sábado, 3 de março de 2012

Graças a Deus, a PUC não é uma "progressista universidade comunista" !

Brasão do Papa Bento XVI
Tempos atrás, a PUC quase foi palco de um movimento em favor da liberação da maconha. A reitoria foi obrigada a fechar o campus para impedir tão abjeto evento. Outro dia escrevemos o post sobre o professor da PUC, o jornalista Leonardo Sakamoto, que propaga a liberação do aborto. Depois disso, ele escreveu outro texto, defendendo a liberação da eutanásia (aqui).

Em razão daquele texto, um leitor que se diz aluno de uma PUC, nos escreveu dizendo que, dependendo do professor que está na sala de aula, a universidade parece uma "progressista universidade comunista". Como dissemos naquele post, PUC significa Pontífícia Universidade Católica, que provém do Pontífice e a ele está subordinada, regida pela Constituição Apóstólica Ex Corde Ecclesiae.

Nesta semana, recebemos a notícia de um evento realizado na PUC-SP, provavelmente convocado pelo grão-chanceler, Cardeal Dom Odilo Scherer e pelo reitor Dirceu de Melo. Foram convidados para o evento todos os Bispos e todo o clero da Arquidiocese de São Paulo.

O reitor, Dirceu de Melo, e o grão-chanceler, Cardeal Dom Odilo Scherer, reuniram a diretoria, os bispos, párocos, vigários paroquiais, diáconos transitórios e permanentes da Arquidiocese de São Paulo,para declarar que "A PUC-SP é da Igreja Católica." (matéria no final)

Se a PUC é da Igreja Católica, deve seguir o Evangelho e a Moral Cristã. Não pode ter em seu corpo docente professores contrariando os ensinamentos da Igreja Católica, dentro ou fora da sala de aula.

É um direito de cada pessoa ter e defender as idéias que quiser. Porém, as escolas e universidades católicas não são obrigadas a admitir empregados com posições contrárias aos seus ensinamentos.

Qualquer empregado, ao ser admitido, assina um contrato se comprometendo a trabalhar pelos objetivos da empresa e dentro dos princípios dela: "1. uma inspiração cristã não só dos indivíduos, mas também da Comunidade universitária enquanto tal; 2. uma reflexão incessante, à luz da fé católica, sobre o tesouro crescente do conhecimento humano, ao qual procura dar um contributo mediante as próprias investigações; 3. a fidelidade à mensagem cristã tal como é apresentada pela Igreja; 4. o empenho institucional ao serviço do povo de Deus e da família humana no seu itinerário rumo àquele objectivo transcendente que dá significado à vida. [17] " (Ex Corde Ecclesiae) Os objetivos da Pontifícia Universidade Católica são de formar profissionais competentes, mas observando a Doutrina Cristã, em absoluta sintonia com o Papa Bento XV.

Os professores abortistas, defensores da eutanásia, da liberação da maconha, da ideologia homossexual ou comunistas podem procurar escolas que defendam essas ideias, por exemplo UnB, para lecionar nelas. Não podem lecionar numa escola católica, que é totalmente contrária a esses posicionamentos.

No caso dos alunos, em qualquer escola, no ato da matrícula, eles assinam um compromisso de obediência ao regulamento interno da escola, inclusive com seus princípios. Os alunos que prestam vestibular para a PUC já sabem que ela obedece os princípios do catolicismo. No ato da matrícula, eles assinam o compromisso de obedecer o regimento interno. A partir daí, eles estão obrigados a cumprir as regras da PUC. Eles não estão obrigados a cursar a PUC. Há inúmeras faculdades por aí. Se forem adeptos do aborto, da eutanásia, da ideologia homossexual, da liberação das drogas, do comunismo, podem procurar faculdades com essas ideias para estudar.

As afirmações do reitor, Dirceu de Melo, e do grão-chanceler, Cardeal Dom Odilo Scherer, que a PUC é da Igreja Católica, na presença de todo clero da Arquidiocese, tem um  simbolismo importante.

POR COERÊNCIA, é preciso que, aqueles que têm autoridade, tomem as providências necessárias para que os princípios cristãos e o catolicismo sejam respeitados pelos professores e alunos.

Graças a Deus, a PUC não é uma "progressista universidade comunista."
Graças a Deus, a PUC é uma universidade da Igreja Católica!


Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
     Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br

A seguir, a notícia sobre o evento na PUC-SP.

Dom Odilo recebe membros das paróquias paulistanas no Tuca

O Tuca recebeu, na manhã de 23/2, encontro do cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, com párocos, administradores e vigários paroquiais e diáconos transitórios e permanentes da Arquidiocese de São Paulo. O reitor Dirceu de Mello participou da mesa de abertura do encontro, que contou ainda com a presença dos cinco bispos auxiliares da Arquidiocese de São Paulo: Dom Edmar Perón, Dom Julio Endi Akamine, Dom Milton Kenan Junior, Dom Tarcísio Scaramussa e Dom Tomé Ferreira da Silva.

“É uma alegria muito grande para esta Universidade abrigar esse número significativo de sacerdotes numa atividade ligada ao ministério precioso que exercitam”, declarou na ocasião o reitor Dirceu. “Esta casa é também daqueles que hoje comparecem. Nossos cursos estão à disposição dos senhores sacerdotes, para que freqüentem, para que possam repetir aquilo que o reitor está dizendo neste momento: a casa é menos do reitor, é mais do que tudo dos senhores. É mais do que tudo, da Igreja Católica, que, afinal de contas, foi quem criou esta instituição da qual nós todos nos orgulhamos.”

Dom Odilo, grão-chanceler da Universidade, agradeceu as palavras do reitor e se disse alegre por realizar o encontro na PUC-SP. “É significativo para os nossos sacerdotes terem essa consciência que, de fato, a PUC-SP é da Igreja, logo, é um espaço onde devemos ter presença, interesse e acompanhar. Por aqui passam jovens que vão se formar profissionalmente, muitos dos quais vão se projetar na sociedade como lideranças e que, tendo passado pela nossa Universidade, podem receber algo daquilo que a Igreja propõe para a vida em sociedade, para a compreensão da vida, das atividades e das relações humanas”.

ELES CHEGARAM LÁ: DUPLA DE ESPECIALISTAS DEFENDE O DIREITO DE ASSASSINAR TAMBÉM OS RECÉM-NASCIDOS


02/03/2012
 às 5:41

Os neonazistas da “bioética” já não se contentam em defender o aborto; agora também querem a legalização do infanticídio! Eu juro! E ainda atacam os seus críticos, acusando-os de “fanáticos”. Vamos ver. Os acadêmicos Alberto Giublini e Francesca Minerva publicaram um artigo no, ATENÇÃO!, “Journal of Medical Ethics” intitulado “After-birth abortion: why should the baby live? - literalmente: “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?” No texto, a dupla sustenta algo que, em parte, vejam bem!, faz sentido: não há grande diferença entre o recém-nascido e o feto. Alguém poderia afirmar: “Mas é o que também sustentamos, nós, que somos contrários à legalização do aborto”. Calma! Minerva e Giublini acham que é lícito e moralmente correto matar tanto fetos como recém-nascidos. Acreditam que a decisão sobre se a criança deve ou não ser morta cabe aos pais e até, pasmem!, aos médicos.

Para esses dois grandes humanistas, NOTEM BEM!, AS MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE JUSTIFICAM O ABORTO JUSTIFICAM O INFANTICÍDIO, cujo nome eles recusam — daí o “aborto pós-nascimento”. Para eles, “nem os fetos nem os recém-nascidos podem ser considerados pessoas no sentido de que têm um direito moral à vida”. Não abrem exceção: o “aborto pós-nacimento” deveria ser permitido em qualquer caso, citando explicitamente as crianças com deficiência. Mas não têm preconceito: quando o “recém nascido tem potencial para uma vida saudável, mas põe em risco o bem-estar da família”, deve ser eliminado.
Num dos momentos mais abjetos do texto, a dupla lembra que uma pesquisa num grupo de países europeus indicou que só 64% dos casos de Síndrome de Down foram detectados nos exames pré-natais. Informam então que, naquele universo pesquisado, nasceram 1.700 bebês com Down, sem que os pais soubessem previamente. O sentido moral do que diz a dupla é claro: soubesse antes, poderia ter feito o aborto; com essa nova leitura, estão a sugerir que essas crianças poderiam ser mortas logo ao nascer. Não! Minerva e Giublini ainda não haviam chegado ao extremo. Vão chegar agora.
Francesca Minerva; o riso mais franco da morte
Francesca Minerva; o riso mais franco da morte

Por que não a adoção?Esses dois monstros morais se dão conta de que o homem comum, que não é, como eles, especialista em “bioética”, faz-se uma pergunta óbvia: por que não, então, entregar a criança à adoção? Vocês têm estômago forte?. Traduzo trechos da resposta:
“Um objeção possível ao nosso argumento é que o aborto pós-nascimento deveria ser praticado apenas em pessoas (sic) que não têm potencial para uma vida saudável. Conseqüentemente, as pessoas potencialmente saudáveis e felizes deveriam ser entregues à adoção se a família não puder sustentá-las. Por que havemos de matar um recém-nascido saudável quando entregá-lo à adoção não violaria o direito de ninguém e ainda faria a felicidade das pessoas envolvidas, os adotantes e o adotado?
(…)
Precisamos considerar os interesses da mãe, que pode sofrer angústia psicológica ao ter de dar seu filho para a adoção. Há graves notificações sobre as dificuldades das mães de elaborar suas perdas. Sim, é verdade: esse sentimento de dor e perda podem acompanhar a mulher tanto no caso do aborto, do aborto pós-nascimento e da adoção, mas isso NÃO SIGNIFICA que a última alternativa seja a menos traumática.”
A dupla cita trecho de um estudo sobre mães que entregam filhos para adoção:“A mãe que sofre pela morte da criança deve aceitar a irreversibilidade da perda, mas a mãe natural [que entrega filho para adoção] sonha que seu filho vai voltar. Isso torna difícil aceitar a realidade da perda porque não se sabe se ela é definitiva“.
VolteiÉ isso mesmo! Para a dupla, do ponto de vista da mulher, matar um filho recém-nascido é “psicologicamente mais seguro” do que entregá-lo à adoção. Minerva e Giublini acabaram com a máxima de Salomão. No lugar do rei, esses dois potenciais assassinos de bebês teriam mesmo dividido aquela criança ao meio.
Querem saber? Essa dupla de celerados põe a nu alguns dos argumentos centrais dos abortistas. Em muitos aspectos, eles têm mesmo razão: qual é a grande diferença entre um feto e um recém-nascido? Ao levar seu argumento ao extremo, deixam a nu aqueles que nunca quiseram definir, afinal de contas, o que era e o que não era vida. Estes dois não estão nem aí: reconhecem, sim, como vida, tanto o feto como o recém-nascido. Apenas dizem que não são ainda pessoas no sentido que chamam “moral”.
Notem que eles também suprematizam, se me permitem a palavra, o direito de a mulher decidir, a exemplo do que fazem alguns dos nossos progressistas, e levam ao extremo a idéia do “potencial de felicidade”, o que os faz defender, sem meios-tons, o assassinato de crianças deficientes — citando explicitamente os casos de Down.
O Supremo e os anencéfalos
O Supremo Tribunal Federal vai liberar, daqui a algum tempo, os abortos de anencéfalos. Como já afirmei aqui, abre-se uma vereda para a terra dos mortos, citando o poeta. Se essa má-formação vai justificar a intervenção, por que não outras? A dupla que escreveu o artigo não tem dúvida: moralmente falando, diz, não há diferença entre o anencéfalo e o recém-nascido saudável. São apenas pessoas potenciais. Afinal, para essa turma, quem ainda não tem história não tem direito à existência.
Um outro delinqüente intelectual chamado Julian SavulescuA reação à publicação do artigo foi explosiva. Os dois autores chegaram a ser ameaçados de morte, o que é, evidentemente, um absurdo, ainda que tenham tentado dar alcance científico, moral e filosófico ao infanticídio. No mínimo a gente é obrigado a considerar que os dois têm mais condições de se defender do que as crianças que eles defendem que sejam mortas. A resposta que dão à hipótese de adoção diz bem com quem estamos lidando.
Savalescu: o prosélito da morte de bebês agora acusa a perseguição dos fanáticos
Savulescu: o prosélito da morte de bebês agora acusa a perseguição dos fanáticos
Julian Savulescu é o editor da publicação. Também é diretor do The Oxford Centre for Neuroethics. Este rematado imbecil escreve um texto iradodefendendo a publicação daquela estupidez e acusa de fundamentalistas e fanáticos aqueles que atacam os dois “especialistas em ética”. E ainda tem o topete de apontar a “desordem” do nosso tempo, que estaria marcado pela intolerância. Não me diga!!!
O que mais resta defender? Aqueles dois potenciais assassinos de crianças deveriam dizer por que, então, não devemos começar a produzir bebês para fazer, por exemplo, transplante de órgãos. Se admitem que são pessoas, mas ainda não moralmente relevantes, por que entregar aos bichos ou à incineração córneas, fígados, corações?
Tudo isso é profundamente asqueroso, mas não duvidem de que Minerva, Giublini e Savulescu fizeram um retrato pertinente de uma boa parcela dos abortistas. Se a vida humana é “só uma coisa” e se os homens são “humanos” apenas quando têm história e consciência, por que não matar os recém-nascidos e os incapazes?
Estes são os neonazistas das luzes. Mas não se esqueçam, hein? Reacionários somos nós, os que consideramos que a vida humana é inviolável em qualquer tempo.
Texto publicado originalmente às 21h03 desta quinta
Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 2 de março de 2012

Bento XVI e a Campanha da Fraternidade

Ao Venerado Irmão


CARDEAL RAYMUNDO DAMASCENO ASSIS


Arcebispo de Aparecida (SP) e Presidente da CNBB                                                          
Fraternas saudações em Cristo Senhor!


De bom grado me associo à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que lança uma nova Campanha da Fraternidade, sob o lema “que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Ecio 38,8), com o objetivo de suscitar, a partir de uma reflexão sobre a realidade da saúde no Brasil, um maior espírito fraterno e comunitário na atenção dos enfermos e levar a sociedade a garantir a mais pessoas o direito de ter acesso aos meios necessários para uma vida saudável.


Para os cristãos, de modo particular, o lema bíblico é uma lembrança de que a saúde vai muito além de um simples bem-estar corporal. No episódio da cura de um paralítico (cf. Mi_ 9, 2-8), Jesus, antes de fazer com que esse voltasse a andar, perdoa-lhe os pecados, ensinando que a cura perfeita é o perdão dos pecados, e a saúde por excelência é a da alma, pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua alma?» (Mi 16,26). Com efeito, as palavras saúde e salvação têm origem no mesmo termo latino ‘salus’ e não por outra razão, nos Evangelhos, vemos a ação do Salvador da humanidade associada a diversas curas: “Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo o tipo de doença e enfermidades do povo” (Mt 4,23).


Com o seu exemplo diante dos olhos, segundo o verdadeiro espírito quaresmal, possa esta Campanha inspirar no coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade urna solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, tantas vezes sofrendo mais pela solidão e abandono do que pela doença, lembrando que o próprio Jesus quis Se identificar com eles: (pois Eu estava doente e cuidastes de Mim» (Mt 2536). Ajudando-lhes ao mesmo tempo a descobrir que se, por um lado, a doença é prova dolorosa, por outro, pode ser, na união com Cristo crucificado e ressuscitado, uma participação no mistério do sofrimento d’Ele para a salvação do mundo. Pois, «oferecendo o nosso sofrimento a Deus por meio de Cristo, nós podemos colaborar na vitória do bem sobre o mal, porque Deus toma fecunda a nossa oferta, o nosso ato de amor» (Bento XVI, Discurso aos enfermos de Turim, 2/V/2010).


Associando-me, pois, a esta iniciativa da CNBB e fazendo minhas as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias de cada um, saúdo fraternalmente quantos tomam parte, física ou espiritualmente, na Campanha «Fraternidade e Saúde Pública», invocando — pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida — para todos, mas de modo especial para os doentes, o conforto e a fortaleza de Deus no cumprimento do dever de estado, individual, familiar e social, fonte de saúde e progresso do Brasil, tornando-se fértil na santidade, próspero na economia, justo na participação das riquezas, alegre no serviço público, equânime no poder e fraterno no desenvolvimento. E, para confirmar-lhes nestes bons propósitos, envio uma propiciadora Bênção Apostólica.
Vaticano, 11 de fevereiro de 2012
          Bento XVI

CONGRESSO INTERNACIONAL - CIÊNCIA, ÉTICA e EDUCAÇÃO INTEGRADA


(Em São Paulo: VENDO O QUE NÃO SE VÊ)

Data: Previsão 06 a 08 de Dezembro/2012

Organização: O congresso está sendo organizado por grupos de profissionais Cristãos, de diferentes áreas, com apoio de diversas instituições de várias cidades do Brasil.

Objetivo: Informar e educar as comunidades sociais e acadêmicas, através de conhecimentos e esclarecimentos históricos e científicos,  por intermédio de equipes multiprofissionais, integradas, com foco nas ações de desenvolvimento sociais, baseadas em princípios  éticos Judaico-Cristãos, morais e espirituais, visando a qualidade de vida, a valorização e a formação integral do ser humano.

Público alvo:
profissionais de diversas áreas, estudantes, interessados e comunidade em geral.

Perfil do participante da equipe organizadora:

O mesmo deverá se integrar ao trabalho verdadeiramente Cristão (excluindo a dita “teologia da libertação” nas religiões católicas e protestantes), multiprofissional com educação integrada, se preocupando e estudando o ser humano em todos os seus aspectos (físico, emocional, mental, cultural, intelectual, social  e espiritual), educando e esclarecendo, para uma percepção espiritual Divina, através da ética e união das religiões Judaico-Cristãs, responsáveis pela elaboração da constituição do nosso país, dos continentes americanos e de países europeus, dos fatos históricos de personalidades filosóficas, cientistas e de trabalhos de pesquisas e sociais Cristãos, que não são devidamente divulgados.
O crescimento deverá ser em conjunto, enfocando a comunidade, partindo da idéia de troca de experiências para um fortalecimento e uma  aprendizagem integrada.


Desenvolvimento das ações preparatórias para o 2º. congresso: 
(em São Paulo e outras cidades)

 Mini-Simpósios satélites preparatórios, para o congresso, realizados em São Paulo, Maio/2011, Agosto/2011 e Dezembro/2011), na sede da AACC/SP, envolvendo a educação integrada com estudo tanto para os organizadores, como para a comunidade científica ou não, conhecimento do desenvolvimento do congresso e seleção de trabalhos sociais Cristãos nas comunidades e universidades).

Estamos nos organizando com os grupos colaboradores de outros estados para divulgar as ações sociais e informações do 2º.  Congresso, formando uma verdadeira rede de contatos, independente de poder ou não participar do evento.
Entre outros Mini-simpósios satélites preparatórios para estudo em outras cidades, destacamos em Santos e Campinas em março de 2012.
O importante é aproveitar a fase para estudar e divulgar as idéias para um maior número de pessoas (fase preparatória) e o congresso é apenas a fase final desse ciclo de estudo.

Ações durante o Congresso:

Mesas temáticas, reflexivas, interativas (questões por escrito, para manter o clima de reflexão e aprofundamento), multiprofissionais. (200 a 300 participantes)
Temas e Nomes para a participação das comissões e subcomissões (em organização).

Oficinas integradas multiprofissionais. (média de 60 participantes das comunidades, sendo vinte em cada faixa etária: crianças, adolescentes e adultos - idosos /Família).
Temas das oficinas para a comunidade e formação de equipes para o  desenvolvimento das mesmas (em organização).

Exposições para apresentação de trabalhos em Pôsters e Vídeos (trabalhos integrados, multidisciplinares, com enfoque social Cristão e na comunidade).
   
O congresso não tem fins lucrativos, as inscrições serão de acordo com o nível social (em estudo, patrocínio), as instituições poderão colaborar com inscrições sociais para os sessenta participantes previstos da comunidade carente.

Atenciosamente,
Profa. Dra. Maria das Graças Melo de Araújo
Vice-Presidente do 2º C.I. CEEI São Paulo
Contato: gracama@terra.com.br

Dr. José Marcus Rotta
Presidente do 2º C.I. CEEI São Paulo.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Confiança na Igreja Católica cresce 4% em um ano, segundo FGV

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) faz pesquisa e publica o índice de confiança dos brasileiros nas instituições. Em 2010, antes das eleições, no primeiro semestre, a Igreja Católica ocupava a sétima posição no ranking, com 34% de confiança.  


Em 01.07.2010, publicamos, sob o título Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, a recomendação aos diocesanos para que não votassem na candidata Dilma Rousseff, no PT e em todos os partidos e candidatos que tinham como proposta a descriminalização do aborto, que é um assassinato de uma pessoa inocente e indefesa.

Depois dos debates sobre o aborto e uma "agenda de valores" nas eleições, a Igreja saltou do sétimo lugar, com 34%, para o segundo lugar (AQUI), atingindo 54% de confiança.  Essa variação de  20% correspondeu a um acréscimo de 38 milhões de brasileiros que voltaram a ter confiança na Igreja Católica. 


A FGV publicou nova pesquisa recentemente, referente ao último trimestre de 2011, na qual ouviu 1.550 brasileiros, distribuídos por todos os estados. As Forças Armadas permaneceram em primeiro lugar, a Igreja Católica manteve o segundo e o Ministério Público subiu para terceiro lugar na confiança dos brasileiros.


Na comparação entre a pesquisa do final de 2010, quando a Igreja alcançou 54% de aprovação,  com a do final de 2011, quando atingiu 58%, observa-se um crescimento  de 4%, em um ano. Isso significa que, dos 190 milhões de brasileiros, mais 7,6 milhões passaram a considerar a Igreja Católica uma das instituições brasileiras mais confiáveis.


Ter 58% de confiança da população brasileira significa que 110,2 milhões de brasileiros consideram a Igreja Católica confiável.


Estamos jubilosos, juntamente com todos os católicos e cristãos. Nosso lema episcopal é "É preciso que Jesus cresça", em latim Oportet Illum Crescere.  Precisamos que Ele cresça, para que a humanidade melhore.  E Jesus Cristo está crescendo! 


Veja a íntegra da pesquisa (AQUI)

-- 


Dom Luiz Gonzaga Bergonzini

  Bispo Emérito de Guarulhos

        Jornalista MTb 123






terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

PT de tocaia continua lutando para aprovar o aborto

Em entrevista à revista Veja, o presidente da Câmara Federal, deputado Marco Maia, do PT, disse que a liberação do aborto "ainda" não será colocada em votação. 

O deputado afirmou que "Isso pode, no futuro, quem sabe, contribuir para que uma maioria do país oriente a votação aqui na Câmara dos Deputados".

Segundo a revista, o que Maia chama de falta de consenso é uma confortável maioria contra o aborto. Por isso, parlamentares favoráveis à prática evitam colocar, por ora, o tema em pauta.

