quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

PT: o maior partido a favor da legalização do aborto no Brasil

Pe.Berardo Graz
*Publicado na Folha Diocesana de Guarulhos, n. 148, setembro de 2008, página 4

Apesar do Projeto de Lei (PL) 1135/91, que descriminaliza o aborto em todos os casos e em todos os meses de gestação, ter sido rejeitado pelas duas Comissões Parlamentares (CSSF e CCJC) que o analisaram, o zelo abortista de alguns deputados do PT fará com que este Projeto entre em discussão nos próximos meses no plenário do Congresso.
Sessenta e três (63) deputados assinaram em agosto o pedido de recurso contra a decisão da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania que votou, em 09/07, para o arquivamento do Projeto.
Dos 63 deputados, 31, ou seja, 49,20% são do PT; 7, ou seja 11,11% são do PCdo B; 4, ou seja 6,33% pertencem ao PSB, como também 4 foram do PDT e PMDB; 3, ou seja 4,76% pertencem ao PSOL, e com o mesmo número contribuiu o PPS; 2 do DEM e enfimPMN, PR, PV, PSC e PP contribuíram com um deputado.
Dos 63 assinantes 13 são do Estado de São Paulo, a saber: José Genoíno, o autor do recurso – Paulo Teixeira – Gilmar Tatto – Vicentinho - Cândido Vacarezza – Devanir Ribeiro – José Mentor – (todos do PT); Cláudio Magrão e Arnaldo Jardim do PPS; - Ivan Valente do PSOL; Regis de Oliveira do PSC; Paulo Pereira da Silva do PDT e Dr. Ubiali do PSB.
O PT está decidido em querer a legalização do aborto e isto corresponde a acordos internacionais que este partido assumiu, com atitude nada democrática, passando por cima das cabeças dos brasileiros.
Em abril de 1993 na cidade de Princeton nos EUA foi estipulado um acordo entre os membros do Diálogo Inter Americano (DIA), organização capitalista coordenada pelo David Rockefeller, e os membros do Foro de S. Paulo, que desde 1990 articula a união de todos os partidos de esquerda da América Latina, criado por Fidel Castro, Lula e outros líderes. A partir do acordo de Princeton, o empresariado e a elite econômica norteamericana passaram a apoiar politicamente os partidos de esquerda, principalmente na América Latina, em troca destes últimos renunciarem à luta armada pelo poder, à moratória da dívida externa e apoiarem o movimento homossexual, a legalização do aborto e a educação sexual liberal. O governo Lula é portanto um fiel executor deste acordo.
Pe. Berardo Graz
Membro da Comissão Diocesana
Em Defesa da Vida

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