quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Matando criancinhas: PT e Marta Suplicy continuam querendo o aborto

Em 2008, o projeto de lei 1135/91 foi enterrado pela Comissão de Saúde e Família, onde os favoráveis ao aborto foram vencidos,e pela Comissão de Constituição e Justiça, onde os parlamentares rejeitaram a proposta.

Mas o PT e seus deputados e senadores não se cansam de querer matar as crianças no útero de suas mães. Marta Suplicy, em seu primeiro dia no senado, já fala em liberar o aborto e em união civil de homossexuais. A matéria do Estadão vai na íntegra, abaixo:
"No Senado, Marta quer discutir aborto e união civil de homossexuais
Enquanto outros países avançam, nós retrocedemos', disse a senadora, que tomou posse nesta terça 01 de fevereiro de 2011 - 14h 04 - Eduardo Bresciani, do estadão.com.br

BRASÍLIA - A senadora Marta Suplicy (PT-SP) tomou posse de seu mandato nesta terça-feira, 1º, afirmando que vai trabalhar pela aprovação de um projeto que permita a união civil de pessoas do mesmo sexo. Marta também defendeu a legalização do aborto e afirmou que o Parlamento precisa "avançar" em questões comportamentais. Marta foi indicada pelo PT para ocupar a primeira vice-presidência da Casa e deve ser eleita ainda nesta tarde.

Ela afirmou que vai ver os trâmites para a possibilidade de desarquivar um projeto que trata da união civil, de sua autoria, apresentado ainda quando era deputada. Marta disse que o tema pode ser discutido em outro projeto.

"Enquanto outros países avançam, nós retrocedemos, enquanto a Argentina reconhece a união civil e Buenos Aires é uma cidade 'gay friendly', nós temos espancamentos na avenida Paulista", disse a senadora.

Marta diz ver avanços sobre o tema no Judiciário, mas reclamou da atitude do Legislativo sobre o tema. "Tivemos um salto no Judiciário e o Parlamento está se apequenando, e nós precisamos avançar".

A senadora defendeu ainda a legalização do aborto, tema que colocou o PT na defensiva durante o processo eleitoral. "Não podemos daqui a quatro anos ter ainda este assunto sem discussão porque ninguém tem coragem de debater. A campanha eleitoral foi desastrosa em questões comportamentais, mas isso se deve ao acirramento da eleição e os ânimos agora estarão diminuídos e poderemos debater". Ela reconheceu, porém, que uma decisão sobre o aborto levará tempo e defendeu que toda a sociedade participe do debate."

Como se vê, na matéria acima, o PT e alguns deputados e senadores continuam insistindo no massacre à crianças inocentes e indefesas e na destruição da Família, a base fundamental de toda sociedade.
Guarulhos, 02 de fevereiro de 2011.
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Diocesano de Guarulhos

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