sábado, 17 de março de 2012

Abortista tem consciência??? ou RENATA GUSSOM MARTINS, a verdadeira mulher brasileira

Escrevemos no post do pedido de abertura da CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ! : 


QUEM pratica O MAL MAIOR, pode praticar TODOS OS OUTROS. O assassinato é o crime maior, pois tira A VIDA, o maior bem de uma pessoa.  Aqueles que propõem a morte dos filhos dos outros ou matam seus próprios filhos perdem os parâmetros morais e podem praticar qualquer outro crime, sem nenhum peso na consciência.

Renata pediu às abortistas que tenham consciência.  Não acredito que terão! Leiam a cobrança, sem medo, feita por Renata no Senado:


Meu nome é Renata Gusson Martins, tenho 30 anos, sou de São Paulo, e sou eu a mulher que se pronunciou no vídeo repercutido pelas redes sociais, no qual falo sobre a defesa da vida. Pra mim está sendo uma surpresa tudo isso, o alcance das minhas palavras durante reunião transmitida pela TV Senado no dia 08 março, Dia Internacional da Mulher, direto da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher (CDHSPDM).

Eu sou uma cidadã brasileira comum, casada, mãe, profissional… Apenas mais uma entre milhões de mulheres que fazem o Brasil. Para mim, toda essa divulgação que a mensagem em defesa da vida ganhou nesses dias é a confirmação evidente de algo muito interessante: acredito que, na verdade, servi de porta-voz para um batalhão de mulheres (e homens também) que, se estivessem naquele mesmo lugar e momento, teriam dito coisas semelhantes às que eu disse.
No fundo é o que toda gente de bem faria! É o que noto com os “aplausos” e tantos comentários favoráveis. Tive a nítida impressão que minhas palavras somente puderam encontrar eco nos corações e nas mentes porque esses mesmos corações e mentes carregam em si o respeito pela vida e o rechaço veemente ao aborto.
Eu quero contar como tudo isso aconteceu.
Na semana passada eu estive em Brasília com o intuito de participar da reunião da subcomissão na data em que civilmente comemoramos o Dia Internacional da Mulher. Quis estar lá para expressar àquelas que deveriam nos representar, no Congresso Nacional, que qualquer política pública que nos pretenda dizer que “só seremos felizes e livres” no dia em que tivermos acesso total ao aborto, é frontalmente contrária ao genuíno bem-estar da mulher brasileira.
Acredito que o dia em que se disser a uma mulher “negra e pobre” que o melhor que a saúde pública pode lhe oferecer é a possibilidade de matar seu filho indefeso da mesma forma que “brancas e ricas” fazem em clínicas particulares sem ter que arcar com o ônus criminal e ser tratada de forma “humanizada”, será o dia mais cruel e perverso para ela, pois será ela a que mais será convencida a abortar seus filhos “negros e pobres” indesejados pelo Establishment.
E essa não é uma compreensão nova para mim. Sempre fui contrária à prática do aborto! Mas, em 2010, especialmente durante o período eleitoral, eu comecei a interessar-me mais pela questão e fui conhecendo melhor – naqueles conturbados e inesquecíveis dias dos meses de setembro e outubro de 2010 – a verdadeira dimensão do que significa a “estratégia abortista”.
Lembro-me que estudei diversos documentos disponibilizados na própria internet, e que explicam o papel fundamental das Fundações Ford e MacArthur, entre outras, na promoção do aborto no Brasil e nos demais países da América Latina.
Leia também: Brasileiros pelo Direito de Decidir contra a Vontade da Fundação Ford 
Li, com muito interesse e surpresa, como o caso do sacrifício dos gêmeos da menina de Alagoinha (PE)  – estuprada e grávida com apenas nove anos de idade – foi usado propositalmente por ONGs feministas pró-aborto – com o respaldo de uma parcela bastante significativa da mídia brasileira – para “comover” a opinião pública e ajudar no debate favorável à descriminalização do aborto.
Durante a leitura dos documentos procurei averiguar os diversos links que eles ofereciam e, para meu espanto, tudo ia se confirmando e cheguei à conclusão de que toda essa “conversa” de saúde e direitos sexuais e reprodutivos não se trata de outra senão a legalização total e completa do aborto em todo o mundo que, num futuro não tão distante, viria a ser declarado como um direito humano pela Organização das Nações Unidas (ONU).
A legalização do aborto não se trata de um “progresso dos tempos”, como nos querem fazer acreditar. Não é algo como dizer que antigamente as mulheres não votavam, não trabalhavam fora de casa e hoje o fazem, logo, hoje devem ter direito ao aborto como apenas mais uma aquisição de direito
Não, não e não!
O que se verifica é que esse movimento aparentemente natural está sendo propositalmente financiado e conduzido. E nós não podemos deixar de notar que é extremamente genial.
Estão usando as próprias mulheres para lutarem pelos “direitos” da mulher. Ora, que pessoa em sã consciência deixaria de achar justo que uma mulher queira angariar direitos para si e suas demais concidadãs?
É por isso que encontramos juristas e tantos outros homens que acreditam que o aborto deva ser legalizado porque é uma “luta da mulher”. Realmente fica parecendo que é a mulher quem, espontaneamente, se deu conta que deve ter acesso ao aborto legal. Entretanto, ela está sendo apenas manipulada para agir assim.
Foi isso que eu quis frisar na reunião da Subcomissão de Defesa da Mulher. Infelizmente o tempo foi muito curto e não havia a mais remota possibilidade de abordar esse problema de modo mais profundo.
Faltou tempo para falar que corremos um risco iminente de vermos solapados os valores verdadeiramente democráticos de nossa nação, uma vez que – pasmem! – 16 juristas decidiram, contrariando mais de 80% da população do Brasil, que o aborto deva deixar de ser crime em diversas situações.
Estou falando sobre a aprovação do anteprojeto de reforma do Código Penal feito pela comissão de juristas indicados pelo Senado. Eu realmente me pergunto como é possível que o destino de milhões de brasileiros inocentes possa estar na mão de 16 (dezesseis!) pessoas que, com a maior ligeireza e aparente surdez à grande manifestação pró-vida presente à audiência, votaram “a toque de caixa” pela descriminalização do aborto.
Diante de tudo o que disse, eu gostaria de dirigir um "Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras" para que, primeiramente, estudem e se aprofundem no assunto. Sem conhecimento não é possível defender a vida nos dias atuais.
Importa não desanimar e saber que contra a ideologia temos que usar copiosamente da palavra. A palavra é como a roupa do pensamento! A mim, me parece que o futuro e o destino da defesa da vida passam pela maior difusão e conhecimento possíveis das inúmeras peças do enorme quebra-cabeças da “cultura da morte”.
Gostaria de concluir essa breve apresentação que tantos pediram fazendo um convite. Convido você que é comprometido com a defesa da vida humana, e mesmo você que talvez tenha se deparado somente agora com essas informações e que pode estar impressionado com tudo o que disse agora, a acessar os links desta mensagem e imprimir os documentos.
Comece a empreender um estudo sério e comprometido dos mesmos. Da sua atuação pode depender a vida de muitos brasileiros e outros latino-americanos. Parece demagogia, mas esteja certo de que não é. Forme grupos de estudo, faça reuniões para aprofundar o tema. Há bastante material sério para ajudá-lo nessa tarefa.
E se puder pedir algo mais, eu pediria a você que acompanhasse o trâmite da defesa da vida especialmente no Senado, com a reforma do Código Penal. Talvez seja necessário que muitos de nós nos dirijamos a Brasília em dias-chave para impedir o genocídio.
Se isso vier a acontecer, peço insistentemente que você não pense que “uma andorinha não faz verão”. Talvez seja você aquela andorinha que, junto com outras, possa fazer o mais lindo dos verões: o verão da vida assegurada em seu início como um direito de todos os brasileiros.
Muito obrigada pelo carinho de todos, pela atenção e pela divulgação do vídeo. Façamos a nossa parte para que mais pessoas tenham acesso à verdade sobre o aborto.

CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!

CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!

COPACABANA-RJ - POSTO 3 - dia 18/03 - 15h
TERÇO CONTRA O ABORTO 
Os 82% ou 71% do povo brasileiro contra a liberação do aborto precisam saber toda a VERDADE e merecem respeito.  Os Parlamentos brasileiros NÃO PODEM MAIS SE OMITIR! Não dá mais para esconder os financiamentos internacionais e interesses assassinos e escusos por trás da campanha a favor do aborto. Precisamos de "comissões da verdade" para DAR VIDA às pessoas e NÃO MORTE. O Senado e a Câmara Federal podem criar CPIs. As Assembleias Legislativas estaduais e as Câmaras Municipais também podem criar CPIs para investigar entidades abortistas sediadas em seus estados e municípios.

CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO JÁ! Há várias justificativas para iniciar a CPI DO ABORTO e mostrar a verdadeira face oculta da CULTURA DA MORTE, da CAMPANHA PELO ABORTO LIVRE.


Veja também: Brasileiros pelo Direito de Decidir Contra a Vontade da Fundação Ford

“MATERNICÍDIO”. Os abortistas usam NUMEROS MENTIROSOS para assustar o povo e enganar os parlamentares. Já falaram em três milhões, um milhão e, agora,  falam em 200 mil mortes maternas por ano. Por esses números teríamos um “maternicídio”. Os abortistas usam o número de curetagens em ABORTOS ESPONTÂNEOS realizados pelo SUS (cerca de 180 mil/ano)  para dizer que são abortos clandestinos ou mortes maternas de mulheres negras ou pobres.  VERDADE: o Ministério da Saúde informou: no primeiro semestre de 2011,  foram 705 mortes maternas.  Se o número for repetido no segundo semestre,  serão  1.410 mortes materna no ano.  Infinitamente menor que 200 mil, um milhão, três milhões!  Um genocídio de bebês não salvará a vida de nenhuma gestante. Precisamos dar condições alimentares e de saúde para salvar a vida dessas 1.410 gestantes.

FALTA DE SAÚDE PÚBLICA.  As mortes maternas acontecem por falta de saúde pública adequada. Em BH,  95,5% das mortes maternas foram causadas por falha no atendimento de saúde, em 2010. Em Brasília, uma gestante ficou com o FETO MORTO em seu útero por OITO DIAS e outra recebeu o FETO NUM VIDRO. Gestantes ficam abandonadas pelos corredores hospitalares em várias partes do país. A presidente Dilma Rousseff cortou a verba da saúde em mais de 5 bilhões de reais neste ano. As mortes das mulheres pobres, sem atendimento ou nas portas dos hospitais, é um problema de FALTA DE SAÚDE PÚBLICA. É uma lástima a omissão dos governantes e dos parlamentos com futuro dos brasileirinhos e brasileirinhas. Pergunta-se: IMPEDIR QUE NASÇAM, MATÁ-LOS NO ÚTERO DE SUAS MÃES SERÁ MELHOR PARA O BRASIL?

NAZISMO, PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO. Os abortistas dizem que as mulheres ricas, de todas as cores de peles, têm dinheiro para pagar seus abortos, por isso matariam seus filhos com mais tranqüilidade.  Dizem que as mulheres pobres ou negras (usam a cor para vincular suas propostas ao racismo) morrem porque não têm dinheiro para pagar os abortos. As propostas dos abortistas são todas no sentido de assassinar os filhos das mulheres pobres. Os abortistas são adeptos de Hitler, querem criar uma raça brasileira pura, sem filhos de famílias pobres. O Estado é obrigado a dar “assistência aos desamparados” (art. 6º.CF) e saúde para as mulheres pobres, de qualquer cor, para que seus filhos sejam saudáveis. Pergunta-se: UM PAÍS VERDADEIRAMENTE RICO É UM PAÍS QUE MATA OS FILHOS DOS POBRES?

CAPITALISTAS BILIONÁRIOS INTERNACIONAIS. O noticiário informa sobre o financiamento de ONGs e pessoas dedicadas à causa abortista por CAPITALISTAS internacionais BILIONÁRIOS - Fundação Ford Warren Buffet  Nos EUA abortistas desviaram dinheiro destinado à cura de câncer para praticar abortos. É preciso descobrir como (se legalmente) e quem envia, quem recebe e proibir esse tipo de atividade destinada à matança dos brasileiros. É preciso confiscar esse dinheiro e destiná-lo à saúde. Pergunta-se: PODEMOS DEIXAR DINHEIRO INTERNACIONAL MATAR BRASILEIRINHOS E BRASILEIRINHAS ?

PROTEÇÃO À MATERNIDADE.  A Constituição Federal diz, em seu artigo 6º., que são direitos sociais “...a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados...”. A gestação se inicia com a fecundação do óvulo. Portanto, é obrigação do Estado dar proteção à gestante, e não propor o assassinato de seu filho. Nunca uma mulher precisou de atestado de psicólogo para declarar se ela estava em “condições psicológicas” para dar à luz e manter uma criança.  Será que a mulher precisará de autorização do psicólogo para ter filhos ? A maternidade é um dom natural.  O Estado, representado pela presidente, os governadores, os prefeitos e os parlamentos têm obrigação de dar proteção à maternidade  e dar assistência às gestantes desamparadas (art. 6º.CF), através de um subsídio mensal, pago diretamente a elas, para terem seus filhos com saúde.

ABORTO E ESTUPRO SÃO CRIMES HEDIONDOS.   Em nosso requerimento ao Ministério Público de Guarulhos, demonstramos que o aborto e o estupro são crimes hediondos.  No aborto,  a vítima, inocente e indefesa,  é assassinada por meios cruéis.  A alteração do Código Penal pode acontecer, mas para suprimir todas as possibilidades de aborto e garantir VIDA AOS NASCITUROS. O exemplo da deputada federal FÁTIMA PELAES (VÍDEO AQUI) mostra que não podemos tirar a vida de ninguém. Para os casos de estupro, os governos e os parlamentos podem criar um subsídio financeiro para a mãe, até o nascimento do bebê, e simplificar a adoção, para reduzir o tempo de espera dos adotantes e evitar disputas judiciais entre a mãe adotiva e a mãe biológica.    

DIREITO DO NASCITURO/ANENCÉFALO. O ex-ministro do STF, EROS GRAU, sem nenhuma paixão religiosa, demonstra o direito do nascituro,  inclusive o anencéfalo,  no artigo "Pequena nota sobre o direito a viver".

PACTO DE SAN JOSE DA COSTA RICA. A Convenção Americana de Direitos Humanos foi promulgada pelo Brasil através do decreto nº. 678/92. O art. 4º prevê o direito à vida e é bastante claro: “1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.” Nos termos do art. 44, da Convenção, se aprovada a liberação do aborto, os organismos de defesa da vida poderão denunciar o Governo Brasileiro junto a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, sediada em Washington, Estados Unidos da América.

GENOCÍDIO. A antiga "Convenção Para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio", promulgada pelo Decreto Presidencial n. 30.822, de 06.05.1952, renovada pelo  Estatuto de Roma, promulgado pelo Decreto Presidencial nº. 4.388, de 25.09.2002, prevê, no seu art. 6o , o crime de Genocídio: “Para os efeitos do presente Estatuto, entende-se por ‘genocídio’, qualquer um dos atos que a seguir se enumeram, praticado com intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, enquanto tal:  d) Imposição de medidas destinadas a impedir nascimentos no seio do grupo”. A elaboração de leis que possibilitem o assassinato em massa de filhos de mulheres pobres  tem a conotação de impedir nascimentos no seio desse grupo nacional (pobres), podendo levar a denúncias no Tribunal Penal Internacional.

QUEM pratica O MAL MAIOR, pode praticar TODOS OS OUTROS. O assassinato é o crime maior, pois tira A VIDA, o maior bem de uma pessoa. A vida é uma dádiva de Deus.   Precisamos acabar com a CULTURA DA MORTE, para reduzir a violência e gerar a paz. Aqueles que propõem a morte dos filhos dos outros ou matam seus próprios filhos perdem os parâmetros morais e podem praticar qualquer outro crime, sem nenhum peso na consciência.

CONVOCAÇÃO. Convoco as crianças, os jovens, os adultos, os idosos, os CRISTÃOS, de todas as denominações,  os NÃO-CRISTÃOS, todos DEFENSORES DA VIDA para, HOJE, dia 21.03.2012, comparecerem na CONCENTRAÇÃO, a partir das 11:00 horas, na escadaria da Catedral da Sé, em São Paulo, para, em seguida, a partir das 12:30 h,   participarem da MANIFESTAÇÃO – CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO, JÁ!, em frente ao FORUM JOÃO MENDES, na Praça João Mendes, Centro de São Paulo.

Jesus Cristo nos disse:
“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (Jo 10,10)  “Eu sou o caminho a verdade e a vida.” (Jo 14,6) 
O POVO PRECISA DA VERDADE E DA VIDA!
O Beato João Paulo II nos disse: Não tenhais medo! Não tenhamos medo!
Dom Luiz Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
 Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br

CONVOCAÇÃO - CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!


CPI  da VERDADE  sobre o  ABORTO, JÁ


PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO PÚBLICA 

DATA:   21.03.2012 
HORÁRIO DO INÍCIO: 12:30 horas
CONCENTRAÇÃO:  a partir das 11:00 h, na escadaria da CATEDRAL DA SÉ - SÃO PAULO
LOCAL da MANIFESTAÇÃO: em frente ao FORUM JOÃO MENDES, na Praça João Mendes, Centro, São Paulo
CAMISETAS: haverá distribuição de camisetas para os primeiros 500 participantes (dependendo da numeração)
LEVAR : APITOS, FAIXAS E CARTAZES:  ABORTO NUNCA MAIS - CPI DO ABORTO, JÁ - ABORTO NÃO - os grupos podem imprimir suas próprias camisetas
Quem não puder comparecer, pode se manifestar no dia por outras formas: 
TWITTAÇO:  dia 21.03.2012  - a partir das 13h  - #abortonuncamais - @SenadoresBrasil - @CamaraDeputados - @AssembleiaSP
FACEBOOK E OUTRAS FORMAS DE SE MANIFESTAR
EMAILS :  dia 21.03.2012, a partir das 10:00 - enviar emails para a Câmara Federal e Senado (os nomes e emails dos parlamentares podem ser retirados nos portais da Câmara e do Senado)
TELEFONE:  telefonar a partir das 13:00 - Câmara - 0800.619.619 / Senado - (61) 3303-1211 
Convocamos as crianças, os jovens, os adultos, os idosos, os CRISTÃOS, de todas as denominações,  os NÃO-CRISTÃOS, todos DEFENSORES DA VIDA para, no dia 21.03.2012, às 12:30 horas, comparecerem em frente ao FORUM JOÃO MENDES, Centro de São Paulo, participarem da MANIFESTAÇÃO – CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO, JÁ! 
Dom Luiz Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br

Papa aos párocos: “Chega de carreirismo”

“É a falta de humildade que destrói a unidade” da Igreja. “A soberba é a raiz de todos os pecados”. As afirmações são deBento XVI, bispo de Roma falando de improviso aos párocos da sua diocese. Mais de 300 o ouviram nessa quinta-feira, 23 de fevereiro, na Aula Nervi, no tradicional encontro do início daQuaresma com os padres romanos. 

