quinta-feira, 3 de maio de 2012

Gays ativistas: "Uma capa falaciosa"

Um amigo meu do facebook me manda uma matéria de uma Revista gay chamada “A Capa”, com o seguinte título, publicado no dia 14 de março de 2012:
“Bispo Dom Bergonzini diz que PUC não deveria ter professores gays”. 

Se alguém observar as declarações do Bispo de Guarulhos, perceberá a falsificação titular explícita, através do próprio conteúdo da reportagem, uma vez que em nenhum momento Dom Bergonzini afirmou que professores gays não deveriam lecionar na Pontifícia Universidade Católica. Afirmou sim outra coisa: 
“Os professores abortistas, defensores da eutanásia, da liberação da maconha, da ideologia homossexual ou comunistas podem procurar escolas que defendam essas idéias, como a UNB, para lecionar nelas. Não podem lecionar numa escola católica, que é totalmente contrária a estes posicionamentos”. 
A desonestidade intelectual do movimento gay na imprensa assume aqui níveis patológicos. A mera divergência à ideologia homossexual, na cabeça destes indivíduos, é interpretada como algum sinal de ódio, quando na verdade, são os gays militantes é que mais odeiam. Deturpam deliberadamente as palavras do bispo.

Nada mais lógico e claro que a Igreja Católica, que financia a PUC, faça valer o peso dos seus valores mais caros. Em nenhum momento o Bispo Bergonzini falou da sexualidade dos professores, e sim da ideologia daqueles que defendem as agendas politicamente corretas contrárias aos valores católicos, dentro de colégios e universidades católicas. Além de desonestos, os arautos do movimento gay e demais elementos caprichosos do politicamente correto querem ser parasitários dos bens, lugares e recursos alheios: desejam que a Igreja, considerada inimiga, financie seus despropósitos.

A matéria revela ainda um caso involuntário dentro da PUC: a infiltração comunista nas universidades católicas, subvertendo o espírito confessional da instituição. 
A representante do corpo docente da PUC de São Paulo, Maria Beatriz Costa Abramides, declarou que a universidade é uma instituição "laica e plural”. Como é que é? Das duas uma: ou dona Abramides não sabe para quem está trabalhando ou então a sua presunção, auto-suficiência e arrogância no meio universitário é tão grande, que já se acha dona da instituição, junto com seus apaniguados esquerdistas. Talvez até seja. Os comunistas já controlam as universidades públicas faz tempo. Por que seria diferente na PUC, com as bênçãos covardes de um clero inepto?
Cavaleiro Conde - 2 de abril de 2012

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