sábado, 26 de março de 2011

A contracepção é a causa fundamental do colapso da família e da moralidade sexual, diz especialista


Rebecca Millette

WASHINGTON, D.C., EUA, 25 de março de 2011 (Notícias Pró-Família)
A contracepção é o fator fundamental responsável pela epidemia atual de gravidezes entre moças solteiras, famílias de mães solteiras, doenças sexualmente transmissíveis, pais irresponsáveis e um elevado índice de abortos, diz um proeminente especialista de família.
“Desde a introdução da contracepção, tudo o mais desabou”, disse Patrick Fagan, diretor do Instituto de Pesquisas de Religião e Casamento do Conselho de Pesquisa da Família, conforme reportagem do CNS.
Palestrando na conferência anual da Fundação Frederick Douglass em Washington, D.C., na semana passada, Fagan citou o “distanciamento de homens de mulheres, o colapso do casamento” e o “sexo fora do casamento” como algumas das consequências trágicas do uso da contracepção. A fundação é uma organização negra com bases religiosas.
“Universalmente, em toda a história do Cristianismo, a contracepção sempre foi vista como um grave pecado contra Deus”, disse ele, “um pecado pelo qual uma pessoa perdia a vida divina e a alma”.
A campanha de controle da natalidade da Federação de Planejamento Familiar*, disse Fagan, foi o início da calamidade social.
“A família negra do fim da década de 1930 e início da década de 1940 foi o primeiro alvo e vítima da Federação de Planejamento Familiar”, disse Fagan.
A gigantesca empresa de aborto fazia campanhas em bairros negros e de baixa renda. Essa campanha, disse Fagan, é em parte responsável pelo colapso da família negra assim como por inúmeras outras consequências que estão afetando a sociedade em geral.
As famílias negras tinham permanecido intactas até a década de 1930 quando a Liga Americana de Controle da Natalidade, mais tarde renomeada Federação de Planejamento Familiar dos Estados Unidos, implementou sua agenda pró-aborto na minoria negra, disse ele.
“No final da década de 1960, depois que clínicas de ‘planejamento familiar’ se alastraram, havia um padrão claro de preponderância delas em bairros negros”.
“O sexo fora do casamento, principalmente mediante a contracepção, havia se tornado um produto de consumo de massa”, continuou Fagan. “Quem estava promovendo tudo isso? A Federação de Planejamento Familiar. Eles atingiram primeiro a família negra. Por quê? Porque queriam reduzir os bebês negros. Eles não queriam bebês negros”.
Num e-mail para CNSNews.com, Fagan escreveu: “Margaret Sanger liderou a campanha de controle populacional dos negros por meio das igrejas negras, exemplificadas na Clínica do Harlem fundada por Sanger, iniciada na década de 1930. Adam Clayton Powell Sr. deu para ela a oportunidade de falar na Igreja Batista Abyssian, a maior igreja negra do Harlem”.
Outra preletora da conferência, Patricia Funderburk Ware, presidente da empresa PFW Consultants Inc., concordou com a análise de Fagan acerca da destruição que a contracepção vem provocando.
Funderburk Ware era diretora da Secretaria de Programas de Gravidez entre Adolescentes no Ministério da Saúde durante o governo de George W. Bush.
“Antes, não havia entre nós abortos legalizados”, Funderburk Ware disse. “Não havia controle da natalidade”.
Entretanto, com o surgimento do controle da natalidade veio uma mentalidade de sexo sem consequências. Com a disponibilidade do controle da natalidade e do aborto legalizado, disse Funderburk Ware, “se ficássemos grávidas, poderíamos fazer um aborto”.
* Nota do tradutor: A Federação de Planejamento Familiar é a maior rede de clínicas de planejamento familiar, aborto e educação sexual nos Estados Unidos.
Link: AQUI            

sexta-feira, 25 de março de 2011

Desmascarando o grupo abortista “Católicas pelo Direito de Decidir"



A verdade sobre as “Católicas pelo Direito a Decidir”

No ano 2000, a imprensa brsileira publicou um artigo por ocasião do Dia Internacional de luta contra a AIDS, entitulado “Doutrina católica sobre a fidelidade favorece epidemia, afirma teóloga”, em que uma suposta “especialista católica” critica a Igreja por promover a castidade.

A “especialista” em questão era Yury Puello Orozco, representante do polêmico grupo feminista e abortista “Católicas pelo Direito a Decidir” no Brasil.

Que um grupo de mulheres que se proclamam católicas questionem um ensinamento tão fundamentado da Igreja, chamou a atenção de Jerson Lourenço Flores Garcia, representante do Movimento em Defesa da Vida (MDV). Por isso, Flores não duvidou em revelar a natureza nada católica das CDD e a que se dedicam.
Além de ensinar que se trata de uma organização abortista norte-americana e que seu objetivo principal é eliminar ao maior opositor do mundo contra o aborto, a Igreja Católica, Flores recorda em uma nota esclarecedora que as CDD se esforçam para convercer aos católicos de que o aborto é uma alternativa eticamente válida para as mulheres católicas, “desprezando e ridicularizando os ensinamentos fundamentais da Igreja, promovendo agressivamente a contracepção e o aborto”.
Flores descreve um dos documentos mais característicos do grupo entitulado “Mulher… Corpo… Desejos… Direitos… Vida, Muita Vida”, da autora Carolina Teles Lemos. Em tal publicação há surpreendentes interpretações de passagens bíblicas com freqüência citadas pelos católicos para falar do amor conjugal e da família, como Cântico dos Cânticos 4, 1-15, um fragmento de um apaixonado discurso do Rei Salomão à sua esposa.
Segundo a autora a passagem bem poderia se referir aos elogios de um namorado a sua namorada e não “se reduzir” ao matrimônio. Assim mesmo, Teles sustenta que quando Cristo disse que devemos buscar a “vida em abundância”, quer dizer que não “gostaria que um bebê nasça com deficiências nem que as mulheres os tenha em momentos difíceis de sua vida”, quer dizer que só os “humanos perfeitos” ou os concebidos em “determinados momentos” têm direito a viver.

Em outra parte da publicação, Teles se refere à passagem da Anunciação. “Quando o Anjo apareceu a Maria e lhe perguntou se queria ser a mãe de Deus, ela pensou muito primeiro, para depois dizer que sim.

Se Deus dá a Maria a oportunidade de decidir, temos que acreditar que nos dá a mesma chance, não acham?, questiona Teles. Segundo Flores, a intenção desta falácia é convencer ao leitor “de que a vontade humana deve se impor à vontade de Deus”. Entretanto, o pró-vida parece não se surpreender com estes argumentos, considerando a história do grupo fundado por Frances Kissling, uma mulher que viveu algum tempo em um convento das Irmãs de São José (EUA), e ao abandoná-lo dirigiu uma clínica de abortos em Nova York.

As CDD financiam suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos norte-americanos abertamente anti-vida como a Fundação Ford.

Na América Latina sua agenda é clara:

Apoiar a dissenção católica no tema do aborto e os contraceptivos.
Proporcionar aos católicos uma “alternativa racional” à doutrina da Igreja.
“Educar” sobre os direitos de saúde reprodutiva (aborto e anticoncepção sistemática) na América Latina.
Segundo Flores, as CDD não são católicas porque “perventem o sentido da liberdade humana. Ao interpretar os crimes contra a vida como legítimas expressões da liberdade individual, exigindo ou reconnhecendo legalmente o direito de matar, se subverte a base dos direitos humanos e se nega o direito à vida”.
Católicos e abortistas?
O Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, encarregado de um dos apostolados pró-vida mais exitosos de Anápolis, precisa por sua parte que é impossível que os católicos apoiem o aborto, do que se deduz que as CDD são falsas católicas. Segundo Padre Lodi, quando os católicos se sentem confundidos pelas argumentações a favor do aborto, simplesmente devem recorer a documentos eclesiais como a encíclica de João Paulo II, Evangelium Vitae, para constatar que os ensinamentos da Igreja vão na contra-mão da moral e o aborto sempre será algo mal por implicar a morte deliberada de um ser humano inocente.
O Padre Lodi sustenta que não se pode matar a um bebê nem sequer para salvar a vida da mãe porque ambas são vidas humanas independentes. Se teoricamente se dá o caso, nada se pode fazer e nunca é lícito “fazer o mal para que daí se tire o bem”. Tanto a vida da mãe como a da criança são absolutamente iguais, acrescenta o sacerdote e precisa que ambos são “seres humanos criados a imagem e semelhança de Deus, possuidores de uma alma imortal e de um destino sobrenatural”.
O Padre Lodi indica que o aborto tampouco é “lícito em casos de violação porque a repugnância contra o crime nunca poderá se converter em repugnância contra um inocente concebido. A vida sempre é um dom de Deus, ainda quando surge em circunstâncias pecaminosas”.

Bispo boliviano desmascara a grupo abortista “Católicas pelo Direito de Decidir”

O bispo do Oruro e presidente da Fundação “Vida e Família”, Dom Cristóbal Bialasik, advertiu à sua paróquia que as autodenominadas “Católicas pelo Direito de Decidir” não formam parte da Igreja e confundem os fiéis com sua aberta promoção do aborto.
Em um artigo publicado no jornal ‘La Patria’, o Bispo denunciou que as CDD são “uma organização abortista americana e que seu objetivo principal é eliminar o maior opositor do mundo contra o aborto, a Igreja Católica”, esforçando-se “por convencer católicos e não católicos de que o aborto é uma alternativa eticamente válida para as mulheres católicas, desprezando e ridicularizando os ensinos fundamentais da Igreja, promovendo agressivamente a anticoncepção e o aborto“.
O Bispo advertiu que as CDD “financiam suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos americanos abertamente anti-vida como a Fundação Ford” e na América Latina sua agenda é claramente abortista e anti-católica.
“Quero esclarecer, que segundo o ensinamento da Igreja Católica, não se pode matar a um bebê nem sequer para salvar a vida da mãe porque ambas são vidas humanas independentes. Se teoricamente se der o caso, nada pode ser feito e nunca é lícito ‘fazer o mal para que daí provenha o bem’”, recordou.
Dom Bialsik considerou que o grupo deveria denominar-se “Pelo direito a abortar”, algo que “é completamente contrário e contraditório com o autêntico ensino da Igreja Católica, aonde se afirma sem lugar a dúvidas que o aborto é um crime”.

no méxico

Esse mesmo grupo espalhou no méxico anúncios nas diversas zonas da cidade, que fazem parte de uma campanha de desinformação das autodenominadas “Católicas pelo Direito a Decidir” (CDD) quem manipulando o Código de Direito Canônico pretendem apresentar “exceções” onde o aborto não estaria penalizado com a excomunhão.
Esta manipulação já foi explicada pelo Bispo de San Cristóbal de Las Casas, Dom Felipe Arizmendi quem advertiu que as CDD interpretaram tendenciosamente o cânon 1323 do Código de Direito Canônico, que “contém uma série de atenuantes, que exoneram não do pecado, mas sim da pena imposta pela legislação eclesiástica”.

As CDD pretendem enganar às mulheres católicas em diversos estados mexicanos.

Por sua parte, o Arcebispo de Guadalajara, Cardeal Juan Sandoval Iñiguez, também advertiu que este agrupamento anti-católico promove “a todo custo ações contra a vida”.

Em uma circular do passado 4 de junho, o Cardeal alertou que “umas mulheres ativistas que se denominam a si mesmos Católicas pelo direito a decidir, estão usando todos os meios ao seu alcance para difundir, dizem elas, a doutrina da Igreja que permite o aborto”. “Estas mulheres não são católicas” e que se trata em realidade de uma organização paga “por organismos internacionais empenhados em promover a todo custo ações contra a vida, sobre tudo no terceiro mundo, tais como a pílula, ligações (de trompas), a homossexualidade e agora o aborto”, denunciou.
O texto explica ademais que “o aborto intencional e direto em nenhum caso é permitido pela moral cristã”, nem sequer quando a gravidez é produto de uma violação ou quando há má formação no bebê, quando a vida da mãe corre risco ou quando esta vive em pobreza extrema. Esclarece que “nunca é lícito matar um inocente para remediar algum outro mal”.

POR: NIELLY CRUZ    EM:6 DE SETEMBRO DE 2010


Fonte: ACI Digital

Quem são as católicas pelo direito de decidir ?


Uma terrível organização que se intitula falsamente de “Católicas pelo direito de decidir”, tenta enganar os católicos menos avisados, fazendo propagando do aborto, casamento gay, aprovação da prática homossexual, e outras práticas que não se coadunam com a fé da Igreja. O grupo surgiu nos EUA; e por isso vale a pena ler a declaração do Presidente da Conferência dos Bispos Americanos sobre a tal entidade:

Nota do Presidente da Conferência Nacional dos Bispos Católicos do Estados Unidos

O Bispo de Galveston-Houston, D. Joseph A. Diorenza, Presidente da Conferência Nacional dos Bispos Católicos dos Estados Unidos da América, emanou a seguinte declaração sobre a organização chamada “Católicas pelo Direito de Decidir” (Catholics For a Free Choice – CFFC):

“Desde há vários anos, um grupo que se define “Católicas pelo Direito de Decidir” (CFFC) tem apoiado publicamente o aborto, afirmando que esta reivindicação está em sintonia com o autêntico ensinamento católico. Esta reivindicação é falsa. Com efeito, a atividade deste grupo orienta-se para a rejeição e a deturpação do ensinamento católico acerca do respeito e da salvaguarda devidos à inerme vida humana do nascituro.

Diversas vezes a Conferência Nacional dos Bispos católicos (NCCB) afirmou publicamente que CFFC não é uma organização católica, não fala em nome da Igreja Católica e de fato promove posições contrárias ao ensinamento da Igreja, como é articulado pela Santa Sé e pela NCCB.

A nível prático, CFFC é uma arma do “Lobby” abortista nos Estados Unidos e no mundo inteiro. Trata-se de um grupo de defesa, que se dedica a apoiar o aborto. É patrocinada por um determinado número de poderosas e ricas fundações particulares, sobretudo norte-americanas, e tem em vista promover o aborto como um método de controle demográfico. Esta posição é contrária à atual política das Nações Unidas, bem como às leis e disposições da maioria das nações do mundo inteiro.

Na sua última campanha, CFFC concentrou os seus esforços nas relações públicas para pôr fim à presença oficial, e calar a voz moral, da Santa Sé como Observador Permanente junto das Nações Unidas. Os seus esforços nas relações públicas têm ridicularizado a Santa sé com uma linguagem que faz recordar outros episódios de fanatismo anti-católico, de que no passado a Igreja católica foi vitima.

Como os Bispos católicos dos Estados Unidos têm afirmado há muitos anos, o uso do vocábulo “CATÓLICAS” como trampolim para promover a eliminação da vida humana inocente e ridicularizar a Igreja é ofensivo não só para os católicos, mas para todas as pessoas que esperam honestidade e clarividência nos pronunciamentos públicos.

Declaramos uma vez mais, com a maior ênfase: “Em virtude da sua oposição aos direitos humanos de alguns dos mais desprotegidos membros da raça humana, e dado que as suas finalidades e atividades contradizem deliberadamente os ensinamentos essenciais da fé católica… “Católicas pelo Direito de Decidir” não merece o reconhecimento nem o apoio como organização católica”

Comissão Administrativa da Conferência Nacional dos Bispos Católicos, 1993
Prof. Felipe Aquino at 8:50 pm on terça-feira, janeiro 15, 2008 
Fonte: “L’Osservatore Romano, 20.05.2000, pg. 3″

Carta ao povo diocesano - Dom Luiz Gonzaga Bergonzini - 19.10.2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

CARTA DE DOM LUIZ GONZAGA BERGONZINI


Caríssimos irmãos,


Como é de conhecimento de todos, em 01.07.2010, iniciei uma campanha contra os candidatos favoráveis ao aborto, de todos os partidos, a qualquer cargo. O PT - Partido dos Trabalhadores - é o principal articulador dessa ação no Brasil e, também, do "casamento" de homossexuais.


Desde 1991, vem tentando implantar o aborto, com o projeto de lei n. 1.135/91, dos então deputados do PT Sandra Starling e Eduardo Jorge. Os Congressos do PT aprovaram a liberação do aborto como programa do partido. O projeto de lei 1935/91 foi derrotado na Comissão de Seguridade e Saúde por 33 a 0 e na Comissão de Constituição e Justiça, dor 57 a 4., na Câmara Federal. O deputado do PT, José Genoino, demonstrando o ferrenho propósito de implantar o aborto, requereu a aprovação do projeto de lei 1935/91 diretamente pelo plenário, onde a bancada de deputados da "base aliada" do governo tem a maioria e pode ser aprovado a qualquer momento. Projeto de Lei n.º 1.151/95, sobre o casamento civil entre homossexuais, foi apresentado por Marta Suplicy em 26 de outubro de 1995, quando ela ocupava a cadeira de deputada federal pelo PT. Iara Bernardes, então deputada federal do PT, apresentou o projeto de lei 122/ 2006, que impede as pessoas e os religiosos de emitirem opinião sobre homossexuais, sob pena de prisão.


O meu comportamento é baseado em minha consciência e no Evangelho. E visa a discussão de valores com a sociedade. Seja qual for o resultado das eleições, filósofos, sociólogos, antropólogos, religiosos e a população já começaram a debater o que chamam de "agenda de valores".


O relativismo na sociedade e na Igreja Católica, sempre lembrado pelo Papa Bento XVI, também tem sido questionado: o meu sim é sim e o meu não é não. Não estou me esquecendo dos problemas dos pobres. Para isso, no Brasil, há leis especiais que devem ser cumpridas por qualquer governante. Sem contar a ajuda voluntária dos católicos realizada em todas as paróquias, pelas várias pastorais.


Ocorre que, no dia 07.10.2010, tive uma grande surpresa.  Dom Demétrio Valentini, da Diocese de Jales, publicou uma matéria de meia página, no jornal Diário de Guarulhos, editado em minha diocese, com uma acusação de crime eleitoral. Um bispo acusando outro de crime, pela imprensa. É algo muito grave e inadmissível.  Anteriormente, recebi uma carta anônima com velada ameaça à minha vida, que já está nas mãos da polícia.


Imaginava ter sido um destempero momentâneo do bispo de Jales. Enviei-lhe uma carta, com cópia ao presidente da CNBB-Regional Sul-1, Dom Nelson Westrupp, reclamando do fato e apontando a suspeita de o bispo de Jales estar atuando partidariamente.


A confirmação da atuação partidária de Dom Demétrio Valentini veio na revista Isto É, pg. 40, edição 2135, de 13.10.2010. Nessa revista está escrito: " A exemplo do pastor Manoel Ferreira, dom Valentim é amigo de Lula, tem exercido papel fundamental no diálogo com os católicos." Além disso, Dom Valentini insiste em que "esta situação precisa ser esclarecida e denunciada" dando a entender que existe qualquer interesse além do Evangelho.


Há igrejas evangélicas no Brasil, cujos pastores são a favor do aborto ou tem interesses políticos, que estão se posicionando partidariamente a favor da candidatura do PT.


Por essas circunstâncias, sou forçado a concluir que: a) a matéria publicada no jornal de Guarulhos teve a mão do Partido dos Trabalhadores e visou me amedrontar; b) a matéria visou, também, assustar os fiéis de minha diocese; c) em âmbito nacional, visou assustar os Bispos e a comunidade cristã e d) parece que há Bispos da Igreja Católica, no Brasil, que estão trocando o Evangelho do Senhor pela política partidária e por amizades pessoais.


O histórico do aborto, desde 1974, pode ser visto no link Recurso TSE


Dom Aldo Pagotto lembra que situação semelhante à brasileira, com a destruição da moral e da ética, para implantação do comunismo na Itália, somente não aconteceu por conta da atuação do Papa. Dom Aldo historiou os fatos no vídeo postado no link http://www.youtube.com/watch?v=j2q2DI9RsUo


Como lembrou Dom Aldo, na época o Papa disse "Não podemos nos calar."  Nós, agora no Brasil, também não podemos nos calar. Vamos agir e orientar o povo para que não se deixe enganar pelos oportunismos de última hora.


Diante desses fatos, sou obrigado a enviar uma reclamação ao Papa Bento XVI, imediatamente, com toda a documentação, pedindo-lhe que tome as providências que julgar cabíveis e necessárias, para reorientar a Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, inclusive me orientar, se eu estiver agindo em desconformidade com o Evangelho.


Quero deixar claro que nunca indiquei apoio a qualquer candidato, como agora não o faço. Estou sendo coerente com meu artigo "Daí a César o que é de César", publicado em 01/07/2010.


Estou comunicando, também, estes fatos todos os irmãos Bispos e Cardeais do Brasil, e a imprensa, através de replicação deste email. A carta a Dom Demétrio Valentim será publicada no site http://www.diocesedeguarulhos.org.br.


Não tenho intenção de polemizar, mas simplesmente de deixar clara a minha posição como Bispo, em defesa da Igreja, dos mandamentos de Deus.


Rogo a Deus Nosso Senhor e a Nossa Senhora de Aparecida, Padroeira do Brasil, que proteja a Igreja Católica e nos proteja a todos.


Guarulhos, 12 de outubro de 2010, dia da Mãe Aparecida.


+Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Diocesano de Guarulhos
Carta de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Fonte: Blog Dr. Marco Sobreira

Governo Dilma Rousseff modifica programação das igrejas cristãs


Conselho Curador aprova programação religiosa plural na TV Brasil e emissoras de rádio

O Conselho Curador da EBC aprovou na última terça-feira, 22/3, resolução na qual veta programas de religiões específicas na grade de programação da TV Brasil e das emissoras de rádio da EBC.
De acordo com o texto aprovado, os atuais programas religiosos – dois católicos e um evangélico, no caso da TV Brasil – devem sair do ar em seis meses (setembro de 2011) e dar lugar a uma faixa de programação que busque apresentar as vivências religiosas existentes no Brasil de forma plural, permitindo que todas as religiões – inclusive as que atualmente possuem programas – possam se expressar por meio dos canais públicos de comunicação geridos pela empresa.
O debate sobre os programas religiosos teve início em junho de 2010, quando o Conselho Curador tomou conhecimento do grande número de manifestações enviadas à Ouvidoria da empresa reclamando da falta de pluralidade religiosa na TV Brasil. Desde então, o tema esteve em pauta em pelo menos quatro reuniões do órgão, que também realizou consulta pública sobre o tema no segundo semestre do ano passado.
No texto aprovado, o Conselho Curador reforça o caráter laico e republicano da EBC e aponta que os atuais programas religiosos da TV Brasil e das emissoras de rádio da empresa não correspondem ao caráter plural do fenômeno religioso em nosso país, constituindo injustificadas preferências a religiões particulares, “por mais importantes que sejam, e por maior respeito que mereçam”.
A resolução também enfatiza a importância do fenômeno religioso em nosso país, afirmando que as religiões devem continuar merecendo atenção da TV Brasil e das emissoras de rádio da EBC, a partir de um espaço onde todas as religiões, baseadas em critérios transparentes, sejam representadas e possam se manifestar.
Fonte: Secretaria Executiva do Conselho Curador

Carta de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini - 26.10.2010

Carta ao povo católico -  Dom Luiz Gonzaga Bergonzini ao povo católico
Posted on 26/10/2010 by Comunidade Familia de Deus




“ Não temais, pequeno rebanho” (Lucas 12, 32) 


Queridos Diocesanos,


Sei que muitos de vós estais sofrendo diante das notícias que circulam nos meios de comunicação envolvendo o nome do Bispo de Guarulhos e da nossa Diocese. Com o coração de Pastor dessa porção do Povo de Deus, tomei a decisão de escrever-vos e partilhar a verdade daquilo que realmente aconteceu e está acontecendo, a fim de sanar as inúmeras dúvidas para que a paz e a serenidadese restabeleçam em vossos corações.


“ Eu vim para que todos tenham vida” (João 10,10)


Por consciência cristã e dever de Pastor do rebanho de Deus, iniciei em julho de 2010 uma batalha em favor da vida, Dom precioso de Deus. Tendo tomado conhecimento, após criteriosa pesquisa, dos projetos do Partido dos Trabalhadores (PT), para legalizar o aborto em nosso país, permitindo a sua prática na rede do SUS, vos escrevi na Folha Diocesana um artigo intitulado “Daía César o que é de César e a Deus o que é de Deus” , quando recomendei a todos vós que não désseis vosso voto a nenhum candidato ou partidos políticos que sejam a favor da legalização e descriminalização aborto. Esse meu procedimento transbordou oslimites da Diocese de Guarulhos e repercutiu em todo o Brasil, e até mesmo no exterior. Fui muitas vezes questionado sobre esse meu posicionamento e permaneci firme nesse ponto, pois o falar do cristão e sobretudo de um bispo da Igreja, deve ser “ sim, sim; não, não” . (cfr. Mateus 5,37)


Venceu-se a primeira batalha. “ A verdade vos libertará” (Jo 8,32)


Não tenho dúvida de que a polêmica sobre a legalização do aborto foi um dos elementos que fez com que as eleições para o cargo de Presidente da República tenha do para o segundo turno. O povo brasileiro quis refletir melhor sobre o que realmente pensam os candidatos sobre o princípio bíblico “ Não Matarás” (Êxodo 23,7); o povo começou a discutir o assunto. A falácia de que o “aborto é caso de saúde pública” perdeu a eficácia; a afirmação de que o aborto é uma agressão ao corpo da mulher foi desmascarada, e a sua real definição se impôs: aborto é antes de tudo assassinato de indefeso.


Conseqüência do anúncio “…tome a sua cruz e siga-me.” (Marcos 8,34)


Sempre fui consciente de que o anúncio do Evangelho traz sobretudo a Cruz. – Meu Deus, como ela é pesada! Desde julho tenho recebido todo tipo de xingamento, ofensas pessoais, ameaças de morte através de cartas anônimas e de emails desrespeitosos que nenhum ser humano gostaria de receber. No dia 16 de outubro, por iniciativa da candidata Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores, o documento “APELO A TODOS OS BRASILEIROS” foi denunciado como panfleto de propaganda política, e através de liminar solicitada pelos seus advogados, os exemplares do documento eclesiástico foram apreendidos e a mesma candidata e seu partido sugeriram que eu estava cometendo crime político. Essa dor indescritível tem encontrado seu remédio nas orações que tenho feito diante do Santíssimo na capela da residência episcopal. É ali que tenho unido meu sofrimento ao sofrimento de Cristo Jesus e contemplado as cusparadas, bofetões e xingamentos que Nosso Senhor recebeu no caminho do Calvário e tenho então participado do mistério de Sua cruz. Estou consciente de que a única coisa que estou fazendo é dar cumprimento ao Evangelho.