A reportagem é de Roberto Monteforte, publicada no jornalL`Unità, 24/02/2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto

Neste ano, em vez da troca de perguntas e respostas, o papa preferiu realizar uma lectio divina. Por uma hora, falando de improviso, ele lhes explicou as insídias das quais é preciso se resguardar. Assim como aos futuros 22 cardeais durante o último  Consistório, ele indicou as lógicas mundanas, a busca do poder e do sucesso. 

Só a humildade, conjugada com o realismo, proferiu o pontífice, que “nos torna verdadeiramente livres”. Diante dos “corvos”, do vazamento de documentos reservados dos Sagrados Palácios, evidente extensão pública de um confronto interno à Cúria Romana, o papa convida a olhar para a fé, para o serviço e para o amor à Igreja e aos irmãos. 

Nessa quinta-feira, ele denunciou o carreirismo presente na Igreja. Convidou a fugir da “vaidade” que – afirmou, falando em primeira pessoa –, “no fim, é contra mim e não me faz feliz”. “Devo saber aceitar – continuou – a minha pequena posição na Igreja”. É essa humildade – acrescentou – que “leva a não querer aparecer, mas sim a fazer aquilo que Deus pensou para mim e que, para mim, faz parte do realismo cristão”. 

A humildade é central. “Os cristãos – observou – estão divididos porque falta a humildade’. “A soberba – enfatizou – é arrogância. É a raiz de todos os pecados, a busca do poder, aparecer aos olhos dos outros, não se preocupar em agradar a si mesmo e a Deus. Ser cristão significa superar essa tentação”. 

Durante a audiência geral da quarta-feira e depois no rito das Cinzas celebrado à tarde na Basílica de Santa Sabina, o papa advertira contra a tentação do poder e do materialismo. Antes ainda, havia indicado o perigo representado pelo poder da mídia e das finanças. Na sua lectio, não faltou uma passagem crítica contra os “católicos adultos”, contra uma “fé emancipada do magistério”. 

Mas, para Ratzinger, o resultado “é a dependência das ondas do mundo, da ditadura dos meios de comunicação, da opinião comum, ou seja, do modo que todos pensam e querem”. É o neoconformismo. “Libertar-se dessa ditadura – disse – é libertar-se realmente”. 

O grande problema da Igreja, concluiu o Papa Bento XVI, é o da “falta de conhecimento da fé”, do “analfabetismo religioso”. Ele admitiu que, na Igreja, hoje, “nem tudo é fé e amor” e que “se destrói a esperança que torna visível o Rosto de Deus”. Ele convidou os párocos romanos a viver a esperança. “Ela – assegurou – nos garante que os poderes não são diferentes, e, no fim, o líder não permanece, não permanece a sujeira do mal, do pecado. Permanece apenas a Luz”. 

Fonte: INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS, Sábado, 25/02/2012. 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Abortista tem consciência???

Escrevemos no post do pedido de abertura da CPI da VERDADE sobre o ABORTO: 


QUEM pratica O MAL MAIOR, pode praticar TODOS OS OUTROS. O assassinato é o crime maior, pois tira A VIDA, o maior bem de uma pessoa.  Aqueles que propõem a morte dos filhos dos outros ou matam seus próprios filhos perdem os parâmetros morais e podem praticar qualquer outro crime, sem nenhum peso na consciência.

Renata pediu às abortistas que tenham consciência.  Não acredito que terão! Leiam a cobrança, sem medo, feita por Renata no Senado:


Meu nome é Renata Gusson Martins, tenho 30 anos, sou de São Paulo, e sou eu a mulher que se pronunciou no vídeo repercutido pelas redes sociais, no qual falo sobre a defesa da vida. Pra mim está sendo uma surpresa tudo isso, o alcance das minhas palavras durante reunião transmitida pela TV Senado no dia 08 março, Dia Internacional da Mulher, direto da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher (CDHSPDM).


