sábado, 23 de julho de 2011

Nossa amada Vitória de Cristo


Conte sua história de VIDA e AMOR incondicional

Autorização para matar?

Por Carlos Ramalhete

Um americano viajou à Irlanda e lá ficou surpreso com a quantidade de pessoas com o que antigamente se chamava mongolismo e hoje é a conhecida “síndrome de Down”. Raríssimas na sociedade americana, essas pessoas a quem Morris West se referiu como “aqueles a quem Deus deu a graça da eterna inocência” são muito mais comuns na Irlanda.

A razão da diferença proporcional é simples: nos Estados Unidos eles são mortos. Mortos em condições controladas e assépticas, em clínicas esterilizadas, assim que o pré-natal faz com que os pais saibam que o filho é assim. Já na Irlanda, onde o aborto é proibido, a pena de morte não é aplicada de modo tão automático.

Aqui no Brasil estamos no meio-termo: muitos – não todos – são mortos; ilegalmente, mas não menos fatalmente. Mas ressurge a ideia, já proposta pelo nazismo, de que o Estado pode declarar que há vidas humanas sem valor. Vários juízes já deram autorização para que fossem abortados bebês com má-formação do crânio ou do cérebro, considerando que a condição deles seria “incompatível com a vida”, e por isso a vida que eles têm pode ser exterminada. Agora, ao que se diz, a questão vai para o Supremo Tribunal Federal.

Eu poderia citar casos, como o do funcionário francês que vive, trabalha e criou dois filhos apesar de ter uma má-formação cerebral que lhe valeria a pena de morte se seu caso houvesse sido julgado por um desses juízes, ou o da menininha Vitória, que nasceu sem crânio e vive, ri e alegra seus pais em São Paulo desde que nasceu, há um ano e meio. Mas não interessa.

O que apavora é que a possibilidade de problemas, ou mesmo de morte precoce, possa valer uma autorização automática para matar.

Ora, todos nós morreremos. O mais saudável dos seres humanos pode morrer amanhã, e pessoas com doenças graves podem viver longos anos, muitas vezes criando coisas que perduram para sempre. Matar agora por ser provável que se morra amanhã é um passo gigantesco e apavorante: é considerar que se pode matar, que se pode julgar que uma vida presente não tem valor. Hoje podem ser crianças doentes. Amanhã podem ser idosos, como já ocorre na Holanda. Depois de amanhã, podem ser as crianças com o sexo “errado”, como já ocorre na China, podem ser os homossexuais, podem ser quaisquer pessoas que se julgue não serem “produtivas o bastante”. O céu, ou melhor, o inferno é o limite.

O perigoso é passar por essa primeira porta, é achar que se pode declarar que uma vida não tem valor. Se existe a permissão para matar, quem é a vítima é apenas um detalhe.
Publicado em 21/07/2011CARLOSGAZETA@HSJONLINE.COM - Gazeta do Povo - Curitiba

sexta-feira, 22 de julho de 2011

ESPANHA - Madri se prepara para acolher um milhão de jovens para a JMJ - Jornada Mundial da Juventude

Os dias de Jornada Mundial da Juventude (JMJ), este ano, em Madri 16 a 21 agosto, são os principais eventos religiosos e culturais organizados pela Igreja Católica, que se reúnem em torno do Papa milhares de jovens de todos os continentes . 

Segundo a plataforma de reservas "Forwardkeys" as reservas de passagens aéreas para Madri para os dias JMJ aumentaram 150% em relação a 2010. A Prefeitura de Madri estimou que 4.000 meios de comunicação provenientes dos cinco continentes vão acompanhar o evento.


A Autoridade de Turismo de Madri organiza para a ocasião três passeios específicos: "Madri imprescindível na JMJ" para pessoas com deficiência, "Madri Pontifícia" e "As Igrejas de Madri", em que serão visitados edifícios ligados à Igreja e o Papado, além de conventos e paróquias. "A Jornada Mundial da Juventude 2011" e "Madri para você, o patrimônio eclesiástico" são os títulos de duas publicações de boas-vindas oferecidos aos peregrinos que relatam informações úteis sobre a capital. Nos pontos fixos de informações turísticas, foi adicionado um banco de informações específicas sobre a JMJ e novas serão criados novos pontos com o aproximar-se do evento.


