segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Bilhões para matar inocentes

Católicas pelo Direito de Decidir: “Grana temos, só nos falta glamour!”
Eu podia tá matando, eu podia tá roubando, mas eu tou fazendo lobby para Ford Foundantion, tá meu bem?! Que grana eu tenho. Só me falta-me glamour!” – Lady Keitólica pelo Direito de Decidir
Muito dinheiro para o aborto na América Latina de 1991 a 2010 e aumentando. E você aí estudando, trabalhando, estagiando, rezando… Tsc, tsc, tsc! Já pensou em entrar para o negócio do lobby do aborto? É um trabalho sujo, mas por alguns milhões de dólares há quem possa fazer. Para esse trabalho, na América Central e no México, em nove anos, foram “investidos” 1,6 bilhões de dólares. No mesmo período, na América do Sul, investiu-se um pouco mais no controle populacional: 1,99 bilhões de dólares.
De 1980 a 2011 Lady Keitólica e suas amigas da ONG Católicas pelo Direito de Decidir receberam da Buffett Foundation 12 milhões de dólares e, da Fundação Ford, 14 milhões de dólares. No total de todas as doações feitas por essas e outras fundações, a ONG abocanhou 62 milhões de dólares em todo mundo, sendo 93% desse dinheiro gasto na América Latina.
De 1998 a 2007, só no Brasil, Lady Keitólica e amigas fizeram a festa com 670 mil dólares. Um dado bem conservador quando é sabido que, internacionalmente, a presidente dessa organização fatura 200 mil dólares por ano. E não tem criança para cuidar, não, fica tudo pras amigas.
Todas as amigas de “Católicas”, as outras organizações humanitárias com horror ao “produto do concepto”, ao “preenchimento da cavidade uterina”, garantiram, só no Brasil, onde somos mais de 194 milhões de habitantes, 315 milhões de dólares de 1991 a 2010. Tudo destinado à promoção do “debate” do aborto, da proliferação de contraceptivos e esterilizações. Controle populacional.
Nem de longe, no entanto, somos o país onde os gastos pró-aborto são maiores. Na Nicarágua, onde há veto total ao aborto – sem exceções -, 400 milhões de dólares são investidos por várias organizações no controle populacional. E o país tem apenas 6 milhões de habitantes (sim… No Brasil, com seus 194 milhões, “apenas” 315 milhões de dólares foram investidos e, na pobre Nicarágua, com população menor que o Rio Grande do Sul, 400 milhões foram investidos!!!!).
No México, onde existem mais de 113 milhões de pessoas, e onde o aborto é permitido em alguns casos, 375 milhões de dólares foram investidos. Pouco mais que no Brasil! Pois sim, aprender espanhol é lucro na certa pro lobby do aborto.
Na Costa Rica, país com população majoritariamente católica, porém convencida pelos “benefícios” do controle populacional, 21 milhões de dólares foram derramados – o país tem quase a mesma população da Nicarágua, mas não se importa tanto com valores pró-vida como a Nicarágua, então há menos com o que se preocupar.
Mas não são os latinos os mais cobiçados pelos promotores do controle populacional. Pois é! Abortista latino sofre… Tanto que eles estão se esforçando por aqui e sequer são bem remunerados como os abortistas que atuam na África. A vida é injusta!
A África é o continente predileto dos abortistas: em nove anos, 25 bilhões de dólares foram derramados lá para promover o controle demográfico (aborto, anticoncepcionais, esterilizações – não raramente sem o consentimento das mulheres). Depois vem a Ásia, com 10 bilhões, no mesmo período: de 1991 a 2010.
Todos esses números são abordados na palestra do Mario Rojas, a que eu mais gostei. Para assisti-la basta clicar aqui e, se tiver pressa, ir para o minuto 10 e seguir até o minuto 22.
E você acha que abortamento é uma questão de direitos e liberdades civis? É a economia, estúpido! A indústria do aborto é só um dos melhores negócios da indústria do controle demográfico: há instituições que, sabe-se lá por qual razão, têm todo interesse do mundo em diminuir o número de seres humanos nesse planeta. E isso dá muito, muito dinheiro, especialmente depois que inventaram a fertilização in vitro – mais cara que um aborto e tão eficaz quanto, por paradoxal que isso possa parecer. Mas o assunto da fertilização já é história para a engenharia genética…
O resultado de tanto dinheiro é óbvio: pessoas infelizes, doentes e morrendo. Morrendo! É, afinal, para a morte, que essa gente toda aí trabalha, conscientemente ou não, tanto faz.
Mas o mundo não está lotado? Não é mesmo caridoso matar bebês, crianças e idosos? Somos 7 bilhões! Sim, somos. E cabemos todos no Estado do Texas… O mundo é bom, Sebastião! O mundo é muito grande. Dá para todos nós.
Mas, se em todo caso, você quer mesmo é dinheiro e eu só lamento… Então entra no jogo desse pessoal para processá-los. Quanto você pode ganhar como advogado, psicólogo, jornalista, profissional liberal, para ajudar uma mulher que foi esterilizada contra sua própria vontade ou sequer sem saber que isso acontecia? Essas mulheres existem, são pobres e analfabetas, em geral, e vítimas desses investimentos milionários.
São sobre elas que algumas feministas conceituam políticas e táticas, embora jamais dariam as mãos para essas mulheres! Porque para elas não se trata de trabalhar em prol de um ser humano, mas de uma ideia, de uma ideologia, de uma maluquice que se criou para estar bem longe da realidade, mesmo enquanto se ganha muito dinheiro falando dela.
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Atualizando: E a Fundação McArthur? Quanto essa fundação pró-aborto deu para Lady Keitólica e amigas? O negócio delas é a Ford Foundation… McArthur é pra coffee break, só. Risos. Mas, de 1980 a 2010 foram 6 milhões de dólares. Jogar na mega-sena pra que, né? Minha pergunta particular é se isso é dinheiro lícito…
Aborto é crime como tráfico de drogas é crime. Se eu recebesse dinheiro do tráfico de drogas localizado em um país onde esse tráfico é legalizado, dinheiro para fomentar o “debate” sobre legalização das drogas no meu país… Estou cometendo um crime, ainda que eu não diga em público que faço apologia ao que pretendo tão somente debater? Não sei. Não faço ideia. Mas a mim me parece que tem algo errado em tantos milhões, dinheiro de fundações declaradamente pró-aborto, derramados para organizações, que nem brasileiras são, “debaterem” por aqui…
Ô debatezinho caro! Pior é imaginar que os maiores patrocinadores dessa gente podem ser bem conhecidos de todos nós, infelizmente.

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