terça-feira, 20 de dezembro de 2011

JMJ Rio 2013 - 23 a 28 de julho de 2013

A comissão do Comitê organizador Local (COL) da JMJ Rio2013 voltou hoje, 14 de dezembro, de Roma, com uma bagagem cheia de boas notícias. O grupo participou nos dias 12 e 13 de uma reunião na sede do Pontifício Conselho para os Leigos. Nesta reunião foram dados mais alguns passos para a consolidação da Jornada.
Reunião na sede do Pontifício Conselho para os Leigos
Reunião na sede do Pontifício Conselho para os Leigos
Além da data, anunciada ontem – a JMJ Rio2013 acontecerá entre os dias 23 e 28 de julho de 2013 – , a notícia da aprovação da logomarca animou a todos. Estão previstas ainda outras duas reuniões para o ano que vem: a primeira será no Rio de Janeiro, no final de fevereiro de 2012, e a outra, de 28 de março a 1º de abril, em Roma.
Monsenhor Joel explicou que a reunião foi para unir dois elementos importantes em uma Jornada. De um lado, a experiência do Pontifício Conselho, que desde a primeira Jornada, em âmbito mundial, em 1987, tem a responsabilidade sobre as elas. Como organismo da Santa Sé, o Pontifício Conselho é o responsável pelos eventos que dizem respeito a toda a Igreja. “De outro lado, temos a realidade local, no caso, o Rio de Janeiro. Somos nós os cariocas que conhecemos a cidade, com suas características. Cabe a nós concretizar o espírito da Jornada na realidade específica do Rio de Janeiro”, disse ele.
A reunião teve como finalidade maior permitir que o Pontifício Conselho conhecesse algumas propostas que a Arquidiocese do Rio tem para a Jornada e verificasse se estas propostas estão de acordo com a identidade da Jornada.“Para o COL, a reunião ajudou a confirmar que estamos no caminho certo”, afirmou o coordenador.
Mesmo aprovada, a Logo só será divulgada após a conclusão dos trâmites da legislação brasileira, com todos os procedimentos legais necessários. Assim que for possível, o Setor de Comunicação, responsável pelo concurso, providenciará a divulgação.
Os locais onde serão realizados os atos centrais ainda não foram decididos. “A Arquidiocese do Rio de Janeiro apresentou ao Pontifício Conselho inúmeras possibilidades para que aquele Dicastério com a experiência que tem, pudesse indicar se estamos no caminho certo ou não. No momento, não existe nenhuma definição de lugares, pois agora é o momento da Arquidiocese do Rio conversar com os organismos dos governos federal, estadual e municipal para concretizar os locais”, enfatizou ele.
Ele lembrou ainda que esta não será uma escolha fácil e que ela não poderá ser feita em uma única reunião, pois são muitas as implicações: “Imagine uma área capaz de acolher todos os peregrinos, transportes, infraestrutura e tudo mais. As autoridades civis têm que necessariamente ser ouvidas e a decisão tomada com cautela e tranquilidade”.
Ele ressaltou também que a Jornada não se restringe a estes momentos ‘maiores’. Eles dão visibilidade à Jornada, mas ela contém muitos outros eventos, como encontros catequéticos, momentos de oração, atividades missionárias. “Aqui se aplica o famoso ditado da ponta dos icebergs: vemos só uma parte, a que mais aparece. Por baixo da água, onde não se vê com facilidade, há muito mais”, pontuou.
Participaram da reunião o presidente do Pontifício Conselho para os leigos, Cardeal Stanislaw Rilko, os subsecretários, o Setor Juventude e um representante da Fundação João Paulo II. Pelo COL estavam o arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, os bispos-auxiliares que acompanham mais de perto a Jornada, Dom Antonio Augusto Dias Duarte e Dom Paulo Cezar Costa, pela coordenação geral monsenhor Joel Portella Amado e os padres Márcio Queiroz, Marcos William Bernardo e Renato Martins. Esteve presente também padre Anísio José, sacerdote dehoniano, que atualmente estuda em Roma e que conhece bastante da realidade da Jornada.

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