terça-feira, 15 de maio de 2012

Aborto não é um problema de saúde publica ou "Criminalização do aborto não aumenta a mortalidade materna"

Criminalização do aborto não aumenta mortalidade materna
Por Everth Queiroz Oliveira

Umestudo publicado recentemente na PLoS ONE, a maior revista científica do mundo, vem desmascarar mais uma grande mentira contada pelas ONGs feministas e promotoras da “cultura de morte”. Segundo a pesquisa, que recebeu destaque na ACI Digital, a proibição do aborto não aumentaa mortalidade materna.

“Uma das descobertas mais importantes da pesquisa foi que, ao contrário do que dizem as hipóteses sustentadas pelo sabortistas, desde que o aborto foi declarado ilegal no Chile, no finalda década de 1980, a taxa de mortalidade materna diminuiu de 41,3 até12,7 por cada 100.000 crianças nascidas vivas. Isto significa uma redução de69,2 por cento.”

Então, o que está por trás do aumento da mortalidade materna? O dr. Elard Koch, epidemiologista e desenvolvedor do estudo, afirmou que é a educação das mulheres que melhora a sua capacidade “para buscar os recursos existentes de atendimento a saúde, incluindo pessoalqualificado para o parto”. E é isto, lembrou o médico, que “conduz diretamentea uma redução no risco de morrer durante a gravidez e o parto”.

Essa pesquisa desenvolvida no Chile – país cujalegislação deve ser modelo para todas as nações latino-americanas – vem mostrar como é falaciosa a tese de que “o aborto é questão de saúde pública”.  Repetida ad nauseam pelos defensores da legalização do aborto, esta frase ganha o crédito de praticamenteto da a cúpula feminina do Partido dos Trabalhadores. A última ministra escolhida pelo governo Dilma para a Secretaria de Políticas para Mulheres, unida às outras ministras que estão no cargo desde o início do mandato, sustentam o mesmo pensamento. O problema não seria as crianças que são mortas em todos os abortos provocados, mas sim a saúde das mulheres que querem matar seus filhos com segurança.

Como essas senhoras explicariam este estudo desenvolvido no Chile? Como se comportariam vendo desmoronar diante da simples realidade dos fatos a ideia que há tanto tempo endossam? Mais: por que essas coisas não aparecem na mídia? Por que os meios de comunicação só propagam estatísticas mentirosas – comoumas que contabilizam 200 mil mortes em decorrência de abortos clandestinos? Por que não apresentam simplesmente a verdade, doa a quem doer?

Um silêncio generalizado paira no ar. Urge, pois, quebrarmos este silêncio, conclamando os cristãos de nosso país a lutar pela dignidade da vida humana, protestando contra o Judiciário injusto, repudiando a“cultura de morte” da qual muitas vezes o próprio governo se faz porta-voz…

E,sobretudo, neste ano de eleições, votando em candidatos que estejamcomprometidos com a agenda pró-vida. Oremos, implorando à bem-aventurada VirgemMaria que interceda por nossa nação, a fim de que seja livre da maldição do aborto.

Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!
Fonte: Eclesia Una

Nenhum comentário: