, proteger e promover as condições de seu desenvolvimento. Naturalmente, então, o direito à vida estende-se da concepção até a morte natural, protegida pelo “não matarás” garantido pelo Estado. É antinatural aceitar que a régua do tempo ou o período de desenvolvimento da pessoa, independentemente dos nomes que lhes são dados, tornem-se critérios legais concedentes de poder absoluto ao Estado para reduzir ou aniquilar o direito à vida da pessoa humana.

O interesse de controlar o direito à vida da pessoa humana, ditado por interesses multinacionais, financiando a propaganda do aborto, subjugando a alma nacional, é prática de eugenia da natureza humana dos excluídos sociais porque visa, em concreto, por meio de clínicas abortivas, instaladas preferencialmente nas periferias das grandes cidades, a controlar a demografia dos pobres e dos negros, como declarou, nessa senda, a Deputada Fátima Pelaes. Mas os políticos alheios à defesa da soberania nacional nesta grave questão dos
nascituros, não investigam a entrada do dinheiro destinado à promoção de crimes contra a natureza humana dos nascituros, nem se preocupam com a discriminação, que daí pode decorrer, em relação aospobres e negros, cuja população subliminarmente passaria a ser melhor controlada. Será que preferem, ao invés, proteger interesses escusos? 


O que é que faz compensar tais omissões? Por que os políticos não querem discutir oproblema com os seus eleitores, enganando-os depois? Por que aquela mídia preconceituosa em relação ao direito à vida dos nascituros parte da crença de que todo aquele que defende a vida da natureza humana desde a concepção, defende apenas uma ideia religiosa, sem respaldo na realidade, como se matar nascituros humanos não
tivesse nada a ver com o direito à vida e como se a religião não fosse um fato natural do homem? Os promotores da morte dos nascituros e a preconceituosa mídia têm suas crenças centradas em que quem defende a vida dos nascituros são pessoas preconceituosas. Ora, o suprassumo dos preconceitos é o preconceito daquele que se julga não ter preconceito. Como não admitem a defesa do direito à vida dos nascituros, do alto de sua prepotência, declaram que todos os demais são preconceituosos. Não bastasse isso, por que falsificar dados para criar uma falsa justificativa para matar os nascituros humanos? Mas igual decreto de morte não pode ser aplicado a alguns animais irracionais (criminalização da destruição de ovos de tartaruga). Ouseja: nenhum nascituro humano teria o direito à vida, enquanto alguns animais o teriam garantido pelo Estado, com a força da lei. Colocam-nos abaixo dos animais em valor e dignidade. 

Bem, até o direito de mentir para melhor promover o aborto é mais importante que o direito à vida dos nascituros! Por que romper a multissecular história da pessoa humana fundadora da cultura ocidental para justificar uma escusa prática de eugenia dos excluídos sociais? 

Ora, se as pesquisas atestam que mais de 70% dos brasileiros são francamente contra o aborto, por que, mesmo assim, uma pequena minoria, sem legitimidade popular, a serviço de interesses internacionais escusos tudo fazem para introduzir o aborto? Por que temem tanto uma CPI do aborto? Por que não revelam suas razões de fato, não as aparentes? 

A verdade sempre estará do lado da vida, a mentira do lado damorte. Logicamente, quem condena o nazismo, não pode justificar o direito de matar nascituros humanos, renovação do holocausto. E, paradoxalmente, “todos os que são a favor do aborto já nasceram”.

O embrião humano é uma pessoa humana, sim senhor. Não é o Estado que faz a pessoa humana; a pessoa humana inicia-se na concepção. Fora dessa perspectiva antropológica personalista, o Estado torna-se um ditador, um senhor prepotente da pessoa humana e dos seus direitos. E, sem o primado da pessoa humana, todos os demais direitos passam a depender da vontade volúvel que se instala no exercício do Poder político.


Ogeni Luiz Dal Cin é advogado e filósofo. Foi membro da Comissão de Defesa da República e da Democracia da OAB/SP.

FETO HUMANO


quinta-feira, 22 de março de 2012

Blogueiros e Internautas de Cristo: um Brasil da Verdade e da Vida está em suas mãos

Grupelhos, como o dos 16 juristas convidados para a "reforma do Código Penal" se julgam no direito de contrariar todo o povo brasileiro.  O povo quer leis mais rígidas para preservação das vidas dos inocentes:  dos que ainda estão no útero de suas mães,  das crianças que são brutalmente assassinadas nas escolas, com balas perdidas ou propositadamente,  dos trabalhadores que são assassinados quando se dirigem para o trabalho, das pessoas que são assassinadas nos semáforos,  das mulheres que são estupradas e assassinadas por maridos, amigos, conhecidos, dentro e fora de casa. Pais e mães de família são assassinados brutalmente deixando filhos desamparados, sem que nada se faça contra os bandidos. Vidas, vidas e vidas são perdidas.  O povo pode continuar aprisionado em grades, cercas elétricas, câmeras, circuito fechado, carros blindados e outras tecnologias para diminuir o medo ou dar a impressão de segurança. A impunidade aumenta a cada dia. O parlamento age ao contrário, protegendo o criminoso:  bandido não pode ser algemado, bandido não pode ser preso, bandido não pode sofrer constrangimentos. Como disse o Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales,  "bandido tem direitos humanos, mas não tem o direito de ser bandido"

Grupelhos de feministas, lideradas pelos partidos de esquerda, à frente o PT, Dilma Vana Rousseff, Eleonora Menicucci se acham no direito de impor o aborto a todo o povo cristão brasileiro. A verdadeira mulher brasileira,   Renata Gussom Martins, mostrou no Senado a garra, a coragem, o amor à família e aos filhos e, principalmente, quem representa as brasileiras. 

Grupelhos se apoderaram da administrações públicas e a corrupção é o principal motivo de afastamento de ministros, parlamentares, prefeitos, governadores. A corrupção mata gestantes e milhares de brasileiros que deixam de receber tratamento médico e de ter atendimento de saúde especializado porque o dinheiro que iria para a saúde foi roubado por algum ministro, prefeito, vereador, governador.

A estrutura política está deteriorada.  Os parlamentos perderam sua função, tornando-se órgãos homologatórios das vontades dos executivos. Políticos, como Lula, e partidos, com o PT, que acusavam outros de ladrões, de picaretas,  que pregavam a ética, se juntaram aos que eles acusavam e se tornaram os piores exemplos para o país.  Vários partidos não têm princípios nem ética nenhuma.  São adversários numa cidade e compadres noutra. Cheios de "conchavos" e "marqueteiros" para esconder as mentiras e mostrar um Brasil ilusório e imaginário para o povo.  Parece que ninguém está interessado nas pessoas que ficam nas filas de postos de saúde, de hospitais, que aguardam meses ou anos para uma consulta de câncer.  Parece que os políticos pensam unicamente nos seus interesses e nos projetos de poder partidários ou nos de seus dirigentes e candidatos.

As universidades se transformaram em redutos partidários ou doutrinários.  Alguns mestres não ensinam os alunos a pensar, mas a ser partidário desta ou daquela causa, deste ou daquele partido. Parte da imprensa está encabrestada por ideologias, partidarismos ou dinheiro,  a ponto de, insanamente, apoiar projetos de censura a ela mesma.  Infelizmente, até uma parte dos integrantes da Igreja Católica, como vem alertando o Papa Bento XVI,  precisa refletir melhor sobre o relativismo e conduzir os fieis para o caminho certo de Jesus Cristo.   

2012 não é o ano do fim do mundo.  Chegou a hora do Brasil da Verdade, moderno, honesto, transparente, visando somente o bem estar do povo, respeitando a religiosidade de cada um, sem mentiras, mentiras, mentiras, sem ditaduras de esquerda, de centro,  de direita,  de gays, de abortistas, de traficantes, de bandidos, de milícias, ou qualquer tipo de aprisionamento que imaginam que permitiremos que nos imponham.

A Internet veio para revolucionar o mundo, para impedir que as pessoas continuem mentindo. O dia 21.03.2012 poderá ser o marco da virada da página desse Brasil moralmente apodrecido para o início de um  Brasil com Cristo.

Vocês, blogueiros e internautas de Cristo, são os  "caras limpas da Internet" que transformarão o Brasil, sem se deixar ser usados. Estejam todos a postos para, daqui para frente, mostrar que vocês querem um Brasil da Verdade, diferente de todos os que foram propostos anteriormente, um Brasil com Jesus Cristo.  

Embora com 75 anos de idade, continuarei firme na minha fé em Jesus Cristo e combatendo o bom combate, com todas as minhas forças,  em defesa do Evangelho e da Vida humana. Somente a morte me calará!  

Chegou a hora do Brasil da Paz e do Bem,  do Brasil da Verdade e da Vida, do Brasil de Jesus Cristo!   
O Brasil dos Blogueiros e Internautas de Cristo! 
Não tenhais medo! Não tenhamos medo!
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br

"A mentira perdeu" - Dom Luiz Gonzaga Bergonzini

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[Bela nota! O Wagner Moura me mandou a imagem por email no fim da tarde; e a transcrição eu encontrei depois no site de Dom Bergonzini. Sim, a mentira perdeu. Nós somos muitos, somos jovens, cheios de sonhos e de vontade de mudar o mundo. À nossa frente marcha Aquela Senhora Terrível como um exército em ordem de batalha; ao nosso redor, todos os santos e anjos de Deus. É Ele que nos sustenta e anima. Marchemos pois com confiança sob o estandarte do Crucificado. Nas fileiras do Senhor dos Exércitos. À vitória.]
Nota de Dom Bergonzini sobre a militância virtual católica

A MENTIRA PERDEU (Nota oficial)

Nas eleições de 2010, a candidata Dilma Vana Rousseff e sua coligação pediram a apreensão do documento “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras” sob o argumento de infringir a lei eleitoral por debater o aborto. Também nos atribuíram a “mentira” de Dilma Vana Rousseff e o PT serem a favor da liberação do aborto. Provamos que o PT e Dilma Rousseff eram e continuam sendo a favor da liberação do aborto.
A Vice-Procuradora Geral Eleitoral, Dra. SANDRA CUREAU, encarregada do parecer sobre a apreensão dos impressos, assim se pronunciou: “Aliás, é natural e saudável que temas como esse sejam debatidos durante o período eleitoral, pois isso permite que os candidatos se posicionem, assumam compromissos, esclareçam suas idéias e pactuem com seus eleitores os termos de sua ação política. Em uma sociedade verdadeiramente democrática e plural, o período eleitoral deveria ser justamente o ápice desse tipo de discussão.”
O Tribunal Superior Eleitoral determinou a devolução dos “panfletos”, que podiam ser distribuídos e o serão durante nos próximos meses. Outros documentos novos poderão ser redigidos e impressos, assinados por nós, para serem distribuídos. A morte não pode vencer a vida.
Na época das eleições, e posteriormente, fomos acusados de criminoso por várias pessoas e veículos de comunicação. Hoje, estamos ajuizando açao de indenização por danos morais contra a entidade “Catolicas” pelo Direito de Decidir. Ordenamos aos advogados que busquem outros artigos ou matérias, passadas ou futuras, ofensivas à nossa honra e reputação, para que sejam ajuizadas novas ações. É hora de buscar a Justiça!
A mentira perdeu. A mentira nunca prevalecerá.  Hoje daremos o ABRAÇO DA VERDADE, no Forum João Mendes Júnior, da Justiça de São Paulo.  A data 21.03.2012 poderá ser o marco da mudança do Brasil, para o BRASIL DA VERDADE.  Queremos a CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!
A partir de agora, o Cristianismo conta com um exército virtual de Blogueiros e Internautas da Verdade de Cristo, que mudarão o Brasil.
Jesus Cristo nos disse:
“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (Jo 10,10)  “Eu sou o caminho a verdade e a vida.” (Jo 14,6)
Chegou o tempo do Brasil da Paz e do Bem, do Brasil da Verdade e da Vida, do Brasil de Jesus Cristo!
O Brasil dos Blogueiros e Internautas de Cristo!
São Paulo, 21 de março de 2012.
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br
Fonte: Deus Lo Vult 

A MENTIRA PERDEU (Nota oficial)

Nas eleições de 2010, a candidata Dilma Vana Rousseff e sua coligação pediram a apreensão do documento “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras” sob o argumento de infringir a lei eleitoral por debater o aborto. Também nos atribuíram a “mentira” de Dilma Vana Rousseff e o PT serem a favor da liberação do aborto. Provamos que o PT e Dilma Rousseff eram e continuam sendo a favor da liberação do aborto.