O presidente da Câmara não põe o projeto do aborto em votação porque a maioria é contra o aborto e o projeto deverá ser rejeitado.

Mas o objetivo do PT está sendo perseguido. A Comissão de Reforma do Código Penal do Senado está empenhada em aprovar a liberação do aborto, com o auxílio dos parlamentares do PT e de outros partidos com o mesmo ideário abortista, mesmo que isso custe a violação da Constituição Federal e do Pacto de São José (Min. Eros Grau) ou (Jurista IVES GANDRA MARTINS)

Na 3a. Conferência Nacional de Políticas para Mulheres, convocada pela Presidente Dilma Rousseff, realizada de 12 a 15 de dezembro de 2011, uma resolução específica foi escrita para liberar o aborto, a de n. 58:

"58. Revisão da legislação punitiva do aborto no Brasil, assegurando a descriminalização e a legalização do aborto e o atendimento humanizado na Rede de Saúde Pública do SUS, para que seja garantida a autonomia da mulher e que nenhuma mulher seja punida, maltratada ou humilhada por ter feito um aborto e não corra o risco de morrer."
O objetivo do PT é aprovar a liberação do aborto, a qualquer custo. Ele estará sempre de tocaia, para dar o bote certeiro e permitir a matança de milhões de crianças nos úteros de suas mães. 

Mas nós precisaremos estar espertos para não sermos enganados: 
"Quando todo mundo estiver dizendo: "Paz e segurança", então, de repente, cairá sobre eles a ruína, como as dores sobre a mulher grávida. E não conseguirão escapar. Mas vós irmãos, não estais nas trevas, de modo que esse dia vos surpreenda como um ladrão. Vós todos sois filhos da luz e filhos do dia. Não somos da noite nem das trevas. Portanto, não durmamos, como os outros, mas vigiemos e sejamos sóbrios." (1Tessalonissenses 5,3-6)
Não podemos dormir! Devemos orar, vigiar e ficar sóbrios. Mas, também precisamos agir, pois as ações dos abortistas estão avançadas. Precisamos agir. todos os 90% de cristãos juntos, para impedir a liberação do aborto.

Não podemos ter medo de agir em defesa da vida!

           

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
  Bispo Emérito de Guarulhos
        Jornalista MTb 123
http://www.domluizbergonzini.com.br/

Veja a matéria. 

Congresso não debaterá aborto tão cedo, diz Marco Maia

Presidente da Câmara, que é favorável à liberação da prática, diz que divisão da Casa sobre o tema impede andamento do debate

Gabriel Castro
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ABr)
O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), disse nesta terça-feira que o debate sobre a legalização do aborto não tem espaço no Congresso Nacional. Pessoalmente, o petista defende que a prática deve ser permitida, mas diz que, por causa da falta de consenso sobre o tema, o assunto não deve ser debatido no Parlamento. Ainda.
"É bom que todos tenham uma opinião, que as pessoas se expressem, que dialoguem sobre esses temas", afirmou. "Isso pode, no futuro, quem sabe, contribuir para que uma maioria do país oriente a votação aqui na Câmara dos Deputados". Na verdade, o que Maia chama de falta de consenso é uma confortável maioria contra o aborto. Por isso, parlamentares favoráveis à prática evitam colocar, por ora, o tema em pauta.
Os comentários foram feitos no dia da posse da nova ministra da Secretaria de Políticas Para Mulheres, Eleonora Menicucci. Histórica defensora do aborto, ela disse nesta terça que o tema é um assunto do Legislativo, e não do governo.
Mantega - Também nesta terça-feira, o presidente da Câmara disse que o escândalo na Casa da Moeda não pode ser usado para que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, compareça ao plenário da Casa. DEM e PPS querem que o ministro seja ouvido por todos os parlamentares, já que as comissões só devem passar a funcionar depois do Carnaval. "As medidas que tinham que ser tomadas em relação à Casa da Moeda já foram tomadas, agora quem vai fazer esse debate são as comissões", afirmou o petista.
Fonte: Veja.Abril