sábado, 2 de abril de 2011

Disque perseguição religiosa - Homofobia e Ebriofobia

Disque Perseguição Religiosa
(um número telefônico para perseguir os que se opõem ao homossexualismo)


O Brasil não tem uma lei que tipifique como crime a oposição ao homossexualismo. O PLC 122/2006, que pretende isso, foi desarquivado graças a um requerimento da Senadora Marta Suplicy (PT/SP)[1], eleita com o apoio de Gabriel Chalita[2], membro da Canção Nova.

Porém, mesmo antes de o PLC 122/2006 ser aprovado, o governo Dilma já criou um “serviço” de perseguição àqueles que desaprovam o vício contra a natureza. No dia 19 de fevereiro de 2011, a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, anunciou que o Disque 100, número gratuito que recebe 24 horas por dia, ligações em defesa dos direitos humanos em todo o país, passaria a receber denúncias de “ações homofóbicas”[3]. São palavras da ministra: Vamos criar uma rede de contatos em parceria com estados e municípios, com o objetivo de obter dados mais reais de casos de homofobia no país e garantir que os culpados sejam investigados e punidos”.

Note-se que, mesmo sem previsão legal, a ministra já quer dar punição aos que não encaram com naturalidade as condutas antinaturais. Quem denuncia não precisa preocupar-se, pois é garantido o “sigilo da fonte”. Portanto, no final do segundo mês da posse de Dilma, seu governo já instalou a perseguição religiosa baseada em ligações telefônicas gratuitas e anônimas. Os que professam a fé cristã devem estar preparados para um policiamento semelhante à KGB soviética e à Gestapo nazista. Alguns exemplos ajudarão a esclarecer a gravidade do quadro.

1. A Santa Missa está sendo celebrada. Durante a homilia, o sacerdote faz alusão ao primeiro capítulo da carta de São Paulo aos Romanos, que condena fortemente o homossexualismo, tanto feminino quanto masculino (Rm 1,26-28). Cita as palavras do Apóstolo segundo o qual o entregar-se a “relações contra a natureza” (Rm 1, 26) foi o castigo daqueles que “trocaram a verdade de Deus pela mentira” (Rm 1,25). Nesse momento alguém passa pela frente da igreja e se sente incomodado com a pregação. Dirige-se a um telefone público e denuncia o celebrante “homofóbico”.

2. Uma mãe de família, preocupada com a integridade moral das crianças, resolve não admitir uma lésbica para trabalhar como babá de seus filhos. A candidata ao emprego, vendo-se frustrada, pega seu telefone celular e denuncia aquela senhora por essa “ação homofóbica”.

3. O dono de um estabelecimento comercial pede que se retirem dois homens que estão praticando atos obscenos. Eles saem, mas procuram imediatamente um telefone para denunciar o comerciante que não tolera a “diversidade sexual”.

4. O reitor de um seminário descobre, espantado, que um dos seminaristas é homossexual. Ele havia tentado seduzir um dos colegas, mas este levara o caso à reitoria. Diante do reitor, o homossexual confessa sua conduta. Com caridade, mas também com firmeza, o reitor decide afastar esse estudante do seminário. O Bispo diocesano apoia essa decisão. Inconformado, o ex-seminarista disca para o governo denunciando como “homofóbicos” o reitor, o bispo e o colega que não se deixou seduzir.

Por ora, sem uma lei “anti-homofobia”, é difícil imaginar o que o governo poderá fazer contra os cidadãos denunciados. Pois, segundo preceito constitucional, “não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal” (art. 5º, XXXIX, CF). Parece que o “Disque Homofobia” foi criado em previsão (e em preparação) à aprovação do PLC 122/2006. Tudo está preparado para a instalação do terror depois que a lei for aprovada.

Os militantes pró-homossexualismo, para ganhar adeptos a sua causa, tentam mostrar estatísticas (verdadeiras ou falsas) de homicídios ou lesões corporais praticados contra pessoas homossexuais. Dizem que é indispensável criar uma lei para coibir essa “onda de violência”.

Lamentavelmente, nem todos os cristãos sabem se posicionar com firmeza diante desse argumento. Alguns dizem que tal lei é necessária, mas não admitem que as penas propostas sejam tão severas. Outros dizem que a lei é desnecessária, uma vez que a legislação penal já pune os crimes contra a vida, a integridade física e a honra dos cidadãos. Quase ninguém atinge o núcleo da questão para dizer que a proposta de lei não é apenas “desnecessária”, mas totalmente absurda. Imaginemos a história seguinte.

Brasil sem ebriofobia?
O governo brasileiro se mostrou preocupado com o alto número de bêbados vítimas de homicídio, lesão corporal ou injúria. Considerando esse quadro como fruto de um “preconceito” contra os ébrios, o presidente lançou o programa “Brasil sem ebriofobia”. O objetivo foi convencer a população a respeitar a opção “beberal” de cada um, sem privilegiar o comportamento abstêmio em relação ao comportamento alcoólatra. Para isso, foram promovidas passeatas de “orgulho ébrio”, nas quais os bêbados, portando garrafas de aguardente, eram calorosamente acolhidos pelos governantes. Nas escolas, as crianças passaram a aprender que ser ébrio ou ser abstêmio eram duas orientações “beberais” legítimas. Ninguém deveria considerar o alcoolismo como um vício ou como uma doença. Nem a sobriedade podia ser considerada uma virtude. No Congresso Nacional foi aprovada uma lei “antiebriofobia”, que considerou crime qualquer manifestação contrária aos alcoólatras. A lei passou a punir com penas especiais os homicídios, lesões corporais e injúrias quando a vítima fosse um ébrio. E assim, os bêbados ficaram livres de um “preconceito” que pesava sobre eles desde muitos séculos.

Analisando a história
O caso narrado acima é evidentemente absurdo. Se o ébrio tem direitos, os tem apenas na qualidade de pessoa, mas não na qualidade de ébrio. A embriaguez não acrescenta – nem pode acrescentar – direitos ao cidadão normal. O absurdo da fictícia lei “antiebriofobia” era querer dar direitos a um vício. Se um bêbado é morto, o homicida deve ser punido, conforme a legislação penal. Mas é absurdo que o autor do crime receba uma pena extra pelo fato de a vítima ser alcoólatra. O mesmo se diga das lesões corporais e injúrias praticadas contra um ébrio.
O que a embriaguez e o homossexualismo têm em comum? Vejamos esta passagem da primeira carta de São Paulo aos coríntios: “Então não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus” (1Cor 6,9-10). A Palavra de Deus elenca, portanto, entre os que não terão parte no Reino de Deus tanto os ébrios (“bêbados”) como os homossexuais (“efeminados” e “sodomitas”).
Se um homossexual é assassinado, o homicida deve ser punido. Mas é um absurdo que a lei imponha uma pena especial pelo fato de a vítima ser homossexual. O mesmo se diga de alguém que espanca um homossexual. Não tem cabimento que o autor responda por um crime mais grave do que a lesão corporal prevista no Código Penal.
O núcleo do PLC 122/2006 é que ele, pela primeira vez na história legislativa brasileira, pretende dar direitos ao vício. Em nosso país isso é inédito, embora já existam coisas semelhantes em leis estrangeiras, com efeitos desastrosos.


O amor aos pecadores
Os pecadores têm um lugar especial no Cristianismo. Jesus disse textualmente: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. [...] Com efeito, eu não vim chamar justos, mas pecadores” (Mt 9,12-13). Ele, que acolheu a mulher adúltera que estava para ser apedrejada (Jo 8,2-11) e o ladrão que fora crucificado ao seu lado (Lc 23,39-43), não rejeitaria um homossexual penitente. Certamente, Ele o perdoaria dizendo: “Vai, e de agora em diante, não peques mais” (Jo 8,11).
O auxílio que Jesus veio trazer aos pecadores é libertá-los do pecado. Afinal, disse Ele, “quem comete pecado é escravo” (Jo 8,34).
O PLC 122/2006 pretende, não libertar os homossexuais, mas consolidar sua escravidão. Longe de estimular uma verdadeira mudança de conduta (“conversão”), o projeto pretende glorificar o vício contra a natureza. Numa total inversão de valores, ele pretende que sejam punidos como criminosos aqueles que censuram o comportamento antinatural.

Anápolis, 13 de março de 2011.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.
Presidente do Pró-Vida de Anápolis



[1] Cf. Marta quer apoio para aprovar projeto que torna crime a discriminação de homossexuais, Agência Senado, 02/03/2011 in: http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=107722
[2] Cf. Gabriel Chalita apóia Marta in:http://www.youtube.com/watch?v=LUrPGiLxDpc
[3] Serviço de denúncia anti-homofobia é lançado em passeata em SP, Folha.com, 19/02/2011 in:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/878265-servico-de-denuncia-anti-homofobia-e-lancado-em-passeata-em-sp.shtml

EDITORIAL: O VALOR DA FAMÍLIA

Cidade do Vaticano, 02 abr (RV) - Bento XVI enviou nesta semana uma mensagem aos bispos das Comissões Episcopais da Família e da Vida na América Latina e Caribe reunidos em Bogotá na Colômbia. Na sua mensagem o Papa voltou a destacar que a família é o valor mais querido pelos povos latino-americanos e caribenhos, porém os lares estão sendo intimidados em consequência de transformações culturais, instabilidade social, fluxos migratórios, pobreza, programas educativos que banalizam a sexualidade e falsas ideologias. Diante deste quadro não podemos ficar indiferentes.

A família sempre teve um papel fundamental no bem-estar dos povos e dos indivíduos. E hoje o seu papel continua a ser essencial mas é mais difícil. É que apareceram outros educadores e os pais por vezes não têm tempo ou acham que os outros podem substituí-los. O certo é que os problemas agravaram-se e o acento tônico na realização individual secundarizou o bem-estar da família.

No mundo de hoje, muitas famílias são atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e o abuso. O divórcio tornou-se uma ideia que passa pela cabeça de muita gente e que, em muitos casos, se torna uma realidade. Muitos pais facilmente fogem aos deveres de educar e preparar seus filhos para a vida, perturbados pelo conflito com seus rebentos rebeldes.

Deve-se portanto continuar a encorajar os pais no seu direito e responsabilidade fundamental de educar as novas gerações à fé e aos valores que enobrecem a existência humana. O Papa na sua mensagem mostra-se certo de que a Missão Continental promovida em Aparecida pode relançar nos países da América Latina e Caribe a pastoral familiar. “As famílias cristãs - disse - são chamadas a ser um verdadeiro sujeito de evangelização e de apostolado e a tomar consciência da sua preciosa missão no mundo”.

Na família, podemos encontrar a força de um relacionamento que é determinada pela disposição dos seus membros em compartilharem seus sentimentos e de permanecerem abertos um para o outro. Deus, em sua infinita sabedoria, criou a família, para que os seres humanos tivessem um lugar de apoio, de encorajamento mútuo, consolo nas horas difíceis. Enfim, um espaço para rir, chorar e sonhar. (SP).
Rádio Vaticano - 02/04/2011 13.47.35  - Link:  Veja aqui

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Bebês salvos por operação dentro do útero

Operação no útero salva bebês com doença pulmonar                                                        
FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo
Um estudo do Departamento de Medicina Fetal do Hospital das Clínicas de São Paulo concluiu que a realização de uma cirurgia intrauterina para tratar um tipo de desenvolvimento incompleto dos pulmões (a chamada hipoplasia pulmonar) aumenta para 50% as chances de sobrevida dos recém-nascidos. Sem a cirurgia, a chance oscila entre 5% e 10%.

O ginecologista Rodrigo Ruano, especialista em medicina fetal, comparou a evolução clínica de 17 bebês operados ainda no útero (no sétimo mês de gestação) com a evolução de 18 bebês tratados após o parto.
Dos operados antes de nascer, nove sobreviveram ao procedimento e sete estão em casa. Entre os tratados após o nascimento, só um sobreviveu.

O problema
A cirurgia é indicada para a hipoplasia pulmonar que acontece por causa de uma malformação congênita chamada hérnia diafragmática. Nesses casos, ocorre um defeito de fechamento do diafragma (músculo que separa o tórax do abdômen) e os órgãos abdominais (intestino, estômago e fígado) entram na cavidade torácica, comprimem os pulmões e impedem o seu crescimento.

O problema provoca dificuldades intensas de respiração e pode levar a criança à morte. É raro - afeta, aproximadamente, um em cada 2.000 a 5.000 nascidos vivos.
O diagnóstico normalmente é feito no quinto mês de gestação, com o ultrassom morfológico. Quando há essa malformação, o coração do bebê normalmente está desviado para o lado. "Quanto mais precoce o diagnóstico, maior a chance de sucesso", diz Ruano.

A cirurgia é indicada só para os casos graves e acontece na 28ª semana de gravidez. Gestante e feto são anestesiados. É implantado, via tubo endoscópico, um balão de látex na traqueia do feto. O objetivo é bloquear a passagem de ar para que os pulmões cresçam. Assim, quando a criança nasce, segundo Ruano, seus pulmões já estão mais desenvolvidos.
O balão de látex é biodegradável e costuma ser absorvido pelo organismo antes do parto -programado para acontecer com 37 semanas de gestação. Mesmo assim, nesses casos os médicos retiram o balão (caso tenha sobrado algum fragmento) logo após o nascimento.
Ruano explica, entretanto, que essa técnica não trata a doença --que é a abertura do diafragma--, apenas dá condições de a criança nascer e sobreviver para fazer outra cirurgia, que vai fechar o buraco entre o tórax e o abdômen.

Antônio Moron, ginecologista da Unifesp e coordenador de medicina fetal da maternidade Santa Joana, diz que a cirurgia é promissora, mas, por enquanto, deve continuar restrita a hospitais universitários.

"Sem a cirurgia, a evolução do bebê é muito ruim. Com esse procedimento, é possível aumentar a sobrevida desses pacientes e isso é muito positivo", afirma o médico.
16/03/2010 - 08h40

Zilda Arns - Pastoral da Criança - indicada pela Câmara de Deputados para o Prêmio Nobel da Paz

Zilda Arns indicada para Nobel da Paz 

A médica brasileira Zilda Arns, fundadora do movimento Pastoral da Criança, falecida durante o terremoto do Haiti, em janeiro de 2010, foi indicada para Prémio Nobel da Paz deste ano. 

A decisão, que partiu da Câmara dos Deputados do Brasil, recebeu votação unânime de todos os partidos.

A indicação já foi comunicada à Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), entidade da qual a Pastoral da Criança faz parte, e será agora encaminhada oficialmente ao Comité do Nobel, na Noruega.

Esta não é a primeira vez que Zilda é indicada para o Nobel. Como criadora, e mais tarde coordenadora internacional da instituição, a médica ajudou a vida de mais de dois milhões de crianças.

A instituição, criada em 1983, tem como objetivo promover o desenvolvimento integral de meninos e meninas entre zero e seis anos, levando os cuidados até onde vivem, para mantê-las no seu ambiente familiar e comunitário.

No Brasil, a Pastoral atende a mais de 40 mil comunidades ligadas a sete mil paróquias e já atingiu outros 19 países da América Latina, entre eles o Haiti, onde a médica estava para prestar ajuda humanitária durante o terramoto, acabando por falecer.

Formada em medicina, Zilda focou a sua especialização em saúde pública e pediatria desde cedo, já com o intuito de dedicar-se ao trabalho com crianças carentes.

A brasileira recebeu inúmeros prémios e menções por causa do seu trabalho dentro e fora do Brasil. Entre os reconhecimentos internacionais figura o Prémio Rei Juan Carlos, conferido pela Universidade de Alcalá de Henares, em 2005. 


Publicação: 30-03-2011 23:47   |  Última actualização: 30-03-2011 23:47

quinta-feira, 31 de março de 2011

VIDA ARTIFICIAL

A Campanha da Fraternidade sobre a “vida no planeta” refere-se à qualidade de vida humana.
Nada a ver com a idolatria da natureza, como “mãe gaia”, uma deusa. A vida no planeta prioriza e enfoca a dignidade da vida humana, ameaçada ou negada por vários fatores. Entre tantos vetores complexos estão as falsas necessidades que nós criamos e que, cedo ou tarde, acabam sendo uma carga insuportável.

A propaganda massificadora da sociedade de consumo nos tenta e nos alicia. Não raro desviam-nos dos ideais e dos valores humanitários, antigos marcos indispensáveis para a formação do caráter ético, moral, cívico, religioso. Muitas crianças, adolescentes e jovens, hoje, adotam estilos de vida esvaziados de valores referenciais que, aliás, nem conhecem porque não lhos transmitimos pelos exemplos de vivência profunda.

O quadro referencial da família é substituído pela “galera” que adota modas bizarras. Tatuagens, piercings e brincos conferem-lhes a sensação de nova identidade. Shoppings tornam-se seus espaços de convívio livre e seguro. Abocanhar por lá um “super x” saturado qualquer lhes garante sabor, vitalidade, energia. Quanto mais longe da presença e controle dos pais (ou de novo arranjo familiar), sentem-se descomplexados. Entretanto, pai ou mãe é obrigado a patrocinar os arbítrios dos novos inventores do mundo.

Para muita gente nova, ambiente natural, de fato, deve ser artificial. Até o local deve ter aquele cheirinho típico de ar-condicionado misturado com gordura trans, chicletes e (não nos horrorizemos) erva ou pó. O padrão de felicidade é imposto de forma artificial. Por dentro estão vazios. Vivem de conversas supérfluas, fúteis. Dificilmente leem algum livro formativo ou artigo crítico e construtivo. Está criado um novo “habitat”.

Questionemos a soma da desconstrução da vida natural e criação de um ambiente artificial. Quem representa qual papel para agradar a quem? A malhação deve continuar para um corpo sarado. Demonstre que você está feliz. Imagem é tudo! A aparência é o segredo da felicidade. A sociedade de consumo se impõe entre a futilidade e a mediocridade. Como meta e resultado o apurado é um “déficit” situado entre a infantilização das mentes e o despreparo para assumir responsabilidade com capacitação.

Quando vierem as provações, as cruzes e as contradições inevitáveis que Deus manda para que todos aprendam, cresçam e amadureçam, talvez procurem alguma forma de espiritualidade. Levemos o Evangelho de Jesus aos que precisam de esclarecimento. Cuidado com oportunistas vendendo o céu, sem cruz. O preço é salgado porque hoje, até a religião virou business.

Dom Aldo Pagotto
Arcebispo da Paraíba

Bispos do Uruguai se manifestam contra projeto de lei abortista

A Conferência Episcopal Uruguaia (CEU) divulgou nesta quarta-feira, 30, um comunicado no qual assinalam que o aborto consiste em destruir uma vida humana inocente, algo que "nunca pode acontecer".
O comunicado é uma resposta a uma iniciativa da deputada uruguaia Mónica Xavier, que pretende  despenalizar o aborto a pedido até a semana 12 da gestação.

O novo projeto de lei para despenalizar o aborto, vetado no ano 2008 pelo então presidente Tabaré Vásquez, conta com o apoio do atual presidente José Mujica, que disse publicamente que não vetaria a norma se for aprovada pelos senadores.

Sobre este projeto, os bispos uruguaios dizem que "ao preparar-nos à celebração da Páscoa, festa da Vida, golpeia nosso coração de pastores a proposta de uma cultura da morte, da qual é sinal a insistência de alguns a favor do aborto".

O comunicado diz ainda que "a destruição de uma vida inocente nunca pode acontecer. Em uma sociedade que defende os direitos humanos, proclamamos a defesa do direito fundamental à vida dos seres humanos mais indefesos".

Os prelados ressaltam logo que "a morte do mais débil, do inocente, do que tem capacidades diferentes, não é só tirar uma vida, é também cortar uma geração".

"Neste sentido, resulta-nos paradoxal que, enquanto quer alentar o número de nascimentos, ante o inverno demográfico de nossa nação, e se fala de recorrer a cidadãos de outros países para povoar nosso chão uruguaio, promovam-se leis para dizimar nossa população", destaca o comunicado.

Em visto disso, os bispos fazem um novo chamado à consciência do povo e dos governantes para esse importante tema.

"Pensamos que é necessário um esforço de imaginação e de humanidade para encontrar soluções que, ante as gravidezes não desejadas, contemplem as vidas das mães e de seus filhos em gestação", concluem os bispos uruguaios.

Fonte: Canção Nova   - Da Redação, com Acidigital

quarta-feira, 30 de março de 2011

Parto normal é objeto de parceria entre Japão e Estado do Amazonas


Governos do Amazonas e Japão reafirmam parceria técnica na área da saúde


29 de março de 2011
Portal Amazônia, com informações da Agecom

MANAUS - Os Governos amazonense e japonês fortaleceram parceria técnica para a implementação de projetos que visam o parto humanizado nas maternidades públicas do Estado. Para reafirmar o interesse no intercâmbio técnico-científico, o coordenador de Cooperação Técnica do Japão no Brasil, Katsuhito Haga, esteve nesta terça-feira (29) em Manaus, onde visitou o Instituto da Mulher Dona Lindu, uma das seis unidades do Estado onde técnicas da tradição japonesa, como massagens de relaxamento, já estão sendo aplicadas para facilitar o parto normal.

Katsuhito Haga foi recebido por representantes da Secretaria de Estado da Saúde (Susam) e profissionais das maternidades estaduais, e inicialmente recebeu mensagens de solidariedade ao povo japonês pelo momneto atual . De acordo com Haga, a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), entidade responsável pela viabilização das parcerias, dará continuidade aos programas de financiamento e incentivo à capacitação de profissionais na área da saúde materno-infantil no Amazonas e em outros estados brasileiros. Ele lembrou que há mais de 10 anos existe a parceria entre os dois países para a implantação de metodologias voltadas para o acolhimento adequado e facilitação do parto normal no Brasil, que tem uma das mais altas taxas de partos cesáreos do mundo.

A secretária adjunta de Assistência à Saúde da Capital, Sandra de Lima Braga, disse que a partir da capacitação de quatro profissionais do Amazonas no Japão, em 2008, várias das técnicas utilizadas em maternidades e salas de parto japonesas foram adotadas pelas maternidades do Estado. “Esses métodos são uma ferramenta a mais no conjunto de ações que o Estado desenvolve com foco na redução dos índices de mortalidade materna e neonatal”, destacou.

Segundo a secretária, o Amazonas vem mantendo reduções de aproximadamente 4% ao ano nas taxas de mortalidade infantil e fortaleceu as metodologias de acompanhamento das mulheres após o parto e da verificação de óbitos maternos, visando a redução de mortes por gravidez, aborto ou parto. “Além de aderir aos programas nacionais de humanização do parto, que incluem assistência especial desde a recepção nas maternidades, estamos buscando alternativas para o atendimento cada vez mais adequado às nossas mulheres e crianças”.

Sandra Braga disse que após a consolidação na capital, as técnicas japonesas serão levadas para o interior do Estado, onde os profissionais já começaram a ser treinados.

Método JaponêsEntre as técnicas japonesas milenares, incorporadas no modelo de assistência às gestantes do Amazonas estão a massagem corporal e o relaxamento, que utilizam instrumentos como bolas e massageadores para facilitar o trabalho de parto e oferecer mais conforto e menos dor à mulher grávida. Também já estão em uso no Amazonas uma massagem especial nas mamas, chamada Mohri, para incentivar a lactação, além da faixa japonesa, para reduzir os nascimentos antes do tempo. A ofuroterapia, banho térmico no ofurô (espécie de banheira japonesa) para conforto dos bebês prematuros, a reflexologia, o escalda pé e a educação física para grávidas também foram incorporados ao modelo estadual de assistência às grávidas.

“As técnicas são muito simples, de baixo custo e com resultados efetivos”, explica a enfermeira Gracimar Fecury, uma das profissionais capacitadas no Japão. Ela lembra que o método milenar japonês de acolhimento no pré-parto é apontado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como referência no atendimento humanizado. “Com o modelo, nosso principal objetivo é facilitar o parto normal, que apresenta menores riscos para a mãe e para o bebê”.

Fonte: Portal da Amazônia -AQUI

Anencefalia: Justiça autoriza aborto mas mãe levará gravidez adiante


TJ autoriza aborto de anencéfalo, mas mãe levará gravidez adiante
Graziela Delalibera

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) autorizou a gestante R.N.S.R, 29
anos, de Palmares Paulista, a abortar um bebê sem cérebro, agora com 20
semanas. A gestante e o marido, no entanto, disseram que vão manter a
decisão de levar a gravidez até o final, segundo a advogada de R., Joana
Cristina Paulino.

A advogada foi comunicada ontem da decisão do Tribunal pelo juiz Rodrigo
Ricci Fernandes, de Santa Adélia. O juiz havia autorizado o procedimento no
dia 10 de fevereiro, depois que um exame realizado pela mãe, no dia 25 de
janeiro, diagnosticou que o feto era portador de acrania (tipo de anencefalia
em que o feto não tem crânio e nem a pele que o reveste). Chocada com a
informação, a gestante havia acionado a Justiça para fazer o aborto, pois a
criança não tem chances de sobreviver fora da barriga da mãe.

“A pretensão da família não é mais abortar. Ela (a gestante) está tranquila,
com a pressão normal, e por enquanto não mudou de ideia”, disse a advogada,
que conversou com o marido de R. na tarde de ontem. O aborto chegou a ser
agendado, no Hospital Padre Albino, em Catanduva, mas o TJ havia proibido
o procedimento por meio de uma liminar, atendendo pedido do advogado
Marcos Antônio Favaro, de São Paulo, que se intitulou defensor do feto.

Enquanto a autorização do aborto ficou suspensa pela liminar do TJ, a gestante
foi procurada pela Igreja Católica, que se comprometeu em lhe dar toda a
assistência necessária na gestação. Com isso, ela recuou e decidiu levar a
gravidez adiante. R. tem sido acompanhada por um médico especialista de
Catanduva, por indicação da Igreja

Fonte: Diarioweb.com.br - São José do Rio Preto, 29 de Março, 2011 - 11:02

Bom parto em Manaus

Prefeitura de Manaus promove Curso de Pré-Natal

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), por meio da Unidade Básica de Saúde (UBS) Megumo Kado, localizada no bairro de Educandos, zona Sul, está realizando Curso de Pré-Natal para as gestantes assistidas pela unidade.

O curso iniciou na segunda-feira (21) e acontece em quatro aulas, sempre às segundas-feiras, das 14h30 às 16h, no salão paroquial da Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que fica em frente à unidade. São 20 futuras mães que participam do curso, que aborda temas como alimentação, controle do peso e prevenção da eclampsia.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Francisco Deodato, durante a gravidez, muitas mudanças acontecem no corpo da mulher, fazendo com que esse período exija cuidados especiais, por isso a preocupação da Prefeitura em promover cursos de pré-natal em toda a rede municipal de saúde.

 “São nove meses de preparo para o nascimento do bebê, durante os quais o acompanhamento por profissionais de saúde é importante. Com os exames realizados no pré-natal, é possível identificar e reduzir muitos problemas de saúde que costumam atingir a mãe e o bebê. Doenças, infecções ou disfunções podem ser detectadas precocemente e tratadas de forma rápida”, ressaltou.

Deodato afirmou que o ideal é que as mães iniciem o pré-natal no primeiro trimestre, assim que souberem da gravidez. “As consultas e exames permitem identificar problemas como hipertensão, anemia, infecção urinária e doenças transmissíveis pelo sangue de mãe para filho, como a Aids e a sífilis. Alguns desses problemas podem causar o parto precoce, o aborto e até trazer consequências mais sérias para a mãe ou para o bebê, se não forem tratados a tempo”, destacou.

A enfermeira Vanessa Saraiva, responsável pelo programa Saúde da Mulher na UBS, é quem ministra o curso. Ela informa que, durante o curso, serão também tratados assuntos como aleitamento materno, cuidados com a gravidez, prevenção de incômodos, importância do pré-natal e direitos da mulher grávida.

Ela enfatiza que a gestação não é uma doença, e sim um processo fisiológico normal, que na grande maioria das vezes transcorre sem complicações. Esse grupo de mulheres que não apresenta complicações compõe o chamado grupo de gestações de “baixo risco”. 

Porém, em alguns casos, a gestação pode já começar com problemas, ou esses surgirem durante a gravidez, apresentando uma possibilidade maior de evolução desfavorável, tanto para a mãe quanto para a criança. São as chamadas gestações de “alto risco”. 

“O objetivo do pré-natal é garantir o bom andamento das gestações de baixo risco e, também, identificar adequada e precocemente quais as pacientes com maiores chances de evolução desfavorável. As complicações da gestação, parto e puerpério (período que sucede o parto) constituem a décima causa de mortes em mulheres. Com um acompanhamento pré-natal e atenção ao parto adequados, consegue-se evitar a maior parte dessas mortes”, alerta o secretário Francisco Deodato.
Reportagem – Marcelo Rodrigues - 23/03/11 | 11:10 - Prefeitura de Manaus

terça-feira, 29 de março de 2011

As mentiras do Relatório Kinsey sobre sexualidade



O relatório Kinsey: conseqüências de uma difusão mundial de mentiras

Por Belén Vendrell
A aceitação pouco crítica dos resultados do chamado “Relatório Kinsey” teve muita influência na cultura e nas políticas públicas das últimas décadas. Como mostra a autora dessa apertada síntese – um resumo da sua exposição num Congresso realizado em 2001 –, a “revolução sexual” iniciada por Kinsey – que ainda hoje perturba a vida de muitas pessoas e famílias – exige como resposta uma vigorosa afirmação do verdadeiro significado da sexualidade humana.
UM “RELATÓRIO” SOBRE A SEXUALIDADE HUMANA

Os resultados publicados pelo biólogo norte americano Alfred C. Kinsey entre 1948 e 1953, sobre o comportamento sexual de homens e mulheres, o famigerado Relatório Kinsey (*), contribuíram muito para desencadear a chamada “revolução sexual” que se deu a partir dos anos 60 <1>.
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(*) Convencionou-se chamar de “Relatório Kinsey” o conteúdo dos livros: KINSEY, Alfred C., POMEROY, Wardell B. e MARTIN, Clyde E. Sexual Behavior in the Human Male, W.B. Saunders Co., Philadelphia and London, 1948 e KINSEY, Alfred C., POMEROY, Wardell B., MARTIN, Clyde E. e GEBHARD, Paul H. Sexual Behavior in the Human Female, W.B. Saunders Co., Philadelphia and London, 1953.
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Kinsey defendeu que todos os comportamentos sexuais considerados anômalos são na verdade normais, e ao mesmo tempo afirmou que ser exclusivamente heterossexual é anormal: é fruto de inibições culturais e de condicionamentos sociais, contrários à natureza do homem. Ele compartilhava a opinião dos que afirmam que os cristãos herdaram o comportamento sexual quase paranóico dos judeus.

Após 40 anos, durante os quais deu-se um crédito quase absoluto aos dados publicados por Kinsey – com terríveis conseqüências morais e intelectuais para a Sociedade –, cientistas de vários países demonstraram a falsidade das conclusões do “relatório” e o seu escasso rigor científico. Para dar um exemplo disso, podemos mencionar o recente estudo intitulado “Sexo na América: uma pesquisa definitiva” <Sex in América: a Definitive Survey, Warner Books, 1995>, dos pesquisadores norte-americanos John H. Gagnon, Robert T. Michael e Edward O. Laumann, da Universidade de Chicago, e da repórter do The New York Times, Gina Kolata, que desfez grande parte dos mitos criados pelo relatório do biólogo.

Os dados estatísticos de Kinsey parecem ter sido manipulados, já que a amostra era claramente viciada (era alto o percentual de presidiários, exibicionistas, pedófilos e “turistas” sexuais) e a metodologia incluía maus-tratos e estimulação sexual de crianças e até de bebês de poucos meses por parte de adultos <2>.

Kinsey e seus colaboradores pretenderam mudar os valores morais tradicionais empregando a seguinte estratégia:

a) Defender a idéia de que a bissexualidade é a orientação sexual própria de pessoas normais e desinibidas.
Isso encorajaria pessoas heterossexuais a praticarem atos homossexuais, já que a heterossexualidade seria apenas mais uma opção num amplo leque de condutas sexuais. Assim seria alterada a norma da sexualidade heterossexual, e com ela a estrutura familiar tradicional, os valores e os padrões de comportamento sexual convencionais.

b) Propor um plano para que as crianças fossem educadas na bissexualidade e treinadas por membros da geração precedente. 
Essas teorias tiveram influência na Sociedade e na Ciência, contribuindo decisivamente para que a homossexualidade desaparecesse do catálogo de patologias mentais, salvo o caso de distonia (caso em que a pessoa com inclinações homossexuais sente-se mal por isso).

Por outro lado, é importante assinalar que até mesmo cientistas da escola de Kinsey, apesar de manifestarem abertamente que a conduta homossexual é normal e plenamente aceitável, dizem que “é de importância vital que todos os profissionais no campo da saúde mental tenham presente que o homem ou a mulher homossexual é homem ou mulher por determinação genética e tem tendências homossexuais por preferência adquirida” <3>. Isso corroboraria a hipótese de que as inclinações homossexuais não são inatas no indivíduo. O psiquiatra L. J. Hatterer chega até a afirmar rotundamente: “Os psiquiatras chegaram finalmente à conclusão de que os fatores genéticos, hereditários, constitucionais, glandulares e hormonais não têm nenhuma importância como causa da homossexualidade” <4>.

Cada dia é maior o número de especialistas que não renunciaram à terapia de restauração da identidade sexual, considerando a inclinação homossexual como um transtorno psíquico de tipo neurótico – adquirido ao longo da infância ou da adolescência – que pode ser tratado <5>.

Além do mais, Kinsey utilizou o termo dependência para referir-se às relações maritais que preservam a fidelidade da união conjugal, como se ser fiel ao cônjuge fosse alguma espécie de vício.

Infelizmente, as conclusões de Kinsey continuam sendo levadas em conta quando se tomam decisões sobre políticas de saúde sexual e/ou reprodutiva, e constituem boa parte do conteúdo dos programas educativos em matéria de sexualidade em todo o mundo.

As conseqüências mais diretas de tais divulgações científicas foram:

– a separação (que se tenta justificar eticamente) entre a atividade sexual e a procriação;

– o exercício da sexualidade fora do matrimônio (o chamado “amor livre”);

– e a separação entre a atividade sexual e o amor.


SEXO, PROCRIAÇÃO E FAMÍLIA

Com o rápido surgimento dos primeiros métodos anticoncepcionais nos anos 60 e com a adoção de um conceito antinatural de Planejamento Familiar por parte dos órgãos oficiais de Saúde Pública, a fertilidade – entendida como dimensão constitutiva da sexualidade e como capacidade de procriação – começou a ser encarada como uma ameaça à Humanidade.

Diante dessa crítica situação, o Papa Paulo VI apresentou em 1968 a sua profética Encíclica Humanae Vitae sobre o amor humano e sobre a “paternidade responsável”, na qual opunha-se valentemente à já mencionada visão deformada da sexualidade e à utilização de métodos anticoncepcionais que impeçam a reta regulação da fertilidade. Paulo VI desenvolve nesse texto um belo projeto sobre a decisão e realização da procriação, respeitando a dignidade dos esposos e a vocação à doação própria do amor esponsal. Ele exortou os cientistas a esforçarem-se por encontrar, dentro do âmbito da sua competência, soluções para os problemas nessa matéria, convencidos de que não pode haver contradição entre a Ciência e a Fé <6>.

No fim da década de 70, em defesa do direito de decidir sobre a capacidade de procriação, foram desenvolvidas e implantadas as técnicas de Reprodução Assistida, que envolvem a separação entre a procriação e a sexualidade (procriação sem atividade sexual). Em 1978, obteve-se o nascimento do primeiro bebê de proveta (com a transferência do embrião) e nos anos 80 a técnica – conhecida como FIVET (Fertilization In Vitro with Embryo Transference) – foi aperfeiçoada. O passo mais recente é a clonagem, desenvolvida já nos anos 90.

Nos últimos anos – dentro de um processo que poderíamos chamar de gradual desestruturação cultural e humana da instituição familiar –, vem sendo proposta a separação entre identidade sexual e gênero: Ser homem ou mulher não estaria determinado fundamentalmente pelo sexo, mas pela cultura.

Tal mentalidade ataca as próprias bases da família e das relações interpessoais. Se a questão do gênero é cultural e se a pessoa não se identifica com o sexo à hora de projetar-se como masculina ou feminina, então porque a mãe não pode fazer o papel de pai e vice-versa?

Neste início do novo milênio, uma profunda crise da paternidade em todos os níveis – biológico, ontológico, educativo e funcional – levou a Sociedade a aceitar como normal a separação entre procriação e paternidade. O pai já não é mais necessário para procriar. Está sendo estudada até mesmo a reprodução a partir de duas mulheres. A Sociedade ideal deveria conduzir à indiferenciação sexual. As pessoas com inclinações homossexuais teriam amparo jurídico e social para as suas situações sexuais e os filhos perderiam definitivamente a figura do pai.

O pai desaparece quando o que se pretende é que o filho dependa unicamente da decisão individual da mulher, às vezes até de maneira homossexual, em nome de uma biologização solitária da filiação. O pai é afinal privado do seu filho e destituído da sua função. As conseqüências de tudo isso pertencem ao campo da Ética e, portanto, da Bioética, já que estamos falando da vida do Homem.

Como diz o Professor Anatrella, não basta apenas fabricar carne humana: a filiação deve ser estabelecida partindo da diferença de sexo entre pai e mãe e da sucessão de gerações, e deve ser instituída de modo a poder desenvolver-se e reproduzir-se na História. Uma Antropologia que negue essa realidade – e que portanto sirva de base para uma Ética e para uma Bioética igualmente distorcidas – contradiz a verdade sobre o Homem <7>. As palavras do Papa João Paulo II, ditas há 20 anos na Familiaris Consortio, foram realmente proféticas: “é necessário esforçar-se para que se recupere socialmente a convicção de que o lugar e a tarefa do pai na e pela família são de importância única e insubstituível” <8>.


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NOTAS

<1> Cfr. TARASCO, M. “Consideraciones sobre la Influencia del Reporte Kinsey” in Cuadernos de Bioética nº 4, Grupo de Investigación en Bioética de Galicia, Santiago de Compostela, 1997.
<2> Cfr. REISMAN, Judith. Kinsey, Crimes & Consequences, The Institute for Media Education, Crestwood, KY, 1998 e REISMAN, Judith e EICHEL, Edward. Kinsey, Sex and Fraud: The Indoctrination of a People, Lafayette, LA, Huntington House, 1990.
<3> MASTERS, W.H. e JOHNSON, V.E. Homosexuality in Perspective, Little, Brown and Company, Boston, 1979. ( Citado por VAN DEN AARWEG, G. Homossexualidade e Esperança, Diel, Lisboa 2002, p.57 )
<4> HATTERER, L.J. Changing Homosexuality in the Male, McGraw-Hill, New York, 1970. (citado por VAN DEN AARWEG, G. Homossexualidade e Esperança, Diel, Lisboa 2002, p.58 )
<5> “A homoxessualidade é justamente um tipo de neurose. A pessoa que sofre este complexo leva dentro uma certa ´criança que se auto-compadece´“. VAN DEN AARWEG, G. Homossexualidade e Esperança, Diel, Lisboa 2002, p.94
<6> Cfr. PAULO VI, Encíclica Humanae Vitae, nº 24.
<7> Cfr. ANATRELLA, T. “Las consecuencias psicológicas de la disfunción del sentido de la paternidad en la sociedad actual” em Familia et Vita, edição espanhola, ano IV, nn. 2-3, 1999.
<8> JOÃO PAULO II, Exortação Apostólica Familiaris Consortio, nº 25.

Fonte:Quadrante

BENTO XVI PEDE PROTEÇÃO A FAMÍLIAS

A Família é Sagrada
CIDADE DO VATICANO, 29 MAR (ANSA)   

O papa Bento XVI destacou hoje a importância de proteger a família, ao enviar uma mensagem a bispos latino-americanos.

Para o Pontífice, não se pode "permanecer indiferente" diante dos ataques contra a família, "muito valorizada" pelos povos da América Latina.

Bento XVI relembrou e lamentou que muitas famílias sofrem com "situações adversas, provocadas por rápidas mudanças culturais, instabilidade social, fluxos migratórios, pobreza e programas de educação que banalizam a sexualidade e as falsas ideologias".

Por isso, segundo ele, é necessário defender "a família, fundada sob a união entre um homem e uma mulher", de modo que a família "desenvolva sua missão de célula viva da sociedade, fonte de virtudes".

A mensagem foi encaminhada aos participantes do encontro que ocorre na Colômbia entre os bispos responsáveis pelas comissões episcopais da Família e da Vida na América Latina e no Caribe.
(ANSA)  - 29/03/2011 10:32

TEMPO QUARESMAL

Quaresma é tempo de conversão
Já estamos há duas semanas do final da Quaresma, portanto já ultrapassamos metade desse tempo, especialmente importante, não só para Igreja como para todo cristão.

No tempo da Quaresma, a Igreja nos convida e estimula a todos nós à conversão. Conversão que não deve ser um ato pontual e sim um processo que deve partir do ponto atingido pela Quaresma do ano anterior e avançar nesse caminho sempre mais, sempre mais.

O próprio Cristo nos recomenda “Sede perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito”. Isto para nos dizer que no caminho da perfeição não existe “um basta”. Ao contrário, o  aperfeiçoamento é sempre possível pois Deus é Perfeito e por mais que progridamos, jamais será possível atingir a Sua perfeição.

            É esse também o sentido da penitência quaresmal. Continuam válidas as penitências tradicionalmente recomendadas pela Igreja. Entretanto, essas penitências (especialmente o jejum e abstinência) nem sempre constituem “penitência” para muitas pessoas. Ao contrário, sabe-se que, em dias de jejum e abstinência muitos deixam de  comer carne e substituem essa “penitência” pelo “bacalhau”. A verdadeira penitência consiste numa entrega pessoal, privando-nos de algo que nos causa prazer, ou ainda melhor, lutando contra os próprios defeitos e prazeres que muitas vezes agridem o próximo, evitando tudo quanto possa  desagradá-lo, prejudicá-lo ou feri-lo.

            A verdadeira caridade supõe a capacidade de suportar e perdoar os defeitos e limitações do próximo ao mesmo tempo reconhecendo essas falhas em nós. Os santos nos dão exemplos dessa santidade. Ao invés de reclamarmos dos problemas que por certo todos devemos enfrentar, vamos suportá-los, pedindo a Deus que não se deixa vencer em generosidade, e Ele nos dará a recompensa.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo de Guarulhos
             

segunda-feira, 28 de março de 2011

Consciência Cristã 2011 discutiu os malefícios da pornografia para a sociedade


Na 13ª edição da Consciência Cristã foram discutidas 112 palestras dos mais variados assuntos, um dos temas mais polêmicos foi trazido pelo pastor Cláudio Rufino, da Igreja Assembléia de Deus, em Sobradinho – DF, que é autor do livro Batalha Contra a Pornografia e líder da Campanha Nacional contra a Pornografia que começou em 2007.

O pastor Cláudio Rufino fez uma exposição sobre os malefícios da pornografia para a sociedade. Segundo ele, diariamente somos bombardeados pela mídia, com imagens sensuais, na maioria das campanhas publicitárias – “esse bombardeio é inevitável, embora o genuíno cristão tenha o dever de neutralizá-lo’ - argumenta.

O pastor enfatiza que a busca pela contemplação da pornografia pode custar muito caro, resultando num vício que destrói a reputação, a saúde, a paz de espírito e a vida do indivíduo. Cláudio Rufino usou como textos bases a passagem bíblica do livro de Provérbios, capítulo 14, versos 12 e 13, que diz: “Há uma caminho que ao homem parece direiro, mas ao cabo dá em caminhos de morte. Até no riso tem dor o coração, e o fim da alegria é tristeza”.

“Poucos estão conscientes do perigo que a pornografia representa”, alerta o pastor. A pornografia é a causadora de todos os tipos de crimes e pecados sexuais, acrescenta.

O pesquisador lamenta o evidente crescimento da pornografia no país, que tem sido cada vez mais aceita e até estimulada. Ele teme que esse crescimento tenda a aumentar e com isso provocar cada vez mais casos de adultério, estupro, aborto, homossexualismo, prostituição, pedofilia, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

A Consciência Cristã 2011 se encerrou nesta terça (8), com uma grande concentração noturna que reuniu mais de 10 mil pessoas na Representação do Tabernáculo Bíblico, no Parque do Povo.

Pedofilia. Desmantelada a maior rede internacional


Pedofilia. Desmantelada a maior rede internacional de sempre


por Rosa Ramos, Publicado em 17 de Março de 2011  

Três anos de investigação culminaram com a detenção de 184 pedófilos que partilhavam filmes e fotos na internet
Na lista de pedófilos figuram nomes de agentes da polícia e até de professores. 
A Europol anunciou ontem o desmantelamento da maior rede internacional de pornografia infantil de sempre - que culminou com quase 700 suspeitos identificados, 184 detenções e 230 crianças vítimas de pedofilia. 
A operação, denominada "Resgate", implicou três anos de investigação e a cooperação das polícias de pelo menos 30 países - a maioria da Europa e nos quais, garantiu ao i a Polícia Judiciária (PJ), Portugal não está incluído

Segundo a Europol, a rede actuava através de um site com servidor alojado na Holanda -boylover.net -, que promovia o sexo entre adultos e crianças e que já contava com 70 mil membros.

"O site funcionava como uma espécie de fórum de debate, onde os membros partilhavam os seus interesses sexuais por crianças, sem cometerem nenhum delito específico", explicou ontem, numa conferência de imprensa em Haia, Peter Davies, o coordenador do Centro para a Protecção da Internet e Exploração de Crianças do Reino Unido. Só que, apesar de no fórum não serem cometidos crimes, o que acontecia, acrescenta a Europol, é que "muitos participantes criavam canais privados e contas de correio electrónico, através dos quais trocavam fotos e filmes de crianças a sofrerem abusos sexuais".

No total, a Europol conseguiu identificar 670 suspeitos. Desses, 184 já foram detidos. O trabalho das polícias permitiu ainda "identificar 230 crianças vítimas de pedofilia", quantificou o director europeu da Europol, Rob Wainwright. "Trata-se de uma das operações mais bem sucedidasde entre as realizadas nos últimos anos e contra o que provavelmente será a maior rede de pedofilia através da internet do mundo", acrescentou o investigador.
Veja reportagem aqui
Entre os detidos estão um homem de 84 anos e pelo menos uma mulher. Outro dos suspeitos, detido em Espanha, trabalhava com crianças em acampamentos de Verão e é acusado de ter abusado de mais de 100 menores só nos últimos cinco anos. Contudo, sublinha a Guardia Civil espanhola, "a maioria dos suspeitos abusava de crianças da família, amigas ou vizinhas".

Já o director europeu da Europol explicou que os suspeitos não têm um perfil específico. Não existe "uma regra determinada quanto à idade ou ao estilo de vida" de cada um, adiantou, reforçando que "não há um perfil que possa ser encarado como uma ameaça concreta para as crianças".

Para conseguir desmantelar a rede, a Europol redigiu mais de 4200 relatórios sobre a actividade dos membros do site em 30 países, entre os quais figuram Espanha, Bélgica, Austrália, Canadá, Grécia, Islândia, Itália, Holanda, Nova Zelândia, Polónia, Roménia, Grã-Bretanha, Estados Unidos, Tailândia e Canadá. Terá sido esse trabalho que permitiu localizar os pedófilos e as respectivas vítimas.

O dono do site A investigação prolongou-se por três anos e, no último ano e meio, foi conduzida pela Europol. Para conseguirem provar os crimes, os investigadores fizeram-se passar por pedófilos - para se infiltrarem nos fórum e, dessa forma, reunir informações e provas.

Só no Reino Unido terão sido identificados 240 suspeitos, com idades compreendidas entre os 17 e os 82 anos. Na lista, revelou a polícia, figuram nomes de agentes da polícia e mesmo de professores.

Ontem, a imprensa holandesa, através da agência ANP, avançava que a rede seria comandada por um holandês, Amir I., que já foi detido. O homem, de 37 anos, controlava toda a rede de pedófilos, promovia e mantinha contactos, além de partilhar dados e conteúdos digitais.

Amir deverá agora ser julgado em Haarlem. A imprensa local escrevia ontem que o Ministério Público holandês já deduziu a acusação - e que vai pedir uma pena de três anos e meio de cadeia, além de tratamento psicológico. O chefe do site será também suspeito de ter abusado de menores no Brasil, através de um esquema em que trocaria sexo por privilégios virtuais, como o acesso gratuito a contas de jogos de computador.

O que os suspeitos faziam online, sublinhou Peter Davies na conferência de imprensa, acabou por se virar contra eles próprios - já que o facto de obterem prazer na troca de ficheiros com crianças permitiu à polícia a obtenção de meios de prova para que possam ser condenados. "Tudo o que faziam online, todas as pessoas com que falavam e tudo o que partilhavam foi passado a pente fino e permitiu-nos seguir as suas pegadas digitais", explicou o investigador.

Jornal Informação - Lisboa - Portugal -  Veja Aqui

18.000 sites de pornografia infantil


Identificados mais de 18 mil sites na Net com pornografia infantil

15.03.2011 - Jornal de Notícias - Portugal

A organização britânica Internet Watch Foundation identificou no ano passado mais de 18 mil endereços e domínios na Internet com conteúdo sexual envolvendo crianças, conforme o relatório anual publicado esta terça-feira.

A Internet Watch Foundation (IWF), constituída em 1996, colaborou no último ano com diversas empresas activas na Internet para aumentar a eficácia do combate à pornografia infantil e afirma ter conseguido "reduzir dramaticamente" o tempo que as páginas em que são detectados conteúdos sexuais com crianças ficam activas.

"Os resultados mostram uma redução dramática no tempo que estas imagens criminosas permanecem activas, de cerca de um mês há um ano atrás a uma média de 12 dias, independentemente do local no mundo onde as páginas estão alojadas", refere um comunicado da organização.

No total, 16.739 páginas e 1.351 domínios foram identificados em 41 países como contendo pornografia infantil, com a grande maioria alojada na Europa e Rússia (41%) e na América do Norte (42%).
Dos domínios, as terminações .com, .ry, .jp, .net, .es e .org são as mais frequentes nos endereços que contêm as imagens.

Das crianças que aparecem nestas imagens, quer fotográficas quer vídeo, "73%" aparentam ter menos de dez anos.
Segundo a IWF, 65,6% das imagens de encontros sexuais entre adultos e menores incluem "violação e tortura" das crianças.

As imagens foram aparecendo quer em páginas comerciais de pornografia infantil quer em ficheiros individuais isolados.

A IWF identificou no ano passado 715 fontes individuais - "marcas" ou páginas com endereço registado - que fornecem imagens sexuais com crianças, ligadas entre si para facilitar formas de pagamento, publicidade e registo de utilizadores.

Com parcerias com empresas como a Google, Facebook, Paypal, BBC ou AOL, a IWF elabora constantemente uma lista de páginas identificadas como contendo pornografia infantil, classificados como "a bloquear", que partilha com vários países e autoridades policiais pelo mundo.

Às empresas fornecedoras de Internet cabe a última decisão sobre o bloqueio das páginas.

domingo, 27 de março de 2011

Bilionário gay financia projetos gays “católicos” e “evangélicos”

Kathleen Gilbert
Dólares para gays
As mais importantes organizações gays que afirmam representar evangélicos e católicos, e pelo menos uma faculdade administrada por jesuítas, estão recebendo financiamento de um importante empresário magnata gay com o objetivo de provocar desentendimentos dentro das fileiras das igrejas.

Num recente artigo Thomas Peters, diretor cultural da Organização Nacional do Casamento e fundador do blog American Papist, revelou as fontes de financiamentos de várias organizações que promovem a aceitação da homossexualidade sob o pretexto de representar membros preocupados da comunidade judaico-cristã.
Organizações como New Ways Ministry (Ministério Novos Caminhos), uma organização importante recentemente condenada pelos bispos católicos dos EUA, recebem somas enormes da Fundação Arcus com o objetivo de promover o “casamento” de mesmo sexo especificamente entre católicos, luteranos, anglicanos e judeus.

A Fundação Arcus foi iniciada por Jon Stryker, um acionista bilionário assumidamente gay e um dos principais financiadores de iniciativas homossexuais. Um artigo da revista [esquerdista] Salon de 2006 aponta para a influência que Tom Gill, milionário da área de softwares e ativistas gay, teve em Stryker.

“Lisa Turner, diretora política que trabalha para Jon Stryker, confirma que Stryker foi motivado pelas generosas contribuições financeiras, que marcaram precedente, feitas por Tim Gill, o fundador assumidamente gay da empresa Quark Inc., em 2004,” diz o artigo.

“Os defensores do casamento gay são espertos — eles criam organizações para canalizar suas fortunas para as causas que eles querem ver tendo sucesso”, escreveu Peters, que apontou para os graus de separação que obscurecem o relacionamento entre o Ministério Novos Caminhos e a fundação de Stryker.

O site da Fundação Arcus também apresenta listas de vários outros projetos “católicos” sob o título “Religião e Valores”. As listas especificamente descrevem planos de minar, a partir de dentro, os ensinos da Igreja Católica sobre a sexualidade.

Por exemplo, a Força-Tarefa Nacional Gay e Lésbica recebeu 152.625 dólares da fundação para “um processo de planejamento colaborativo e estratégico focado na construção de um movimento pró-LGBT dentro da Igreja Católica Romana nos EUA”. Na linha de frente da educação católica, a Universidade Jesuíta Fairfield recebeu uma verba de 100.000 dólares para “expandir o atual debate sobre a homossexualidade dentro do catolicismo romano para incluir as opiniões diversas de líderes e teólogos do pensamento católico progressista”.

Fazer pressão para que entre os católicos haja aceitação do controle da natalidade ou aborto é também parte da missão da fundação: a Aliança Feminina para a Promoção da Teologia, Ética e Ritual recebeu uma verba de 70.000 dólares para criar “um grupo de mulheres lésbicas, bissexuais e transgêneras católicas e seus aliados que assumiriam um papel de liderança dentro da comunidade católica em questões relacionadas a gênero, sexualidade, [e] saúde reprodutiva”.

Outros financiamentos incluem 93.345 dólares para o Ministério Novos Caminhos, 200.000 dólares para Dignidade Novos Caminhos EUA e 23.000 dólares para uma campanha para atacar o ensino católico sobre a sexualidade em conjunto com a visita do Papa Bento 16 aos Estados Unidos em 2008. (Clique aqui para ver uma lista completa das verbas da Arcus.)

De acordo com Peters, se “acrescentarmos o fato de que a Arcus fez doações para outros grupos ‘cristãos’, o total desde 2007 é um estonteante 6.500.000 dólares”.

Católicos pela Igualdade é outro grupo de fachada, que está em ascensão e tem como objetivo minar o ensino católico sobre a homossexualidade. Nesse caso, a organização tem conexões claras com a Campanha de Direitos Humanos (CDH), uma das mais proeminentes organizações pró-homossexualismo dos Estados Unidos.

A CDH emprega ou empregou anteriormente três dos cinco membros da diretoria de Católicos pela Igualdade. Até mesmo o blogueiro ativista gay Michael Petreliscomentou que a organização, lançada no ano passado, está “repleta de apoio de outros membros da CDH” e que essa íntima conexão deixou transtornada a Campanha da Faixa do Arco-Íris, outro grupo “católico” de ativistas homossexuais.

“Os católicos deveriam ficar indignados que uma organização externa — que também financia grupos anticatólicos — está financiando organizações dissidentes dentro da Igreja para confundir os outros católicos e minar nossos bispos e os ensinos que eles articulam”, disse Peters.
Fonte Aqui -  Artigo original - Inglês - Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com