sábado, 25 de fevereiro de 2012

Mortalidade materna: mentiras de abortistas começam a aparecer ou "Nada há encoberto que não venha a ser descoberto" (Mt 10,26)

O uso de mentiras pelos abortistas - método criado pelo "Rei do Aborto" - para amedrontar o povo e fazê-lo concordar com a liberação desses assassinatos covardes de crianças indefesas e inocentes começa a ser desmascarado no Brasil.
Os abortistas, como se sabe, dizem que um milhão, outras vezes três milhões, outras 200 mil e outros números estonteantes de mulheres morrem por ano no Brasil por causas decorrentes da gravidez.   

O Ministério da Saúde acabou de informar - ver no final - que, no primeiro semestre de 2011, foram  705 mortes por causas obstétricas.  Se esse número se repetir no segundo semestre, teremos 1.410 mortes maternas no ano de 2011. Infinitamente aquém de um milhão,  três milhões ou 200 mil mortes maternas apontadas pelos abortistas.
Está provado que os números utilizados pelos abortistas são mentirosos. Se existissem tantas mortes por aborto, elas seriam apuradas e apontadas nos dados oficiais. As pessoas que falecem passam por atendimentos hospitalares, onde a polícia está presente para apurar crimes, ou pelos institutos médicos legais. Nessas situações, os órgãos encarregados apuram todas as mortes duvidosas de todas as pessoas, inclusive as maternas, por aborto ou por outras causas - agressões a grávidas, etc. - para punição dos criminosos.  


Devemos lembrar que as mulheres não morrem por causa da gravidez e do aborto. Morrem por falta de assistência médica qualificada. Se tivessem assistência médica qualificada, desde a data da fecundação do óvulo, 95,5% das mulheres não morreriam.


Os abortistas recebem verbas de capitalistas bilionários e de governos dedicados à causa, em ONGs ou partidos políticos que precisam de uma justificativa para  a continuidade do recebimento de dinheiro. Esperamos que a CULTURA DA MORTE, a matança torpe e covarde de crianças inocentes e indefesas deixe de ser objeto de financiamentos.


Convocamos todas as pessoas de bem a se engajarem nessa luta contra a CULTURA DA MORTE: "Não tenhais medo deles, portanto. Pois nada há encoberto que não venha a ser descoberto..."(Mt 10, 26)
        

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
        Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br



Índice de mortalidade materna de 2011 pode ser o menor dos últimos dez anos

Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registradas 705 mortes, ante 870 no mesmo período de 2010, o que representa uma redução de 19%

23 de fevereiro de 2012 | 18h 42
Agência Brasil
No primeiro semestre do ano passado, foram registradas 705 mortes maternas, ante 870 no mesmo período de 2010, uma redução de 19%, segundo dados divulgados nesta quinta, 23, pelo Ministério da Saúde. O cálculo de todo o ano de 2011 ainda está em fase de conclusão.
Segundo o governo, a prioridade agora é melhorar a qualidade do atendimento para manter queda - Arquivo/AE
Arquivo/AE
Segundo o governo, a prioridade agora é melhorar a qualidade do atendimento para manter queda
O governo federal prevê para 2011 a maior queda da mortalidade materna dos últimos dez anos. Considera-se morte materna aquela que ocorre devido a complicações durante a gestação ou até 42 dias após o fim da gravidez e quando provocada por problemas de saúde como hipertensão ou desprendimento prematuro da placenta, ou por doenças preexistentes que se agravam na gestação, a exemplo das cardíacas, do câncer e do lúpus. Estão fora do cálculo as mortes de grávidas por causa externas, como acidentes de carro.
De 1990 a 2010, a taxa de mortalidade materna no Brasil caiu de 141 para 68 mulheres para 100 mil nascidos vivos. A queda ocorreu com mais intensidade até o início dos anos 2000. Desde então, o ritmo tem sido mais lento. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que a redução é resultado da ampliação do acesso ao pré-natal. Atualmente, 98% dos partos são feitos em hospitais e 89% por médicos. A prioridade agora é  melhorar a qualidade do atendimento para manter a tendência de queda.
“Estamos na fase da qualidade do pré-natal e de melhoria da assistência ao parto, fundamentais para que se impacte ainda mais na redução da mortalidade materna”, disse Padilha.
Apesar de ter acompanhamento médico, a jovem Edilane Gonçalves, de 19 anos, reclama do atendimento que vem recebendo.
"Na realidade, não gosto muito da forma com que os médicos dão as explicações. Eu não gosto porque eles não explicam direito grande parte das dúvidas que eu tenho. Sem falar que, muitas vezes, os médicos tratam a gente com ignorância. Outro dia eu desmaiei, por estar em jejum para fazer um exame de sangue, e nenhuma enfermeira ou médico veio me socorrer. O vigilante do posto é que veio me ajudar”, disse a jovem, que faz o pré-natal em um posto de saúde próximo a Ceilândia, cidade do Distrito Federal.
A Meta do Milênio das Nações Unidas estabelece taxa de 35 mortes maternas para cada 100 mil nascidos vivos até 2015. Para alcançá-la, o Brasil precisa reduzir a taxa atual pela metade. Para o ministro Padilha, o desafio é viável. Na avaliação de especialistas de saúde, entretanto, é improvável que o país consiga cumprir o compromisso.
A hipertensão arterial é a primeira entre as cinco principais causas de mortes na gravidez, correspondendo a 13,8 casos para cada grupo de 100 mil nascidos vivos – apesar de ter sido registrada queda de 66% em dez anos. Em seguida, aparecem hemorragia, infecções pós-parto, aborto e doenças no aparelho circulatório.
O Nordeste e o Sudeste concentram o maior número de mortes maternas. Das 1.617 mortes notificadas em 2010, 1.106 ocorreram nas duas regiões. No Norte, foram 193, no Sul, 184, e no Centro-Oeste, 131.
A partir de abril, o governo iniciará o pagamento de R$ 50 para ajudar as gestantes no deslocamento até as maternidades do Sistema Único de Saúde (SUS). O valor será pago por meio de um cartão magnético da Caixa Econômica Federal.

Nenhum comentário: