sexta-feira, 20 de abril de 2012

Aborto, debate: Dr. Cícero Harada versus advogadas favoráveis ao aborto

De “O Projeto Matar e o Projeto Tamar: o Aborto” a “Eu tenho medo” – Um breve histórico
Cícero Harada
Cícero Harada, advogado e Procurador do Estado de São Paulo, no artigo em defesa da vida, “O Projeto Matar e o Projeto Tamar: o Aborto”, demonstrou a incoerência que se criará no Brasil, caso se aprove o PL 1135/91 que visa a descriminalizar o aborto. É crime destruir um único ovo de tartaruga, no entanto, o aborto, que é e sempre será a destruição de uma vida humana, poderá ser permitido. Esta barbárie defendida por alguns grupos, muitos dos quais financiados por organizações estrangeiras, constitui situação afrontosa e inaceitável à razão e ao bom senso.
Tal artigo causou a fúria dos que lutam pela liberação do aborto no Brasil. A Dra. Profa. Heleieth Saffioti escreveu artigo repleto de distorções e inverdades, no qual, em vez de rebater os argumentos do Dr. Harada, ataca e agride pessoas e instituições. Desviou do assunto e disse o que quis: ela não contestou minimamente nenhum dos argumentos expostos. A professora tentou legitimar sua desconjuntada tese, com o argumento de autoridade, salientando que é doutora e autora de doze livros, mas nada refutou com lógica e seriedade. A réplica da Doutora Saffioti – apreciada, apoiada e defendida por pessoas e entidades simpáticas ao aborto –, ao não rebater os argumentos do artigo original, acaba por validar e chancelar a tese central a favor do direito à vida.
O Dr. Cícero Harada – ao ser agredido pessoalmente – utilizando-se do direito de resposta, apresentou tréplica (Tréplica de Cícero Harada). Nesta, responde aos absurdos da réplica e mostra que o direito à liberdade de quem quer que seja – e, portanto, também da mulher – não pode legitimar a destruição do direito à vida dos filhos não nascidos, ao assassínio de nascituros.
O Dr. Cícero Harada propôs, no site da OAB-SP, debate democrático de idéias. Porém, a Dra. Saffioti e suas correligionárias advogadas fugiram do debate democrático, apresentando uma carta aberta, entitulada “Eu tenho medo”, na qual elencam suas “fobias”. Essa carta, tal como a réplica, escapa do palco da sã argumentação. Tentam as subscritoras, taticamente, desviar o foco do assunto, posando de vítimas de uma suposta conspiração. Isso evidencia de modo claro e insofismável a gritante carência de argumentos.
Essa, infelizmente, a tática que tem funcionado em alguns países para a legalização do aborto: procuram insistir que as mulheres são injustiçadas pela sociedade e pelo Estado. Em decorrência disso, afirmam que elas lutam pelos direitos das mulheres (pró-aborto) e os homens lutam contra esse direito (pró-vida). Nada mais falso. Exemplo disso é a manifestação da Dra. Gisela Zilsch, que, comentando a réplica da Dra. Saffioti, mostra-se totalmente contrária à descriminalização do aborto, refletindo a opinião de 96% das mulheres do Brasil (conforme pesquisa do IBOPE, encomendada pela organização pró-aborto, Católicas pelo Direito de Decidir).
É essencial que todos que estamos preocupados com a VIDA, em todas as suas fases, desde a concepção até seu fim natural, tomemos conhecimento deste debate. Ele mostra claramente a completa falta de argumentos, os preconceitos e a truculência totalitária dos grupos que lutam pela descriminalização do aborto. É importante que todos considerem com seriedade e preocupação o absurdo a que poderemos chegar, em nosso país: ovos de tartaruga melhor protegidos do que a vida humana! Somos favoráveis ao projeto Tamar e, com muito mais razão, havemos de defender a vida humana em todas as suas fases. Por isso, somos contrários ao projeto matar, isto é, ao projeto de lei que busca liberar o aborto no Brasil. Pelo direito de nascer! Pelo direito à vida!
Cronologia do debate

2 comentários:

Alfredo disse...

Minha questão agora é outra.

E se um médico cristão se recusar executar o aborto em um bebe anencéfalo?

Será esse médico preso?

Assim se iniciará a persequição aos cristãos no Brasil?

Alfredo disse...

Minha questão agora é outra.

E se um médico cristão se recusar executar o aborto em um bebe anencéfalo?

Será esse médico preso?

Assim se iniciará a persequição aos cristãos no Brasil?