sábado, 4 de fevereiro de 2012

Abortistas desviavam dinheiro de mamografias para praticar abortos

fevereiro 1, 2012 por Wagner Moura
A indústria do aborto, nos Estados Unidos, não conta mais com as doações da maior fundação americana de financiamento para pesquisas sobre câncer de mama, a Fundação Susan G. Komen. O anúncio foi feito ontem, 31 de janeiro, pela porta-voz da Komen, Leslie Aun.
A fundadora da Komen explica em vídeo, em inglês, que as doações para Planned Parenthood cessaram porque, entre outras coisas, os abortistas *não* promovem exame de mamografia para as mulheres – eles mentiam que faziam isso para receber verbas da Komen, mas aí descobriu-se que eles meramente encaminhavam as mulheres para hospitais onde o exame era feito. Segue vídeo:

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A Fundação alegou que sua nova política interna não permite doações para instituições que estão sob investigação de autoridades governamentais por causa de conduta criminosa e “manuseio incorreto de verbas federais”, como acontece com a Planned Parenthood – maior rede de clínicas de aborto dos Estados Unidos.
De 2009 a 2010 a rede de abortos recebeu $629.159 mil dólares da Fundação Komen. As mudanças na política interna da Fundação também influem sobre as doações para pesquisas com células-tronco: desde 30 de novembro de 2011 a Fundação determinou que os fundos para essas pesquisas só podem ser direcionados a estudos que não criam e não destroem embriões humanos.
Mensagens de apoio à Fundação Komen devem ser enviadas pelo email news@komen.org. O boletim Friday Fax, que divulga ações de militantes pró-vida na ONU, sugere que se envie a seguinte frase, em inglês: “Thanks for defunding Planned Parenthood”. O escritório da Komen, segundo Friday Fax, recebeu mais de duas mil mensagens de abortistas repudiando o fim de doações à indústria do aborto.
Mais informações: LifeSiteNews e Friday Fax em Português

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