A Vice-Procuradora Geral Eleitoral, Dra. SANDRA CUREAU, encarregada do parecer sobre a apreensão dos impressos, assim se pronunciou: “Aliás, é natural e saudável que temas como esse sejam debatidos durante o período eleitoral, pois isso permite que os candidatos se posicionem, assumam compromissos, esclareçam suas idéias e pactuem com seus eleitores os termos de sua ação política. Em uma sociedade verdadeiramente democrática e plural, o período eleitoral deveria ser justamente o ápice desse tipo de discussão.”

O Tribunal Superior Eleitoral determinou a devolução dos “panfletos”, que podiam ser distribuídos e o serão durante nos próximos meses. Outros documentos novos poderão ser redigidos e impressos, assinados por nós, para serem distribuídos. A morte não pode vencer a vida.

Na época das eleições, e posteriormente, fomos acusados de criminoso por várias pessoas e veículos de comunicação. Hoje, estamos ajuizando açao de indenização por danos morais contra a entidade “Catolicas” pelo Direito de Decidir. Ordenamos aos advogados que busquem outros artigos ou matérias, passadas ou futuras, ofensivas à nossa honra e reputação, para que sejam ajuizadas novas ações. É hora de buscar a Justiça !

A mentira perdeu. A mentira nunca prevalecerá.  Hoje daremos o ABRAÇO DA VERDADE, no Forum João Mendes Júnior, da Justiça de São Paulo.  A data 21.03.2012 poderá ser o marco da mudança do Brasil, para o BRASIL DA VERDADE.  Queremos a CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ! 

A partir de agora, o Cristianismo conta com um exército virtual de Blogueiros e Internautas da Verdade de Cristo, que mudarão o Brasil. 


Jesus Cristo nos disse: 
“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (Jo 10,10)  “Eu sou o caminho a verdade e a vida.” (Jo 14,6) 

Chegou o tempo do Brasil da Paz e do Bem, do Brasil da Verdade e da Vida, do Brasil de Jesus Cristo! 
O Brasil dos Blogueiros e Internautas de Cristo!

São Paulo, 21 de março de 2012.


Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos 
Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br




UNIÃO DOS JURISTAS CATÓLICOS DE SÃO PAULO - UJUCASP

No dia 20.03, foi criada em São Paulo a União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP), constituída por professores, magistrados, advogados e integrantes do Ministério Público de São Paulo.

A cerimonia de apresentação do estatuto da entidade, de nomeação e de posse da diretoria, ocorreu na Paróquia de Nossa Senhora do Brasil, localizada no Jardim Paulista, 

Zona Oeste da capital paulista.

A UJUCASP será sediada na Rua João Ramalho, n. 182, São Paulo.

O objetivo da UJUCASP é contribuir na atividade judiciária, legislativa e administrativa, ocupando-se de questões do mundo contemporâneo, sob a ótica dos princípios da ética católica. Os objetivos da entidade estão no artigo 4o.: 

Art. 4o. A UJUCASP tem por escopo contribuir com a atuação dos princípios da ética católica na ciência jurídica, na atividade judiciária, na legislativa e na administrativa, bem como em toda a vida pública e profissional, particularmente:I. ocupando-se com os problemas do mundo contemporâneo e com as soluções propostas que devem pautar-se de acordo com a fidelidade ao Evangelho e à Tradição da Igreja, à luz do ensinamento do seu Magistério Supremo; II. propugnando pelo reconhecimento e pelo respeito ao Direito natural e cristão na Justiça e na Caridade;III. afirmando a dignidade humana e o apelo constante a seus deveres fundamentais e aos direitos decorrentes;IV.defendendo e protegendo a vida humana desde a concepção até a morte natural;V. defendendo e promovendo a concepção natural e cristã da família;VI. difundindo a doutrina e o ensinamento social da Igreja, principalmente, no domínio jurídico, promovendo sua aplicação para a justiça social;VII. contribuindo para a afirmação dos princípios cristãos na Filosofia, na Ciência do Direito, na atividade legislativa, na judiciária, na administrativa, no ensino e na pesquisa, assim como na vida pública e profissional.
O cardeal de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, vinha há tempos se empenhando na criação da união dos juristas, conforme ele mesmo comentou: “Havia, faz tempo, o desejo de se criar essa união e o convite foi feito a diversas pessoas. Finalmente, aconteceu. E o grupo se reuniu para fazer o esboço daquilo que seria o estatuto. Foi feito também o convite a um grupo de juristas e militantes do direito para participarem da assembleia de fundação, para que tivéssemos aqui em São Paulo uma União dos Juristas Católicos, como já existe em vários outros lugares”

Formam a diretoria da recém fundada UJUCASP os seguintes juristas: Ives Gandra da Silva Martins, diretor-presidente; Paulo de Barros Carvalho, diretor-vice-presidente; Ana Paula de Albuquerque Grillo, diretora-secretária; Nelson Nery Junior, diretor-tesoureiro.