A cidade de Madri organiza eventos culturais de natureza espiritual, como a exposição "Moved, emocionado pela beleza", que reúne os motivos de inspiração do arquiteto Antonio Gaudi, o itinerário especial que oferece o Museu do Prado com pinturas importantes onde retrata a imagem de Cristo. (CE)
ESPANHA - MADRI (Agência Fides 20/07/2011)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Globo, SBT e a ideologia homossexual

SBT faz coro com Globo e também vai restringir romances gays
Por Redação - 19.07.2011 às 20:04:00                                                                                  
O tema gay em novelas brasileiras ainda é tabú e a tão esperada cena de um beijo entre homens, ao que parece, não vai emplacar tão cedo.

Depois da Globo proibir o assunto internamente, agora é a vez da emissora de Silvio Santos pôr o pé no freio.

O SBT que já exibiu em "Amor & Revolução" uo beijo entre mulheres, com as atrizes Luciana Vendramini e Giselle Tigre, mudou de opinião e assim como a Globo, resolveu esfriar o tema.

Tiago Santiago, novelista do SBT disse que acataria a decisão, mesmo tendo prometido o beijo, além de um outro, entre os atores Vendramini e Tigre, informa Ricardo Feltrin, em sua coluna na Folha.

Na emissora dos bispos não há proibição, mas tudo está implicitamente entendido, já que a orientação da Igreja Universal do Reino de Deus, desaprova o homossexualismo. Nenhuma trama da emissora até hoje deu destaque a casais
 ou personagens gays.
Fonte: O REPÓRTER


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Globo esfria romance gay em novela para poupar  telespectador conservador
Por Redação - 19.07.2011 às 11:36:00

A Globo ponderou e abriu mão das cenas mais ardentes entre gays em suas novelas, especificamente 'Insensato Coração', a novela das nove, que se encaminha para o seu fim em agosto.

Gilberto Braga e Ricardo Linhares, foram chamados para uma conversa com o diretor-geral de entretenimento da emissora, Manoel Martins e, de acordo com informações da Folha de S.Paulo, receberam a determinação de "esfriar" a história dos homossexuais Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo).

Os autores ainda foram instruídos a não carregarem nenhuma bandeira política e recuarem no pedido da criação de uma lei que pune a homofobia.
A emissora dos Marinho, por meio de nota, informou que como veículo de massa que é, "precisa contemplar todos os seus públicos e faz parte do papel da direção zelar para que isso aconteça".


Fonte: O REPÓRTER

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Cristofobia: 105 mil cristãos são mortos por ano


Olá,
Tenho dados aterrorizantes para lhe informar:
A cada cinco minutos um Cristão é morto por causa de sua Fé.
Ou seja, todo ano 105 mil pessoas são brutalmente assassinadas por professarem Jesus Cristo como Salvador da humanidade.
Isto sim é perseguição, ódio e violência contra um povo que simplesmente tem a Cruz de Nosso Senhor como estandarte.
Para abordar mais este tema, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveiraconvida você para participar da palestra:

CRISTOFOBIA: Por que são mortos e perseguidos
os cristãos de hoje?



A palestra vai acontecer dia 04 de agosto a partir das 19 horas no auditório do Colégio São Bento (ver mapa).
O palestrante será o Consultor do Parlamento Europeu, Doutor Alexandre de Valle.
Ele virá de Barcelona especialmente para este evento e possui um vastíssimo currículo, incluindo vários livros publicados sobre a
questão do Islã, da perseguição religiosa e do terrorismo.
O Doutor Alexandre também é professor de relações internacionais na Universidade de Metz, na França; consultor de geopolítica para várias importantes instituições européias e famoso articulista na área.


O assunto é sério e merece atenção.
Enquanto uma minoria faz passeata e aparece na mídia falando de casos isolados do que chamam de “homofobia”, milhares de cristãos SÃO MORTOS em conseqüência do ódio contra a fé em Cristo.
Mas esta questão quase não aparece na imprensa brasileira.
Por isso você não pode deixar de participar da palestra:

CRISTOFOBIA: Por que são mortos e
perseguidos os cristãos de hoje?

Você terá dados concretos sobre a perseguição aos cristãos e subsídios essenciais para fazer frente a essa investida que procura banir o cristianismo do mundo.


A defesa de nossa fé está em jogo!
A realidade é macabra. Assassinatos, intimidações, ameaças e humilhações fazem parte da vida de muitos cristãos, e você
e eu precisamos divulgar estes dados alarmantes.

