sexta-feira, 8 de julho de 2011

UnB e a Universidade Feminista: dopping moral

A universidade feminista publicou a matéria assinada por Eliane Brum contra nosso trabalho em defesa da vida, contra a violência, contra a pedofilia, contra as drogas e contra as demais mazelas sociais que o governo federal está implantando no Brasil.

Visitando o site feminista.org.br, vimos uma campanha contra a revista Veja, motivada pela denúncia de uso da Universidade de Brasília como centro de ensino partidário do PT.

As feministas são mulheres e, geralmente, tem filhos, como as demais mães.Todas as mães, hoje, estão preocupadas com a segurança e com a criação dos filhos. Quando os filhos vão para a escola, as mães imaginam que eles estão seguros, porque foram estudar e a escola, presume-se, é um lugar decente, que respeita a moral e a ética e, somente, busca a transmissão do conhecimento.

Depois da revista Veja, Reinaldo Azevedo publicou um artigo sobre a liberdade para o uso de drogas dentro das dependências da UNB ( NARCOTRÁFICO).

As mães dos estudantes da Unb não imaginavam que lá é uma universidade partidária e que nela estava liberado o uso de drogas no recinto interno. Isso nunca passaria pela cabeça das mães, nem dos pais.

Mas não para por aí.  Os brasileiros estão entorpecidos pelo discurso do "progressismo"  e não enxergam mais a degradação moral a que chegamos.

É horrivel e nojento o que os dirigentes da UnB permitem que se faça com as meninas calouras. No denominado "trote da linguiça", obrigam as meninas calouras a se humilharem e simularem sexo oral com um pedaço de madeira. No blog de LUIZ AMORIM o vídeo nojento e humilhante pode ser visto, se tiverem coragem, sob o título "Trote da linguiça na Unb sob o comando do PT."

Ninguém imaginava que a defesa dos direitos da mulher  pelas feministas chegasse a uma degradação tão completa. As feministas propagam o direito de matar, pelo aborto, e de se perverter para a lascívia, drogas e outras coisas que destroem a saúde física, mental e moral das mulheres.

Sei que a ira de muitos será direcionada para nós. Imagine um bispo falar dessas coisas e cenas na internet.

Mas é necessário um choque nas mães e na sociedade brasileira, para que acordem dessa letargia e desse dopping a que foram submetidas pelo "progressismo", "esquerdismo", comunismo",  ou   "politicamente correto". 

"Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal, dos que transformam as trevas em luz e a luz em trevas, dos que mudam o amargo em doce e o doce em amargo!" (Isaías, 5, 20)

As mães brasileiras precisam reagir, tirar as mordaças que tapam suas vozes, para afastar seus filhos desse caminho que leva ao antro de perversões. Urge que as mulheres brasileiras acordem desse dopping moral.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo de Guarulhos

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