Eu sou uma cidadã brasileira comum, casada, mãe, profissional… Apenas mais uma entre milhões de mulheres que fazem o Brasil. Para mim, toda essa divulgação que a mensagem em defesa da vida ganhou nesses dias é a confirmação evidente de algo muito interessante: acredito que, na verdade, servi de porta-voz para um batalhão de mulheres (e homens também) que, se estivessem naquele mesmo lugar e momento, teriam dito coisas semelhantes às que eu disse.
No fundo é o que toda gente de bem faria! É o que noto com os “aplausos” e tantos comentários favoráveis. Tive a nítida impressão que minhas palavras somente puderam encontrar eco nos corações e nas mentes porque esses mesmos corações e mentes carregam em si o respeito pela vida e o rechaço veemente ao aborto.
Eu quero contar como tudo isso aconteceu.
Na semana passada eu estive em Brasília com o intuito de participar da reunião da subcomissão na data em que civilmente comemoramos o Dia Internacional da Mulher. Quis estar lá para expressar àquelas que deveriam nos representar, no Congresso Nacional, que qualquer política pública que nos pretenda dizer que “só seremos felizes e livres” no dia em que tivermos acesso total ao aborto, é frontalmente contrária ao genuíno bem-estar da mulher brasileira.
Acredito que o dia em que se disser a uma mulher “negra e pobre” que o melhor que a saúde pública pode lhe oferecer é a possibilidade de matar seu filho indefeso da mesma forma que “brancas e ricas” fazem em clínicas particulares sem ter que arcar com o ônus criminal e ser tratada de forma “humanizada”, será o dia mais cruel e perverso para ela, pois será ela a que mais será convencida a abortar seus filhos “negros e pobres” indesejados pelo Establishment.
E essa não é uma compreensão nova para mim. Sempre fui contrária à prática do aborto! Mas, em 2010, especialmente durante o período eleitoral, eu comecei a interessar-me mais pela questão e fui conhecendo melhor – naqueles conturbados e inesquecíveis dias dos meses de setembro e outubro de 2010 – a verdadeira dimensão do que significa a “estratégia abortista”.
Lembro-me que estudei diversos documentos disponibilizados na própria internet, e que explicam o papel fundamental das Fundações Ford eMacArthur, entre outras, na promoção do aborto no Brasil e nos demais países da América Latina.
Li, com muito interesse e surpresa, como o caso da menina de Alagoinha (PE) – estuprada e grávida com apenas nove anos de idade – foi usado propositalmente por ONGs feministas pró-aborto – com o respaldo de uma parcela bastante significativa da mídia brasileira – para “comover” a opinião pública e ajudar no debate favorável à descriminalização do aborto.
Durante a leitura dos documentos procurei averiguar os diversos links que eles ofereciam e, para meu espanto, tudo ia se confirmando e cheguei à conclusão de que toda essa “conversa” de saúde e direitos sexuais e reprodutivos não se trata de outra senão a legalização total e completa do aborto em todo o mundo que, num futuro não tão distante, viria a serdeclarado como um direito humano pela Organização das Nações Unidas (ONU).
A legalização do aborto não se trata de um “progresso dos tempos”, como nos querem fazer acreditar. Não é algo como dizer que antigamente as mulheres não votavam, não trabalhavam fora de casa e hoje o fazem, logo, hoje devem ter direito ao aborto como apenas mais uma aquisição de direito
Não, não e não!
O que se verifica é que esse movimento aparentemente natural está sendo propositalmente financiado e conduzido. E nós não podemos deixar de notar que é extremamente genial.
Estão usando as próprias mulheres para lutarem pelos “direitos” da mulher. Ora, que pessoa em sã consciência deixaria de achar justo que uma mulher queira angariar direitos para si e suas demais concidadãs?
É por isso que encontramos juristas e tantos outros homens que acreditam que o aborto deva ser legalizado porque é uma “luta da mulher”. Realmente fica parecendo que é a mulher quem, espontaneamente, se deu conta que deve ter acesso ao aborto legal. Entretanto, ela está sendo apenas manipulada para agir assim.
Foi isso que eu quis frisar na reunião da Subcomissão de Defesa da Mulher. Infelizmente o tempo foi muito curto e não havia a mais remota possibilidade de abordar esse problema de modo mais profundo.
Faltou tempo para falar que corremos um risco iminente de vermos solapados os valores verdadeiramente democráticos de nossa nação, uma vez que – pasmem! – 16 juristas decidiram, contrariando mais de 80% da população do Brasil, que o aborto deva deixar de ser crime em diversas situações.
Estou falando sobre a aprovação do anteprojeto de reforma do Código Penal feito pela comissão de juristas indicados pelo Senado. Eu realmente me pergunto como é possível que o destino de milhões de brasileiros inocentes possa estar na mão de 16 (dezesseis!) pessoas que, com a maior ligeireza e aparente surdez à grande manifestação pró-vida presente à audiência, votaram “a toque de caixa” pela descriminalização do aborto.
Diante de tudo o que disse, eu gostaria de dirigir um “apelo a todos os brasileiros e brasileiras” para que, primeiramente, estudem e se aprofundem no assunto. Sem conhecimento não é possível defender a vida nos dias atuais.
Importa não desanimar e saber que contra a ideologia temos que usar copiosamente da palavra. A palavra é como a roupa do pensamento! A mim, me parece que o futuro e o destino da defesa da vida passam pela maior difusão e conhecimento possíveis das inúmeras peças do enorme quebra-cabeças da “cultura da morte”.
Gostaria de concluir essa breve apresentação que tantos pediram fazendo um convite. Convido você que é comprometido com a defesa da vida humana, e mesmo você que talvez tenha se deparado somente agora com essas informações e que pode estar impressionado com tudo o que disse agora, a acessar os links desta mensagem e imprimir os documentos.
Comece a empreender um estudo sério e comprometido dos mesmos. Da sua atuação pode depender a vida de muitos brasileiros e outros latino-americanos. Parece demagogia, mas esteja certo de que não é. Forme grupos de estudo, faça reuniões para aprofundar o tema. Há bastante material sério para ajudá-lo nessa tarefa.
E se puder pedir algo mais, eu pediria a você que acompanhasse o trâmite da defesa da vida especialmente no Senado, com a reforma do Código Penal. Talvez seja necessário que muitos de nós nos dirijamos a Brasília em dias-chave para impedir o genocídio.
Se isso vier a acontecer, peço insistentemente que você não pense que “uma andorinha não faz verão”. Talvez seja você aquela andorinha que, junto com outras, possa fazer o mais lindo dos verões: o verão da vida assegurada em seu início como um direito de todos os brasileiros.
Muito obrigada pelo carinho de todos, pela atenção e pela divulgação do vídeo. Façamos a nossa parte para que mais pessoas tenham acesso à verdade sobre o aborto.


CPI da VERDADE sobre o ABORTO JÁ! - COPACABANA-RJ TERÇO CONTRA O ABORTO

CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!

COPACABANA-RJ - POSTO 3 - dia 18/03 - 15h
TERÇO CONTRA O ABORTO 
Os 82% ou 71% do povo brasileiro contra a liberação do aborto precisam saber toda a VERDADE e merecem respeito.  Os Parlamentos brasileiros NÃO PODEM MAIS SE OMITIR! Não dá mais para esconder os financiamentos internacionais e interesses assassinos e escusos por trás da campanha a favor do aborto. Precisamos de "comissões da verdade" para DAR VIDA às pessoas e NÃO MORTE. O Senado e a Câmara Federal podem criar CPIs. As Assembleias Legislativas estaduais e as Câmaras Municipais também podem criar CPIs para investigar entidades abortistas sediadas em seus estados e municípios.

CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO JÁ! Há várias justificativas para iniciar a CPI DO ABORTO e mostrar a verdadeira face oculta da CULTURA DA MORTE, da CAMPANHA PELO ABORTO LIVRE.


Veja também: Brasileiros pelo Direito de Decidir Contra a Vontade da Fundação Ford

“MATERNICÍDIO”. Os abortistas usam NUMEROS MENTIROSOS para assustar o povo e enganar os parlamentares. Já falaram em três milhões, um milhão e, agora,  falam em 200 mil mortes maternas por ano. Por esses números teríamos um “maternicídio”. Os abortistas usam o número de curetagens em ABORTOS ESPONTÂNEOS realizados pelo SUS (cerca de 180 mil/ano)  para dizer que são abortos clandestinos ou mortes maternas de mulheres negras ou pobres.  VERDADE: o Ministério da Saúde informou: no primeiro semestre de 2011,  foram 705 mortes maternas.  Se o número for repetido no segundo semestre,  serão  1.410 mortes materna no ano.  Infinitamente menor que 200 mil, um milhão, três milhões!  Um genocídio de bebês não salvará a vida de nenhuma gestante. Precisamos dar condições alimentares e de saúde para salvar a vida dessas 1.410 gestantes.