Encaminhe este e-mail a seus amigos, familiares e demais contatos na internet para esta palestra.
Vamos defender a nossa fé!
Atenciosamente,
Assinatura Sr Mário.jpg
Mario Navarro da Costa
Diretor de Campanhas do
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
www.ipco.org.br

terça-feira, 19 de julho de 2011

Opção por Cristo orienta exercício da comunicação

Dom Cláudio Maria Celli
Chefe vaticano para as comunicações participa de evento no Rio de Janeiro


Até que ponto eu estou disposto a dar a minha vida para que a justiça prevaleça e a verdade ilumine o meu caminho? 

O desafio foi proposto pelo presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Dom Cláudio Maria Celli, durante a entrevista coletiva concedida à imprensa nesse domingo, na abertura do 7º Muticom, que acontece até o dia 22 de julho, na PUC do Rio de Janeiro.

“Acredito que quando um jornalista faz uma sólida opção por Jesus Cristo em sua vida, certamente essa experiência vai orientar, sustentar e iluminar o seu trabalho”, disse o arcebispo, segundo refere o portal da arquidiocese do Rio de Janeiro.

“Quem já encontrou Jesus Cristo e reconhece que o Senhor é a verdade, tem um caminho a seguir. A busca pela verdade precisa ser uma tarefa contínua de todo comunicador”, afirmou.

Dom Celli também destacou as dificuldades enfrentadas especialmente pelos repórteres católicos que trabalham em empresas jornalísticas laicas.

Ele assinalou que, em grandes empresas jornalísticas, o jornalista não escolhe os títulos e subtítulos das matérias que escreve. E que, normalmente, somente as manchetes são lidas pela grande maioria da população.

“Uma ampla profissionalidade deve corresponder a uma grande profundidade. É preciso saber quem você é e o que move o seu coração, para conseguir dialogar com os outros nessa pluraridade cultural. O jornalista católico é chamado a ser testemunha de Cristo”, disse Dom Celli.

Rede

Já o presidente da Comissão da CNBB para a Comunicação, Dom Dimas Lara Barbosa, destacou – na mesma coletiva de imprensa – a importância da Pastoral da Comunicação trabalhar em rede.

“Nós já conquistamos muito e, a partir de agora, precisamos aprender a trabalhar em rede. É comum acontecer a Assembleia dos Bispos e uma declaração aprovada e assinada por todos os bispos não é repercutida nos nossos boletins diocesanos, nos sites e portais”, disse.

Dom Dimas considera que o 7º Muticom tem uma característica específica, porque começou logo após o 1º Seminário de Comunicação para os Bispos do Brasil (SECOBB), realizado entre os dias 12 e 16 de julho, no Centro de Estudos do Sumaré, no Rio.

“Reunir cerca de 70 bispos para refletir sobre a comunicação é um fato inédito no Brasil. Nós acreditamos que iremos dar um grande salto de qualidade na Pastoral da Comunicação, porque a consciência sobre a importância da Pascom está crescendo. Nossa prioridade será também investir na formação e qualificação permanente dos agentes”, afirmou Dom Dimas.

Painel

Na manhã desta segunda-feira, aconteceu o primeiro Painel do Muticom, intitulado “Concepção, filosofia, estruturas e modalidades da Comunicação na Igreja e a imagem da Igreja na mídia”.

O secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, OFM., destacou que Deus é essencialmente comunicação e que a beleza dessa comunicação de Deus é porque Ele se comunica através do amor.

“Toda a obra da comunicação é falante de Deus. É cheia de Deus. Nós sempre achamos que estamos comunicando aquilo que vimos e ouvimos, mas São João Boaventura vai dizer que vimos e ouvimos porque Deus nos amou primeiro. Primeiro nós fomos vistos e ouvidos”, disse.

“Que a pessoa humana perceba Deus como o Tu, singelo, próximo, pequeno. Que através do nosso computador, das nossas mensagens, de todos esses meios de comunicação, a gente consiga sussurrar a presença de Deus”, indicou.

Em seguida, o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, falou sobre sua percepção da comunicação na Igreja, tendo em vista os oito anos que passou como presidente da Comissão da CNBB para Cultura, Comunicação e Educação.

“Uma das constatações que tive é que, diferentemente da nossa fama em geral de sermos centralizadores, na comunicação somos descentralizados. Cada veículo que temos trabalha sozinho. Temos uma presença multifacetada e precisamos buscar a unidade”, afirmou.

Dom Orani acrescentou que a unidade é necessária para fazer uma presença forte da Igreja. “Muitas vezes os católicos não sabem o que está acontecendo na própria Igreja. Se não conseguimos nos comunicar para dentro, quanto mais para fora”, disse.