O Conselho Consultivo da UJUCASP é constituído por: Antônio Carlos Malheiros, Fátima Fernandes Rodrigues, Dirceu de Mello, Luiz Gonzaga Bertelli, Milton Paulo de Carvalho, Ricardo Mariz de Oliveira, e o sacerdote José Rodolpho Perazzolo, como assistente eclesiástico.

Os sócios fundadores são aqueles que foram inicialmente convidados por Dom Odilo e os presentes na assembleia de criação da UJUCASP e que assinaram a ata de presença.

Segundo o padre Rodolpho, a UJUCASP tem sua coluna dorsal na União dos Juristas Católicos do Rio de Janeiro e será afiliada à “Union Internacionale de Juristes Catholiques”, sediada em Roma, Itália. (EPC)

Com informações da Arquidiocese de São Paulo.

Fonte: Paróquia N. S. do Brasil

Emails dos Deputados do Rio Grande do SUL


Adão Villaverde
PT
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Adilson Troca
PSDB
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Adolfo Brito
PP
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Alceu Barbosa
PDT
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Aldacir Oliboni
PT
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Alexandre Lindenmeyer
PT
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Alexandre Postal
PMDB
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Aloísio Classmann
PTB
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Altemir Tortelli
PT
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Álvaro Boessio
PMDB
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Ana Affonso
PT
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Carlos Gomes
PRB
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Cassiá Carpes
PTB
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Catarina Paladini
PSB
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Daniel Bordignon
PT
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Dr. Basegio
PDT
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Edegar Pretto
PT
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Edson Brum
PMDB
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Ernani Polo
PP
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Frederico Antunes
PP
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Gerson Burmann
PDT
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Gilberto Capoani
PMDB
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Gilmar Sossella
PDT
Não Existe Página Pessoal
Giovani Feltes
PMDB
Não Existe Página Pessoal
Heitor Schuch
PSB
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Jeferson Fernandes
PT
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João Fischer
PP
Não Existe Página Pessoal
Jorge Pozzobom
PSDB
Não Existe Página Pessoal
José Sperotto
PTB
Não Existe Página Pessoal
Juliana Brizola
PDT
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Jurandir Maciel
PTB
Não Existe Página Pessoal
Lucas Redecker
PSDB
Não Existe Página Pessoal
Luciano Azevedo
PPS
Não Existe Página Pessoal
Luis Fernando Schmidt
PT
Não Existe Página Pessoal
Luis Lauermann
PT
Não Existe Página Pessoal
Mano Changes
PP
Não Existe Página Pessoal
Marcelo Moraes
PTB
Não Existe Página Pessoal
Márcio Biolchi
PMDB
Não Existe Página Pessoal
Marco Alba
PMDB
Não Existe Página Pessoal
Maria Helena Sartori
PMDB
Não Existe Página Pessoal
Marisa Formolo
PT
Não Existe Página Pessoal
Marlon Santos
PDT
Não Existe Página Pessoal
Miki Breier
PSB
Não Existe Página Pessoal
Nelsinho Metalúrgico
PT
Não Existe Página Pessoal
Paulo Azeredo
PDT
Não Existe Página Pessoal
Paulo Borges
DEM
Não Existe Página Pessoal
Paulo Odone
PPS
Não Existe Página Pessoal
Pedro Pereira
PSDB
Não Existe Página Pessoal
Pedro Westphalen
PP
Não Existe Página Pessoal
Raul Carrion
PC DO B
Não Existe Página Pessoal
Raul Pont
PT
Não Existe Página Pessoal
Ronaldo Santini
PTB
Não Existe Página Pessoal
Silvana Covatti
PP
Não Existe Página Pessoal
Valdeci Oliveira
PT
Não Existe Página Pessoal
Zilá Breitenbach
PSDB
Não Existe Página Pessoal