FALTA DE SAÚDE PÚBLICA.  As mortes maternas acontecem por falta de saúde pública adequada. Em BH,  95,5% das mortes maternas foram causadas por falha no atendimento de saúde, em 2010. Em Brasília, uma gestante ficou com o FETO MORTO em seu útero por OITO DIAS e outra recebeu o FETO NUM VIDRO. Gestantes ficam abandonadas pelos corredores hospitalares em várias partes do país. A presidente Dilma Rousseff cortou a verba da saúde em mais de 5 bilhões de reais neste ano. As mortes das mulheres pobres, sem atendimento ou nas portas dos hospitais, é um problema de FALTA DE SAÚDE PÚBLICA. É uma lástima a omissão dos governantes e dos parlamentos com futuro dos brasileirinhos e brasileirinhas. Pergunta-se: IMPEDIR QUE NASÇAM, MATÁ-LOS NO ÚTERO DE SUAS MÃES SERÁ MELHOR PARA O BRASIL?

NAZISMO, PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO. Os abortistas dizem que as mulheres ricas, de todas as cores de peles, têm dinheiro para pagar seus abortos, por isso matariam seus filhos com mais tranqüilidade.  Dizem que as mulheres pobres ou negras (usam a cor para vincular suas propostas ao racismo) morrem porque não têm dinheiro para pagar os abortos. As propostas dos abortistas são todas no sentido de assassinar os filhos das mulheres pobres. Os abortistas são adeptos de Hitler, querem criar uma raça brasileira pura, sem filhos de famílias pobres. O Estado é obrigado a dar “assistência aos desamparados” (art. 6º.CF) e saúde para as mulheres pobres, de qualquer cor, para que seus filhos sejam saudáveis. Pergunta-se: UM PAÍS VERDADEIRAMENTE RICO É UM PAÍS QUE MATA OS FILHOS DOS POBRES?

CAPITALISTAS BILIONÁRIOS INTERNACIONAIS. O noticiário informa sobre o financiamento de ONGs e pessoas dedicadas à causa abortista por CAPITALISTAS internacionais BILIONÁRIOS - Fundação Ford Warren Buffet  Nos EUA abortistas desviaram dinheiro destinado à cura de câncer para praticar abortos. É preciso descobrir como (se legalmente) e quem envia, quem recebe e proibir esse tipo de atividade destinada à matança dos brasileiros. É preciso confiscar esse dinheiro e destiná-lo à saúde. Pergunta-se: PODEMOS DEIXAR DINHEIRO INTERNACIONAL MATAR BRASILEIRINHOS E BRASILEIRINHAS ?

PROTEÇÃO À MATERNIDADE.  A Constituição Federal diz, em seu artigo 6º., que são direitos sociais “...a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados...”. A gestação se inicia com a fecundação do óvulo. Portanto, é obrigação do Estado dar proteção à gestante, e não propor o assassinato de seu filho. Nunca uma mulher precisou de atestado de psicólogo para declarar se ela estava em “condições psicológicas” para dar à luz e manter uma criança.  Será que a mulher precisará de autorização do psicólogo para ter filhos ? A maternidade é um dom natural.  O Estado, representado pela presidente, os governadores, os prefeitos e os parlamentos têm obrigação de dar proteção à maternidade  e dar assistência às gestantes desamparadas (art. 6º.CF), através de um subsídio mensal, pago diretamente a elas, para terem seus filhos com saúde.

ABORTO E ESTUPRO SÃO CRIMES HEDIONDOS.   Em nosso requerimento ao Ministério Público de Guarulhos, demonstramos que o aborto e o estupro são crimes hediondos.  No aborto,  a vítima, inocente e indefesa,  é assassinada por meios cruéis.  A alteração do Código Penal pode acontecer, mas para suprimir todas as possibilidades de aborto e garantir VIDA AOS NASCITUROS. O exemplo da deputada federal FÁTIMA PELAES (VÍDEO AQUI) mostra que não podemos tirar a vida de ninguém. Para os casos de estupro, os governos e os parlamentos podem criar um subsídio financeiro para a mãe, até o nascimento do bebê, e simplificar a adoção, para reduzir o tempo de espera dos adotantes e evitar disputas judiciais entre a mãe adotiva e a mãe biológica.    

DIREITO DO NASCITURO/ANENCÉFALO. O ex-ministro do STF, EROS GRAU, sem nenhuma paixão religiosa, demonstra o direito do nascituro,  inclusive o anencéfalo,  no artigo "Pequena nota sobre o direito a viver".

PACTO DE SAN JOSE DA COSTA RICA. A Convenção Americana de Direitos Humanos foi promulgada pelo Brasil através do decreto nº. 678/92. O art. 4º prevê o direito à vida e é bastante claro: “1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.” Nos termos do art. 44, da Convenção, se aprovada a liberação do aborto, os organismos de defesa da vida poderão denunciar o Governo Brasileiro junto a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, sediada em Washington, Estados Unidos da América.

GENOCÍDIO. A antiga "Convenção Para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio", promulgada pelo Decreto Presidencial n. 30.822, de 06.05.1952, renovada pelo  Estatuto de Roma, promulgado pelo Decreto Presidencial nº. 4.388, de 25.09.2002, prevê, no seu art. 6o , o crime de Genocídio: “Para os efeitos do presente Estatuto, entende-se por ‘genocídio’, qualquer um dos atos que a seguir se enumeram, praticado com intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, enquanto tal:  d) Imposição de medidas destinadas a impedir nascimentos no seio do grupo”. A elaboração de leis que possibilitem o assassinato em massa de filhos de mulheres pobres  tem a conotação de impedir nascimentos no seio desse grupo nacional (pobres), podendo levar a denúncias no Tribunal Penal Internacional.

QUEM pratica O MAL MAIOR, pode praticar TODOS OS OUTROS. O assassinato é o crime maior, pois tira A VIDA, o maior bem de uma pessoa. A vida é uma dádiva de Deus.   Precisamos acabar com a CULTURA DA MORTE, para reduzir a violência e gerar a paz. Aqueles que propõem a morte dos filhos dos outros ou matam seus próprios filhos perdem os parâmetros morais e podem praticar qualquer outro crime, sem nenhum peso na consciência.