A Defesa da Vida gera Comunhão. “Quem não é contra nós, é a nosso favor” (Marcos 9,40)


Durante esse processo encontrei, com alegria, outras vozes inspiradas no Evangelho de Cristo que também gritavam na defesa do Dom precioso da Vida: o Pastor Silas Malafaia, o Pastor Paschoal Piragini Júnior e tantos outros. Vieram somar com explicito apoio outros irmãos no episcopado tais como Dom Emílio Pignoli, D. Benedito Beni dos Santos, Cardeal D. Paulo Evaristo Arns, D. Aldo di Cillo Pagotto, Dom Orani João Tempesta, Dom João Bosco Oliver de Faria, Dom Manoel Pestana, Monsenhor Crescenti, Dom Gil Antonio Moreira, Dom Antonio Carlos Rossi Keller, os padres de Guarulhos, muitos religiosos e religiosas, inclusive pastores evangélicos, e muitos cristãos.


A Conferência Nacional Dos Bispos –CNBB Regional Sul I, através de sua Presidência e de sua Comissão Representativa, acolheu e recomendou a ampla difusão do Documento denominado “APELO A TODOS OS BRASILEIROS” , onde se explicita e denuncia o incansável empenho do Partido dos Trabalhadores em aprovar leis que permitam a prática do aborto em nosso país. Agradeço à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que através de seu presidente, D. Geraldo Lyrio Rocha, durante entrevista coletiva,em 21 de outubro do corrente, declara: “ Tenho uma admiração muito grande por dom Luiz Gonzaga Bergonzini e os seus procedimentos estão dentro daquilo que a Igreja espera. Ele, dentro da sua competência de pastor, tem o direito e até o dever de, segundo sua consciência, orientar seus fiéis do modo que julga mais eficaz e mais conveniente. Ele está no exercício de seus direitos como bispo diocesano de Guarulhos e cada instância fala só para o âmbito de sua competência, tanto que ele não se dirigiu à nação brasileira. Este procedimento está absolutamente dentro da normalidade no modo como as coisas da Igreja se encaminham” . Dom Geraldo disse, ainda, que a posição da Igreja sobre o aborto “é inegociável” . Ele reafirmou a posição da Igrejasobre a defesa da vida. “ A Igreja é a favor da vida. Ela tem o respeito à vida desde o momento da fecundação até o seu término natural. A Igreja é veemente na questão do aborto como também o é sobre a eutanásia. Seja no início como em suas váriasetapas e no seu término natural, a vida é o maior dom de Deus.” , acentuou.


Agradeço aos milhões de cristãos e cidadãos anônimos que unem-se ao meu clamor pela vida dos pequeninos indefesos. Agradeço de todo coração às vozes solidárias e compreendo aqueles irmãos que não puderam permanecer comigo aos pés da cruz.


Uma Graça que não tem preço. “O Senhor fez em mim maravilhas” (Lucas 1, 49)


Caríssimos, imaginava eu que, aos 74 anos de idade, 51 anos de ordenação sacerdotal e prestes a pedir renúncia da função de dirigir a Diocese, (conforme determina a lei da Igreja que aos setenta e cinco anos de idade o bispo renuncie às suas funções), não fosse mais merecedor daquelas graças queo Senhor concede a poucos. Falo-vos do privilégio de sofrer pelo Evangelho: “Os apóstolos ficaram contentes por terem merecido sofrer insultos por causa do nome de Jesus”.


Que honra,meus irmãos, que honra! (Atos 5, 41) “ Esse é o meu mandamento” (João 15,12)


Reafirmo tudo o que vos falei desde julho próximo passado: “Não deis vosso voto a candidatos e partidos que sejam a favor da legalização e descriminalização do aborto. Sede fiéis ao Evangelho que diz:“ Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância (João, 10,10) Caríssimos diocesanos, tenho plena certeza de que nessa batalha a vitória já é do Evangelho da vida.


Daqui por diante, qualquer líder político, nos cargos executivos ou legislativos, seja no nível municipal, estadual ou federal, quando for tratar dessa matéria que tange a defesa ou a destruição da vida, dar-se-á conta de que agora há no Brasil um povo que tem uma opinião solidamente formada sobre o assunto; e que há umaIgreja, povo de Deus, que, unida a outras denominações religiosas continuará combatendo em defesa da vida , com o rugido do “Leão de Judá” (cfr. Apocalipse 5,5), impedindo que os valores humanos fundamentais sejam tratados com o descaso que até entãose fez. As eleições terminarão no próximo dia 31 de outubro; mas a nova consciência do povo brasileiro atravessará esse e os próximos governos.


O EVANGELHO DA VIDA JÁ É O GRANDE VENCEDOR.


Louvado Seja Nosso SenhorJesus Cristo.
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini,
Bispo Diocesano de Guarulhos.
Dado e passado na Residência Episcopal, aos vinte um dias do mês de outubro do ano de dois mil e dez, 19º. de nosso episcopado, aos 450 anos da presença da Igreja na cidade de Guarulhos.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Rede Cegonha e a precariedade do serviço de saúde no Brasil


A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, iniciou o programa de rádio do governo, no dia 14.03.2011,  falando sobre a criação do programa Rede Cegonha, uma das promessas feitas durante as eleições presidenciais.

“Vamos tratar daquele que é um dos momentos mais marcantes da vida de toda mulher: a maternidade. Vamos anunciar o Rede Cegonha, um programa na área da saúde, voltado para o atendimento integral das mães e das crianças desde a gravidez. Nós queremos atendimento completo, integral”, disse.

Quem vê as reportagens nas televisões, lê as notícias dos jornais e vê a Internet pode constatar a precariedade do atendimento da saúde no Brasil.  Pessoas deitadas no chão, sem macas, sem camas, instrumentos cirúrgicos lavados em baldes com água de rio e completa falta de instalações, equipamentos cirúrgicos e pessoal qualificado.

Alguns políticos, quando ficam doentes e necessitam de atendimento médico, vem para os hospitais de São Paulo. Não ficam nos hospitais de seus Estados, aqueles que eles oferecem para o povo.

Na capital federal, Brasília, onde os economistas dizem ter a renda per cápita maior do Brasil, a precariedade no atendimento médico ao povo é absurda.

Como pode uma mulher permanecer com o feto morto em seu útero por oito dias? Como pode uma mulher receber o feto e a placenta dentro de um vidro, sob o argumento que o hospital não tem condições de fazer os exames necessários?

Leia as matérias jornalísticas a seguir.  Volto no final.


Hilma Oliveira afirma que Hospital Regional de Paraíso está em estado de calamidade
 Tocantins - Assembléia Legislativa
A Vereadora Hilma Oliveira Mascarenhas (PMDB), usou o grande expediente na 123ª sessão ordinária realizada na última terça (1º), para demonstrar a sua preocupação com o estado em que se encontra o nosso Hospital de referências Dr. Alfredo Barros (Regional de Paraíso). Está tudo quebrado e enferrujado, com sanitários em péssimas condições e com o forro ameaçando a desabar, alertou.
A vereadora peemedebista disse que esteve no local, onde foi recebida pelo novo diretor Dr. Pedro Ricardo Inchausti, que recebeu da Câmara Municipal uma moção aplausos pela sua indicação ao cargo, afirmando que ficou estarrecida com o estado deplorável das instalações e com as dificuldades apresentadas pelo diretor. “Só está funcionando porque é melhor do que deixar de atender, o estado é de calamidade. Eu peço á Deus que continue me dando saúde para que não venha precisar daquele hospital”, enfatizou.

Dona Hilma Oliveira aproveitou para convidar os demais pares, os deputados de Paraíso e a sociedade, para fazer uma mobilização para sensibilizar ás nossas autoridades para a necessidade urgente da recuperação do Hospital regional de Paraíso, uma importante unidade de saúde que atende a população de Paraíso, vale do Araguaia, sul do Pará e Mato Grosso.
Hoje pela manhã o Presidente da Câmara Municipal, Lafaete Lobo (PT), informou que será formada uma comissão composta pelos vereadores e os deputados estaduais (Osires Damaso e José Geraldo) para uma visita ao Hospital de Referências de Paraíso. (Informações da ascom/CMP)


 O Girassol - Aqui

Mãe perde o bebê e carrega filho morto em seu ventre durante oito dias
Depois de sentir dores no abdome, mulher é levada ao Hospital Regional de Taguatinga, que não tinha medicamento para expulsar o bebê. Ela acabou submetida a cirurgia para retirada do útero e não poderá mais ter filhos

Publicação: 08/01/2011 08:05 Atualização: 08/01/2011 08:27
Alenice Monteiro, cunhada de Cida, e o irmão da paciente, Genilton Barboza, estavam angustiados por não poderem vê-la no hospital (Leonardo Arruda/Esp. CB/D.A Press)
Alenice Monteiro, cunhada de Cida, e o irmão da paciente, Genilton Barboza, estavam angustiados por não poderem vê-la no hospital
Com oito meses de gestação, uma mãe viveu o drama de perder o bebê e ainda carregar um filho morto em seu ventre durante oito dias. A dona de casa Maria Aparecida Barboza de Carvalho, 39 anos, chegou ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) em 30 de dezembro último com dores no abdome. Uma ecografia revelou a morte da criança e a alegria da gravidez deu lugar ao choro e a noites mal dormidas. Sem medicamento no hospital, o marido de Maria, o funcionário público Paulo Rayoul, 47 anos, teve de desembolsar R$ 400 para comprar um hormônio que provoca contrações uterinas para expulsão do feto. O fármaco, porém, não fez efeito. Ontem, por volta das 12h, os médicos decidiram fazer cirurgia cesariana para a retirada do bebê, mas eles se depararam com a placenta colada. Em razão disso, Maria Aparecida teve de ser submetida a uma histerectomia, que consiste na retirada do útero. Com isso, ela não poderá mais ter filhos.
O parto estava agendado para 17 de janeiro e a criança se chamaria Ruan. Embora a morte do bebê tenha sido diagnosticada na quinta-feira passada, a desconfiança é de que o neném estivesse morto há mais tempo, uma vez que Maria começou a sentir dores um dia antes, quando passou a perder líquido amniótico. Como a dona de casa já tinha consulta marcada no dia seguinte, ela resolveu esperar. Com a criança morta há vários dias, o risco era de a mãe contrair uma infecção em razão da decomposição do cadáver (veja palavra de especialista).
Desde a internação, a família não pode visitar mais a paciente. As únicas informações são obtidas por telefone, no ramal do hospital. No domingo, o marido de Cida, como é carinhosamente chamada pela família, foi informado pela própria esposa, por telefone, que precisaria comprar o medicamento que estava em falta no hospital. A mulher começou a tomá-lo a partir de segunda-feira última.
Enquanto isso, a família só tem notícias de Cida por telefone. O marido liga para a mulher três vezes por dia, quando a paciente repassa as informações do médico. “Não tenho nenhum posicionamento do médico, tudo o que eu sei são informações que a minha esposa me repassa. Estou tentando mantê-la tranquila, mas compreendo que, tratando-se da saúde dela, temos que esperar para que as coisas sejam feitas da melhor maneira”, afirmou Paulo. O marido tentou a transferência da mulher para um hospital particular, mas foi desaconselhado pelos médicos devido aos possíveis riscos que isso acarretaria à paciente. “Não estou omisso. Passei todos os últimos dias nesse hospital, mas acredito que temos que esperar. Nosso sentimento é de impotência”, desabafou.
O Correio conversou com a enfermeira responsável pela paciente na noite da última quinta-feira. Segundo a mulher, que não se identificou, Cida estaria dormindo, e apresentava boas condições de saúde. Ela informou, ainda, que a dona de casa tomava dois medicamentos para induzir o parto. “Esse procedimento é normal. É muito mais arriscado encaminhá-la para cirurgia devido a um risco de infecção”, informou. Segundo a enfermeira, o processo poderia levar até 30 dias. O novo medicamento, Mizoprostol, teria chegado ao HRT esta semana e foi solicitado no último dia 6 ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Segundo a cunhada de Cida, Alenice Monteiro Pereira, 31 anos, casada com Genildo Barboza de Carvalho, 33, a mulher deu entrada na manhã de ontem na sala de cirurgia para a realização de uma cesariana. “A gente tentou ligar lá, mas o telefone ou estava fora do gancho ou chamava e ninguém atendia. Estamos angustiados”, disse.

