terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Nazistas foram os primeiros a usar casos de padres pedófilos para atacar a Igreja Católica inteira

As pessoas, os políticos, os partidos, os comunistas, socialistas e outros que pretendem liberar o aborto no Brasil e no mundo usam os mesmos métodos e a mesma linguagem usada por Hitler, para atacar a Igreja Católica e justificar assassinatos das crianças nos úteros de suas mães. 


Atacam a Igreja Católica, atacam os crimes de alguns religiosos para desviar a atenção do povo dos assassinatos em massa que cometem. Hitler assassinou milhões de pessoas nos fornos de Auchvitz. Os abortistas assassinam milhares de crianças nos hospitais e clínicas médicas do Brasil e do mundo. 

Nazistas foram os primeiros a tirar vantagem de casos de padres pedófilos para atacar a Igreja Católica inteira
Matthew Cullinan Hoffman
ROMA, 22 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família


 "Há casos de abuso sexual que estão vindo à luz todos os dias contra um grande número do clero católico. Infelizmente, não estamos talvez falando tanto de casos individuais, mas em vez disso de uma crise moral coletiva que a história da humanidade jamais conheceu num nível tão aterrador e preocupante. Numerosos padres e religiosos confessaram ter cometido o crime. Não há dúvida de que milhares de casos que vieram a ser conhecidos para as autoridades representam só uma pequena fração do verdadeiro número, pois a hierarquia tem acobertado e escondido muitos abusadores".
Embora a citação acima pudesse ter aparecido em qualquer dos muitos editoriais das semanas recentes, a declaração foi feita pelo próprio chefe de propaganda nazista, Josef Goebbels, em 1937, de acordo com o jornalista italiano Massimo Introvigne.
Num artigo publicado recentemente para Avvenire, o jornal da conferência dos bispos católicos da Itália, Introvigne diz que Goebbels lançou uma feroz campanha difamatória contra a Igreja Católica, depois que a Igreja Católica condenou o regime nazista naquele mesmo ano, tentando convencer o público de que o sacerdócio católico estava cheio de abusadores sexuais de crianças.
Introvigne diz que a campanha de Goebbels seguiu o mesmo padrão visto em recentes ataques da mídia contra a Igreja. Embora tenha sido baseado em pouquíssimos exemplos reais que haviam vindo à luz em 1936, e bem menos do que o número de casos atualmente sendo discutidos em grande parte das décadas de 1960 e 1970, a mídia exagerou sua extensão e tentou revivê-los depois que já haviam sido resolvidos, numa tentativa de desacreditar os católicos.
“Os casos, que eram poucos, mas reais, produziram uma reação muito forte do episcopado”, escreve Introvigne. “Em 2 de junho de 1936, o Bispo de Münster — o Bendito Clemens August von Galen (1878-1946), que era a alma da resistência católica ao nazismo, e que foi beatificado em 2005 por Bento 16 — ordenou a leitura de uma declaração em todas as missas de domingo em que ele expressava ‘dor e tristeza’ por esses ‘crimes abomináveis’ que ‘cobrem nossa Santa Igreja de ignomínia’”.
O episcopado logo depois publicou uma condenação dos perpetradores, e implementou o que Introvigne chamou de “medidas severas” para impedir futuros crimes. Os bispos em particular apontavam para o fato de que a Juventude Hitlerista e as escolas tiveram um problema maior com o abuso sexual de crianças.
Contudo, em março de 1937, o crescente conflito dos nazistas com a Igreja Católica chegou a um ponto crítico, com a publicação da carta papal “Mit Brennender Sorge” (With Burning Concern), que foi contrabandeada para o Reich e lida do púlpito de todas as paróquias católicas. Nela, o Papa Pio XI condenou a conduta e a filosofia dos nazistas em termos inequívocos, e defendeu a herança judaica da Igreja contra os ataques de Hitler.
Goebbels respondeu revivendo as acusações de abuso sexual contra padres católicos, e criou novas acusações, de acordo com Introvigne, que escreve que “foi a encíclica antinazista de Pio XI que levou à grande campanha de 1937. [O padre jesuíta alemão] Mariaux provou-o publicando instruções minuciosamente detalhadas enviadas por Goebbels para a Gestapo, a polícia política do Terceiro Reich, e acima de tudo para jornalistas, apenas alguns dias depois da publicação de Mit Brennender Sorge, convidando-os a ‘reabrir’ os casos de 1936 e também casos mais antigos, constantemente levando-os à atenção do público”.
“Goebbels também ordenou que a Gestapo achasse testemunhas dispostas a acusar certo número de padres, ameaçando-os de prisão imediata se não colaborassem, ainda que fossem crianças”, acrescenta ele.
Contudo, Introvigne escreve que o Pe. Mariaux publicou os documentos confidenciais que ele havia descoberto numa obra de dois volumes em espanhol e inglês, que detalhava o ataque dos nazistas contra a Igreja Católica, assim desacreditando-a.
“Graças à coragem de Canaris e seus amigos, e à persistência do detetive jesuíta Mariaux, a verdade já era pública durante a guerra”, comenta Introvigne.
“A maldade da campanha de Goebbels despertou mais indignação do que a eventual culpa de alguns religiosos. O pai de todos os pânicos morais na área de padres pedófilos saiu do controle nas mãos dos propagandistas nazistas que tentaram organizá-la”.
Links relacionados:
Goebbels and the pedophile priests operation (English version)
http://www.cesnur.org/2010/mi-goebbels_en.html
Goebbels e l'operazione preti pedofili (Italian version)
http://www.cesnur.org/2010/mi-goebbels.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês:http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10042304.html

Nenhum comentário: