terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

PT de tocaia continua lutando para aprovar o aborto

Em entrevista à revista Veja, o presidente da Câmara Federal, deputado Marco Maia, do PT, disse que a liberação do aborto "ainda" não será colocada em votação. 

O deputado afirmou que "Isso pode, no futuro, quem sabe, contribuir para que uma maioria do país oriente a votação aqui na Câmara dos Deputados".

Segundo a revista, o que Maia chama de falta de consenso é uma confortável maioria contra o aborto. Por isso, parlamentares favoráveis à prática evitam colocar, por ora, o tema em pauta.

O presidente da Câmara não põe o projeto do aborto em votação porque a maioria é contra o aborto e o projeto deverá ser rejeitado.

Mas o objetivo do PT está sendo perseguido. A Comissão de Reforma do Código Penal do Senado está empenhada em aprovar a liberação do aborto, com o auxílio dos parlamentares do PT e de outros partidos com o mesmo ideário abortista, mesmo que isso custe a violação da Constituição Federal e do Pacto de São José (Min. Eros Grau) ou (Jurista IVES GANDRA MARTINS)

Na 3a. Conferência Nacional de Políticas para Mulheres, convocada pela Presidente Dilma Rousseff, realizada de 12 a 15 de dezembro de 2011, uma resolução específica foi escrita para liberar o aborto, a de n. 58:

"58. Revisão da legislação punitiva do aborto no Brasil, assegurando a descriminalização e a legalização do aborto e o atendimento humanizado na Rede de Saúde Pública do SUS, para que seja garantida a autonomia da mulher e que nenhuma mulher seja punida, maltratada ou humilhada por ter feito um aborto e não corra o risco de morrer."
O objetivo do PT é aprovar a liberação do aborto, a qualquer custo. Ele estará sempre de tocaia, para dar o bote certeiro e permitir a matança de milhões de crianças nos úteros de suas mães. 

Mas nós precisaremos estar espertos para não sermos enganados: 
"Quando todo mundo estiver dizendo: "Paz e segurança", então, de repente, cairá sobre eles a ruína, como as dores sobre a mulher grávida. E não conseguirão escapar. Mas vós irmãos, não estais nas trevas, de modo que esse dia vos surpreenda como um ladrão. Vós todos sois filhos da luz e filhos do dia. Não somos da noite nem das trevas. Portanto, não durmamos, como os outros, mas vigiemos e sejamos sóbrios." (1Tessalonissenses 5,3-6)
Não podemos dormir! Devemos orar, vigiar e ficar sóbrios. Mas, também precisamos agir, pois as ações dos abortistas estão avançadas. Precisamos agir. todos os 90% de cristãos juntos, para impedir a liberação do aborto.

Não podemos ter medo de agir em defesa da vida!

           

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
  Bispo Emérito de Guarulhos
        Jornalista MTb 123
http://www.domluizbergonzini.com.br/

Veja a matéria. 

Congresso não debaterá aborto tão cedo, diz Marco Maia

Presidente da Câmara, que é favorável à liberação da prática, diz que divisão da Casa sobre o tema impede andamento do debate

Gabriel Castro
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ABr)
O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), disse nesta terça-feira que o debate sobre a legalização do aborto não tem espaço no Congresso Nacional. Pessoalmente, o petista defende que a prática deve ser permitida, mas diz que, por causa da falta de consenso sobre o tema, o assunto não deve ser debatido no Parlamento. Ainda.
"É bom que todos tenham uma opinião, que as pessoas se expressem, que dialoguem sobre esses temas", afirmou. "Isso pode, no futuro, quem sabe, contribuir para que uma maioria do país oriente a votação aqui na Câmara dos Deputados". Na verdade, o que Maia chama de falta de consenso é uma confortável maioria contra o aborto. Por isso, parlamentares favoráveis à prática evitam colocar, por ora, o tema em pauta.
Os comentários foram feitos no dia da posse da nova ministra da Secretaria de Políticas Para Mulheres, Eleonora Menicucci. Histórica defensora do aborto, ela disse nesta terça que o tema é um assunto do Legislativo, e não do governo.
Mantega - Também nesta terça-feira, o presidente da Câmara disse que o escândalo na Casa da Moeda não pode ser usado para que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, compareça ao plenário da Casa. DEM e PPS querem que o ministro seja ouvido por todos os parlamentares, já que as comissões só devem passar a funcionar depois do Carnaval. "As medidas que tinham que ser tomadas em relação à Casa da Moeda já foram tomadas, agora quem vai fazer esse debate são as comissões", afirmou o petista.
Fonte: Veja.Abril

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