Útero retirado
Em nota, a Secretaria de Saúde do DF disse que a paciente deu entrada no HRT em 30 de dezembro de 2010 já com o feto morto e que, durante a internação, foi induzido o parto com medicações apropriadas, mas sem sucesso. No comunicado, uma médica do hospital, identificada como Márcia Tereza, disse que Maria Aparecida foi submetida ao parto cesareano ontem e a posterior histerectomia. A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde não informou sobre o estado de saúde da paciente, mas segundo o marido de Cida, ele teve a informação de que ela tem previsão de alta para segunda-feira.
Cida tem quatro filhos e fez todo o acompanhamento da quinta gestação no HRT. Quando estava com quatro meses de gravidez, chegou a ficar internada por seis dias devido a uma infecção urinária e anemia. Desde então, ela convivia com uma gravidez de risco. Apenas dois dos filhos de Cida moram em Brasília — uma adolescente de 15 anos e uma menina de 2 — e estão sob os cuidados do irmão dela durante a internação.

Fonte: Correio Brasiliense - Veja aqui

Jovem recebe feto dentro de um vidro após aborto no HRT

Após ter um aborto espontâneo na segunda-feira (21), uma jovem recebeu o material biológico dentro de um vidro no Hospital Regional de Taguatinga. O hospital entregou o feto e a placenta para a paciente após alegar que não tinha condições de realizar exames para identificar a causa do aborto.
Depois ter a gravidez interrompida, a jovem Stephanie Vasconcelos recebeu os restos mortais e a placenta dentro de um vidro porque o hospital não tinha condições de realizar exames para identificar a causa da interrupção da gravidez. Stepanhie levou o vidro para casa e teve que guardar dentro da geladeira de sua casa até conseguir
encaminhar o conteúdo do vidro para outro hospital.
Segundo a diretoria do HRT, a prioridade dos exames era para casos de câncer e por isso o material foi entregue à mãe para que ela encaminhasse à outra unidade de saúde para perícia. O material genético foi levado para o Hospital Regional da Asa Sul e ainda não foi liberado para o enterro.
Em nota oficial divulgada a imprensa, o hospital afirma que foi dada opção da mãe receber o material  anatomopatológico, para realização de exame específico no local de livre escolha da mesma, visando agilizar
o resultado. Para fazer valer a opção da paciente, foram feitos registros de concordância materna nos livros específicos do Centro Obstétrico do hospital. A Secretária de Saúde e o HRT acrescentam ainda na nota que vão abrir sindicância para apurar o ocorrido.
A SES e o HRT acrescentam que vai abrir sindicância para apurar o ocorrido.
Fonte: clicabrasilia.com.br
Publicação: Sexta-feira, 04/02/2011 às 16:46:46   
Atualização: 04/02/2011 às 19:50:25 


Em vez de dar atendimento médico digno para as mulheres e seus bebês, partidos e políticos ultrapassados e retrógrados querem matar as crianças ainda no útero e extraí-las para entregar no vidro para as mães?

Precisamos nos mobilizar  contra o aborto e clamar pelo respeito à dignidade da mulher e das crianças, com um atendimento médico de alto padrão em todo o território nacional, para todo o povo brasileiro.

O louvável programa lançado pela Presidente, Rede Cegonha, não pode ser desvirtuado para realizar abortos. Deve ser implementado para manter a vida nascente e melhorar a vida da mulher gestante, para que não ocorram mortes evitáveis pela medicina moderna.
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Docesano de Guarulhos