CONVOCAÇÃO. Convoco as crianças, os jovens, os adultos, os idosos, os CRISTÃOS, de todas as denominações,  os NÃO-CRISTÃOS, todos DEFENSORES DA VIDA para, HOJE, dia 21.03.2012, comparecerem na CONCENTRAÇÃO, a partir das 11:00 horas, na escadaria da Catedral da Sé, em São Paulo, para, em seguida, a partir das 12:30 h,   participarem da MANIFESTAÇÃO – CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO, JÁ!, em frente ao FORUM JOÃO MENDES, na Praça João Mendes, Centro de São Paulo.

Jesus Cristo nos disse:
“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (Jo 10,10)  “Eu sou o caminho a verdade e a vida.” (Jo 14,6) 
O POVO PRECISA DA VERDADE E DA VIDA!
O Beato João Paulo II nos disse: Não tenhais medo! Não tenhamos medo!
Dom Luiz Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
 Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br


UMA GUERRA NADA SANTA

Percival Puggina


Para o Conselho de Magistratura do TJ/RS, todos os desembargadores - centenas! - que por ali passaram ao longo de 121 anos eram cegos de bengalinha ante os crucifixos das salas de audiência ou incompetentes para entender o sentido da laicidade do Estado constante de todas as constituições republicanas.


Teses sem ressonância social vêm atropelando a pauta das prioridades e virando o país do avesso. Foi o caso dos crucifixos. Tão do avesso que ganhou manchetes. Responda-me, leitor: de cem pessoas que ingressam numa sala de audiências, quantas ficam dispnéicas, tarquicárdicas ou entram em sudorese se veem um crucifixo? Nenhuma? Pois é. E quantas - na real, sem exageros - se sentirão pessoalmente injuriadas por aquele símbolo? Ante símbolos religiosos, pessoas normais reagem com respeito ou com indiferença. Indignação, revolta, alergia escapam à normalidade. Portanto, os que investiram contra os crucifixos e enrolaram em seus argumentos cinco magistrados gaúchos, são portadores de uma idiossincrasia, de uma aversão pessoal. Tal abominação é um problema que está nelas. Juro, o crucifixo é inocente! Tampouco é um problema da sociedade ou do Estado brasileiro, como já decidiu o Conselho Nacional de Justiça em 2007. A retirada dos crucifixos toma a situação pelo seu avesso. Considerou discriminatória a presença do símbolo, quando discriminador e preconceituoso é quem posa de ofendido por ele. Ou não?


O Estado brasileiro não é ateu, é laico, mas a laicidade, no sentido em que é definida pela Constituição, recusa as pretensões do ateísmo militante. O Estado brasileiro não é inimigo da fé; ao contrário, com vistas ao interesse público, colabora com as confissões religiosas (CF, art.19,I). Prevê assistência religiosa aos que estão presos (CF Art. 5º VII). Também por essa compatibilidade de fins há capelães nas Forças Armadas. Retirar os crucifixos para acolher como saudáveis reações que afrontam a consciência civilizada não é defender o laicismo mas curvar-se ao ateísmo militante, de pouco futuro e péssimo passado.


No volumoso Curso de Direito Constitucional (Ed. Saraiva, 2007), após citar o professor alemão Peter Häberle para demonstrar que elementos religiosos, como os feriados, são bem-vindos porque reacendem na memória coletiva suas raízes culturais, Gilmar Mendes e outros dois autores concluem assim o capítulo em que tratam da liberdade religiosa: "O Estado que não professa o ateísmo pode conviver com símbolos, os quais não somente correspondem a valores que informam sua história cultural como remetem a bens encarecidos por parcela expressiva de sua população - por isso, também, não é dado proibir a exibição de crucifixos ou de imagens sagradas em lugares públicos".


Não há uma única evidência de que crucifixos em salas de audiência tenham patrocinado descumprimento do nosso Direito para adotar imposições canônicas. Portanto, o que mais corretamente se pode assumir como efeito da presença do símbolo é exatamente o inverso do alegado. Ele inspira boa justiça. Na tradição Ocidental, é símbolo máximo da dor e da aflição causada pela injustiça!


Seus adversários olham para o crucifixo mas focam, lá na frente, os princípios, os valores e as tradições que lhe são implícitos. Muitos, como os relacionados à defesa da vida, à dignidade e aos direitos humanos, às liberdades, à família, compõem convicções constitucionalizadas no Brasil e se refletem nas deliberações legislativas. É contra esse alvo que o ateísmo militante está declarando guerra e rufando tambores. Não agem por amor à Constituição, mas por ódio ao perfume cristão que ela legitimamente exala. Como escrevi anteriormente: deixem ao menos os pregos!

quinta-feira, 15 de março de 2012

PUC-SP - Programação de Quaresma e Páscoa -Tema: "Jesus de Nazaré: da entrada em Jerusalém até a Ressurreição", de Bento XVI




1. Grupos de reflexão
Preparando para a Páscoa, reflexão semanal sobre uma passagem do Evangelho, iluminada pelos comentários de Bento XVI no livro "Jesus de Nazaré: da entrada em Jerusalém até a Ressurreição".
Veja aqui data, hora e locais de encontro.
Inscrições e mais informações pelo e-mail fecultura@pucsp.br.

2. Retiro de preparação da Páscoa - A fé e a presença do Ressuscitado hoje.
Orientado pelo padre Vando Valentini, coordenador da Pastoral Universitária da PUC-SP.
Missa celebrada por Dom Edmar Peron, Bispo referencial para a Presença da Igreja na Universidade e para a Coordenação Pastoral do Mundo da Cultura e da Política na Arquidiocese de São Paulo.
Cantos, liturgia e orações acompanhadas pelo Coral da Paróquia Universitária.
Veja aqui data, hora e local 
Inscrições e mais informações pelo e-mail fecultura@pucsp.br.

3. Cine fórum com debate sobre os filmesJesus Cristo Superstar, de Norman Jewinson.
O Evangelho Segundo São Mateus, de Pier Paolo Pasolini
A Paixão de Cristo, de Mel Gibson.
Veja aqui toda a programação
Vagas limitadas, inscrições até 29/02/2012 pelo e-mail fecultura@pucsp.br.

