segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Nossa Senhora de Fátima - Padroeira da Guiana e Suriname


Nossa Senhora de Fátima - Padroeira da Guiana e Suriname
Liturgia: 13 de maio

O povo da Guiana e do Suriname, como todos os católicos do mundo inteiro, aguardam confiantes o grande momento em que se realizará a profecia da paz, quando triunfará o Imaculado Coração de Maria.

As antigas Guianas Inglesa e Holandesa, hoje Guiana e Suriname, são pequenos países da América do Sul que elegeram sua padroeira Nossa Senhora de Fátima.
No Suriname, 51,2% da população é católica. Na Guiana,  apenas 11% da população é católica. 

A história das aparições da Virgem aos três pastorinhos, na pequena paróquia de Fátima, na diocese de Leiria, em Portugal, espalhou por todo o mundo a devoção e a esperança em suas mensagens.

Três aparições de anjos prepararam as grandes revelações de Fátima. Identificando-se sempre como o "Anjo da paz", a aparição pedia sacrifícios, orações e muito amor aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria. A 13 de maio de 1917, num domingo, manhã de céu claro, como de costume, as três crianças, Lúcia, Francisco e Jacinta,levavam o rebanho ao pasto. Eis que ao meio-dia, inexplicavelmente, um relâmpago corta o céu. Em seguida outro clarão e surge sobre uma pequena azinheira a figura de "uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, espargindo luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente".

Dirigindo-se às crianças, a Virgem lhes pede: "Rezem o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra".

As aparições sucederam-se, sempre recomendando a reza do terço e a prática de sacrifícios para a salvação da humanidade.

Essa aparição foi testemunhada pelo povo português. Em êxtase, rezavam o terço, enquanto sobre a azinheira permaneceu imóvel uma pequena nuvem branca com a qual Lúcia parecia conversar em voz alta.

As profecias de Maria vêm-se concretizando, como a desintegração do comunismo, as aberrações morais de nossa época, as crises internas na Igreja.

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