4. Missa de preparação para a Páscoa
Dia 11 de abril, às 12h00 na Capela da PUC, celebrada por Dom Edmar Peron.

5. Manhã de convivência e integração
Data: 21/abril 
Local: Chácara Karina – São Bernardo do Campo – SP
Informações no blog: chacarakarina.blogspot.com
Saída: na frente do TUCA, às 8h
Veja aqui toda a programação


Por uma “CPI da Verdade Sobre o Aborto”. Ou: Brasileiros Pelo Direito de Decidir contra a Vontade da Fundação Ford


14/03/2012
 às 19:15


Em outubro de 2010, o Datafolha fez uma pesquisa para saber a opinião dos brasileiros sobre o aborto: 71% são contrários à legalização ou à ampliação das possibilidades de interrupção legal da gravidez — hoje só permitida em caso de estupro e risco de morte da mãe. Veem com simpatia a ampliação dessas hipóteses 11% dos entrevistados; 7% se disseram favoráveis à legalização em qualquer caso. Alguns levantamentos sustentam que chegam a 82% os contrário a qualquer mudança na legislação.

Não obstante, ou por isso mesmo, como se sabe, o lobby pró-aborto é gigantesco. Uma comissão de juristas, recentemente, propôs, na prática, a sua legalização numa proposta de reforma do Código Penal enviada ao Senado. Segundo o texto, se médicos e psicólogos constatarem que a gestante não tem condições psicológicas de ter um filho — e desde que ela concorde —, o aborto deve ser feito pelo Estado. Na prática, nem é preciso demonstrar, trata-se da legalização por uma via oblíqua, ainda que o tema seja de natureza constitucional.
Muito bem. Um grupo de cristãos — no caso, católicos — passou a defender que se faça “A CPI da Verdade Sobre o Aborto”
Encontrei a convocação para o primeiro ato público em favor da CPI no site de dom Luiz Bergonzini. Está marcado para o dia 21 de março, à partir das 12h30. Os manifestantes devem se reunir, a partir das 11h, na escadaria da Catedral da Sé e marchar até o Fórum João Mendes, centro de São Paulo. Quem não puder comparecer pode aderir a um tuitaço, no mesmo dia 21, a partir das 13h:
#abortonuncamais - @SenadoresBrasil - @CamaraDeputados - @AssembleiaSP
Exagero?É claro que os “moderados” dirão que se trata de um óbvio exagero e que a CPI é descabida porque o aspecto público da questão não está muito claro. Discordo, acho a ideia da CPI boa e vou dizer por quê. A propósito: aqueles que são favoráveis à descriminação do aborto, à legalização ou à ampliação das hipóteses em que ele pode ser realizado deveriam aderir à proposta. É uma questão de honestidade intelectual.
A ministra Eleonora Menicucci foi a uma reunião da ONU e aceitou de bom grado a farsa de que 200 mil mulheres morrem por ano no Brasil em razão de abortos clandestinos. Sustenta-se que um milhão de procedimentos ilegais são feitos por ano no país. Chegou a hora de sabermos:
- qual é a origem desses números?
- são definidos com base em quais informações?
Ora, o Ministério da Saúde define políticas públicas para a área, não? Segundo o ministro da pasta, Alexandre Padilha, houve 705 mortes mortes de mulheres em decorrência da gestação no primeiro semestre de 2011. Mantida a tendência, haverá 1410 no ano — ou 0,7% do que alardeiam os grupos favoráveis ao aborto. Parece não existir hipótese, dado o número de crianças que nascem no país, de haver 1 milhão de abortos clandestinos por ano.
PARECE QUE ALGUÉM ESTÁ MENTINDO PARA FRAUDAR POLÍTICAS PÚBLICAS E ENGANAR OS BRASILEIROS. Mas, é claro!, pode ser que exista uma realidade subterrânea, que todos ignoramos, só descoberta por esses militantes, e que esteja em curso no Brasil, com efeito, um verdadeiro “mulhericídio”. Numa CPI, os que sustentam esses números poderão apresentar as suas evidências.
Mais: mesmo essas mil e poucas mortes têm de ser esclarecidas. Aconteceram em quais circunstâncias?
Lobby e financiamento externoOs brasileiros também têm o direito de saber quais são as entidades, especialmente as estrangeiras, que financiam os grupos pró-aborto no Brasil e por quê. É o caso, por exemplo, da onipresente Fundação Ford. Não há hipótese de haver uma luta ruim (a meu juízo, claro!) no país que não conte com dinheiro desses valentes. Lembro, de cabeça, alguns exemplos:
- descriminação do aborto;
- controle social dos meios de comunicação;
- racialismo;
- demarcação contínua da Raposa Serra do Sol e consequente expulsão dos arrozeiros;
- ambientalismo do miolo mole.
Pesquisem. É possível achar causas de “A” a “Z”. Seus financiados, não raro, são chamados a colaborar com o governo e participam das conferências públicas, fazendo um lobby intenso. Não se trata, pois, de mera questão privada.
“Mas o que há de mal nesse financiamento?”, indagará alguém. Depende! Se o objetivo é sustentar uma mentira para interferir na formulação de políticas públicas, é evidente que isso tem de ser do interesse do Parlamento — e das Assembleias Legislativas e das Câmaras Municipais. Se há algo que essas entidades estrangeiras saibam e a gente não, então chegou a hora de… saber!
Que mal poderá fazer a CPI? Grupos como o CFemea, Católicas Pelo Direito de Decidir e congêneres certamente não têm nada a esconder — inclusive não devem ter motivos para esconder suas fontes de financiamento e de informação. Com tudo colocado às claras, o país escolherá o melhor para as mulheres brasileiras.
CPI já! Viva a transparência! Quem tem medo da informação!
Agora faço parte do grupo “Brasileiros pelo Direito de Decidir Mesmo Contra a Vontade da Fundação Ford”.
PS: Antes que algum tontinho me acuse de estar alimentando teorias conspiratórias, destaco que não há nada de irrealista, abstrato ou mágico no dinheiro que essas entidades dão a esses grupos que parecem alimentados apenas por sua fome do bem, do belo e do justo.
PS2 - No que diz respeito à questão de fé, a CPI é uma luta de todos os cristãos, não apenas dos católicos. No que diz respeito ao direito à informação correta, esta é uma luta de todos os brasileiros, também dos agnósticos e ateus — e os há aos montes contrários ao aborto. Mesmo aqueles que são favoráveis, se honestos intelectualmente, devem convir que a verdade é um bem, não um mal. 
Por Reinaldo Azevedo